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Thèse de Doctorat
DOI
10.11606/T.5.2018.tde-05122018-114409
Document
Auteur
Nom complet
Diego José Brandão
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2018
Directeur
Jury
Menezes, Paulo Rossi (Président)
Goldbaum, Moises
Toporcov, Tatiana Natasha
Viana, Maria Carmen Moldes
Titre en portugais
Sobrevida em idosos com depressão/sintomas depressivos e baixo nível socioeconômico: 10 anos de seguimento do São Paulo Ageing and Health Study (SPAH)
Mots-clés en portugais
Depressão
Epidemiologia
Idoso
Mortalidade
Países de baixa e média renda
Saúde pública
Resumé en portugais
INTRODUÇÃO: Países de baixa e média renda representam mais de 85% da população mundial de 7 bilhões de pessoas. Nesses países, a população idosa apresentou acelerado crescimento nas últimas décadas. Esse rápido crescimento está sendo acompanhado pelo aumento dos agravos relacionados ao envelhecimento e por mudanças no padrão de morbimortalidade. Entre as condições que têm demonstrado associação com aumento de mortalidade, está a depressão. Porém, grande parte das pesquisas sobre a associação da depressão com mortalidade é de países de alta renda. OBJETIVOS: 1) Investigar a associação entre depressão e mortalidade em idosos de países de baixa e média renda. 2) Investigar a associação de depressão/sintomas depressivos e mortalidade por todas as causas e causas específicas em uma coorte de idosos residentes na zona oeste de São Paulo em um período de 10 anos de seguimento. MÉTODOS: 1) Foi realizada uma revisão sistemática para identificar estudos observacionais que investigaram a associação entre mortalidade e depressão em países de renda média ou baixa. Dois revisores trabalharam independentemente para selecionar artigos, extrair dados e avaliar a qualidade dos estudos. Uma meta-análise foi realizada a partir dos dados extraídos dos estudos incluídos na revisão sistemática. 2) Foi realizado um estudo de coorte utilizando a amostra do "São Paulo Ageing & Health Study" (SPAH), investigação que incluiu idosos com 65 anos ou mais, residentes de áreas economicamente menos favorecidas na região Oeste da cidade de São Paulo. Os participantes foram identificados por arrolamento domiciliar e entrevistados em seus domicílios seguindo protocolo padronizado de pesquisa. A definição de depressão e sintomas depressivos foi realizada a partir dos instrumentos Geriatric Mental State (GMS) e Inventário Neuropsiquiátrico (NPI). Os dados de seguimento foram extraídos a partir das declarações de óbitos dos residentes do estado de São Paulo através de procedimento de linkage de dados com os bancos de declarações de óbitos da fundação SEADE. Foram examinadas as associações independentes entre depressão e sintomas depressivos e mortalidade através de modelos de riscos proporcionais de Cox e também foi elaborada curva de sobrevida de Kaplan Meier. RESULTADOS: 1) Foram incluídos 10 estudos, com um total de 13.828 participantes (2.402 deprimidos e 11.426 não-deprimidos) de 6 países (Brasil, 4 artigos; China, 2 artigos; Botswana, Índia, África do Sul e Coréia do Sul, 1 artigo). O risco relativo total não ajustado (RR) de mortalidade em idosos com depressão em relação aos não deprimidos foi de 1,62 (IC95% 1,39-1,88; p < 0,001), com alta heterogeneidade (I2, 66%; IC95% 33-83; p < 0,005). Após o ajuste para o viés de publicação, o RR geral diminuiu para 1,60 (IC95%; 1,37-1,86). Não foram observadas diferenças significativas entre os subgrupos, exceto aqueles definidos pela qualidade do estudo. Os estudos de alta qualidade tiveram um RR agrupado de 1,48 (IC95% 1,32-1,67), enquanto os estudos de baixa qualidade resultaram em um RR agrupado de 1,82 (IC95% 1,25-2,65). 2) Dos 1.967 participantes do SPAH, 443 (22,52%) apresentaram sintomas depressivos e 90 (4,58%) preenchiam critérios para diagnóstico de depressão pela CID-10 no início do seguimento. Foram observados 688 (34,98%) óbitos no seguimento. Presença de sintomas depressivos (HR=1,23; IC95% 1,03-1,46; p=0,022) e depressão (HR=1,75; IC 95% 1,29-2,37; p < 0,001) no início do seguimento estiveram positivamente associadas à mortalidade por todas as causas. Sintomas depressivos (HR=1,26; IC 95% 1,04-1,53; p=0,018) persistiram associados a mortalidade mesmo após controle por variáveis confundidoras, enquanto depressão (HR=1,20; IC95% 0,85-1,67; p=0,296) perdeu significância estatística ao se adicionar ao modelo variáveis relacionadas a comorbidades. Considerando causas especificas de óbitos, sintomas depressivos apresentaram associação significativa com óbitos por doenças cardiovasculares (HR=1,48; IC95% 1,12-1,95; p=0,006) e depressão apresentou associação com óbitos por câncer (HR=2,26; IC95% 1,17-4,36; p=0,015). CONCLUSÃO: A depressão está associada ao excesso de mortalidade em idosos que vivem em países de baixa e média renda. Além disso, esse excesso de mortalidade não difere substancialmente do encontrado em países de alta renda. Já sintomas depressivos e depressão estiveram associados ao aumento de mortalidade em idosos entre os participantes do SPAH. Dado que sintomas depressivos e depressão aumentam o risco de óbito, um melhor entendimento sobre essa relação e estratégias de provisão de serviços de saúde mental, em especial em países de média e baixa renda, são necessários já que essas condições clínicas modificáveis muitas vezes não são reconhecidas ou tratadas adequadamente
