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Disertación de Maestría
DOI
10.11606/D.5.2010.tde-22062010-104325
Documento
Autor
Nombre completo
Ana Claudia Veras Mattar
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2010
Director
Tribunal
Adde, Fabiola Villac (Presidente)
Leone, Claudio
Okay, Thelma Suely
Título en portugués
Teste do suor para diagnóstico de fibrose cística: comparação do teste clássico com o teste simplificado
Palabras clave en portugués
Condutividade
Estudo comparativo
Fibrose cística/diagnóstico
Pilocarpina
Suor
Resumen en portugués
INTRODUÇÃO: apesar da identificação de mais de 1500 mutações para o gene CFTR (cystic fibrosis transmembrane conductance regulator), o teste do suor ainda é o teste diagnóstico para Fibrose Cística (FC). O teste quantitativo de iontoforese por pilocarpina (TQIP) é o padrão-ouro para coleta do suor e análise do cloro, mas está sujeito a erros se não for realizado por técnicos qualificados. Embora a técnica de coleta do suor pelo sistema macroduct® e análise pela condutividade seja simples e tenha boa correlação com os níveis de cloro em estudos prévios, a mesma ainda é considerada como um teste de triagem para FC. O melhor ponto de corte para confirmar ou afastar a FC pelo método da condutividade deve ser ainda estabelecido. OBJETIVOS: comparar os valores de cloro no suor obtidos pelo teste quantitativo da iontoforese pela pilocarpina (teste clássico) com os valores de condutividade do suor obtido pelo sistema de coleta por macroduct® (teste simplificado) em pacientes com e sem FC e em uma amostra aleatória de pacientes em investigação para FC. O custo e o tempo despendidos na execução de cada teste foram também analisados na fase inicial do estudo. MÉTODOS: o teste do suor, pelas duas técnicas, foi realizado simultaneamente em pacientes com e sem FC e posteriormente em pacientes em investigação diagnóstica da doença no período de fevereiro/2006 a outubro/2008. Os pontos de corte para a condutividade para excluir ou diagnosticar FC foram < 75 e ? 90 mmol/L, respectivamente, e para o teste clássico cloro ? 60 e > 60 mmol/L. Na fase inicial da pesquisa (casos com e sem FC) foram utilizadas tabelas de contingência para os cálculos de sensibilidade (S), especificidade (E), valor preditivo positivo (VPP) e negativo (VPN), além do teste exato de Fisher para avaliar a associação entre os testes e a presença ou ausência de FC. Na amostra aleatória de pacientes usou-se a curva ROC também para os cálculos de S, E, VPP e VPN e também para calcular a área sob a curva entre os testes, e, em ambas as fases da pesquisa, para avaliar sua acurácia. Os respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%) também foram analisados. Para avaliação da concordância entre os testes, na amostra aleatória de pacientes, utilizou-se o coeficiente de kappa e o teste de McNemar. Aplicou-se o teste de Wilcoxon para se comparar os tempos na execução de cada teste, sendo considerados significativos quando p<0,05. RESULTADOS: 52 pacientes com FC (29M/23F; 1,5 a 18,2 anos) realizaram o teste do suor pelas duas técnicas, apresentando valores medianos de cloro e condutividade no suor de 114 e 122 mmol/L, respectivamente. A condutividade foi ? 95 mmol/L em todos os pacientes, conferindo ao teste 100% de sensibilidade (IC95%: 93,1 a 100%). Cinquenta pacientes sem FC (24M/26F; 0,5 a 12,5 anos) apresentaram valores medianos de cloro e condutividade no suor de 15,5 e 30 mmol/L, respectivamente. Em todos os casos a condutividade foi < 70 mmol/L, conferindo ao teste 100% de especificidade (IC95%: 92,9 a 100%). Foram então realizados 918 testes nos pacientes em investigação para FC, mas, em 180, as amostras foram inadequadas. Dos 738 testes realizados pelas duas técnicas, em 714 pacientes se afastou a FC, encontrando-se mediana de cloro de 11 mmol/L (variação: 3 a 137 mmol/L) e de condutividade de 25 mmol/L (variação: 14 a 138 mmol/L). Foram confirmados 24 pacientes com FC, encontrando-se uma mediana de cloro de 87 mmol/L (variação: 54 a 132 mmol/L) e de condutividade de 103 mmol/L (variação: 50 a 126 mmol/L). Pela curva ROC, com valores de condutividade > 90 mmol/L, obteve-se S= 83,3%, E= 99,7%, VPP= 90,9% e VPN= 99,4% para o diagnóstico de FC. Com valores de condutividade < 75 mmol/L praticamente se pôde excluir o diagnóstico de FC (VPN=99,7%; IC95%:99,0-100%). Houve excelente