Titre en anglais
Survival in the elderly with depression/depressive symptoms and low socioeconomic status: 10 years of follow-up of São Paulo Aging and Health Study (SPAH)
Mots-clés en anglais
Aged
Depression
Epidemiology
Low- and middle-income countries
Mortality
Public health
Resumé en anglais
INTRODUCTION: Low and middle income countries represent more than 85% of the world population of 7 billion people. In these countries, the elderly population has grown rapidly in recent decades. This rapid growth is being accompanied by the increase in aggravations related to aging and changes in the morbidity and mortality pattern. Among the risk factors that have been shown to be associated with excess mortality are depression. However, much of the research on the association of depression with mortality is from high-income countries. OBJECTIVES: 1) To investigate the association between depression and mortality in the elderly living in low- and middle-income countries 2) To investigate the association of depressive / depressive symptoms and all-cause and specific-cause mortality in a cohort of elderly living in the western zone of São Paulo over a period of 10 years of follow-up. METHODS: 1) A systematic review was conducted to identify observational studies that investigated the association between mortality and depression in middle- and low-income countries. Two reviewers independently worked to select articles, extract data, and evaluate the quality of the studies. A meta-analysis was performed from the data extracted from the studies included in the systematic review. 2) A cohort study was carried out using a sample from the São Paulo Aging and Health Study (SPAH), an investigation that included elderly people aged 65 years and over, from economically disadvantaged areas in the western region of the city of São Paulo. Participants were identified by household survey and interviewed in their homes following a standardized research protocol. The definition of depression and depressive symptoms was performed using the Geriatric Mental State (GMS) and Neuropsychiatric Inventory (NPI) instruments. The follow-up data were extracted from the statements of deaths of the residents of the state of São Paulo through a data linkage procedure with the database of death declarations of the SEADE foundation. We examined the independent associations between depression and depressive symptoms and mortality through Cox proportional hazards models and also elaborated the Kaplan Meier survival curve. RESULTS: 1) Ten studies were included, with a total of 13,828 participants (2,402 depressed and 11,426 non-depressed) from 6 countries (Brazil, 4 articles; China, 2 articles; Botswana, India, South Africa and South Korea, 1 article) were included. The overall unadjusted relative risk (RR) of mortality in depressed relative to non-depressed participants was 1.62 (95% CI 1.39-1.88; p < 0.001), with high heterogeneity (I2=66%; 95% CI 33-83; p < 0.005). After adjustment for publication bias, the RR decreased to 1.60 (95% CI 1.37-1.86; p < 0.001). No significant differences were observed between subgroups except those defined by study quality. The high quality studies had a pooled RR of 1.48 (95% CI 1.32-1.67; p<0.001), while the low quality studies resulted had a pooled RR of 1.82 (95% CI 1.25-2.65; p < 0.005). 2) Of the 1,967 participants, 443 (22.52%) had depressive symptoms and 90 (4.58%) had a diagnosis of depression by ICD-10 at the beginning of follow-up. There were 688 (34.98%) deaths at follow-up. Presence of depressive symptoms (HR=1.23; 95% CI 1.03-1.46; p=0.022) and depression (HR=1.75; 95% CI 1.29-2.37; p < 0.001) at the beginning of follow-up were positively associated with all-cause mortality. Depressive symptoms (HR=1.26; 95% CI 1.04-1.53; p=0.018) persisted associated with mortality even after controlling for confounding variables, while depression (HR=1.20; 95% CI 0.85-1.67; p=0.296) lost association when variables related to comorbidities were added to the model. Considering specific causes of death, depressive symptoms had a significant association with death due to cardiovascular diseases (HR=1.48; 95% CI 1.12-1.95; p=0.006), and depression was associated with cancer deaths (HR=2.26; 95% CI 1.17-4.36; p=0.015). CONCLUSION: Depression is associated with excess mortality in the elderly living in low- and middle-income countries. In addition, this excess mortality does not differ substantially from that found in high-income countries. Depressive symptoms and depression were associated with increased mortality in the elderly. Given that depressive symptoms and depression increase the risk of death, a better understanding of this relationship and strategies for providing mental health services, especially in middle- and low-income countries, are necessary since these modifiable clinical conditions are often not recognized or properly handled
 
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Date de Publication
2018-12-10
 
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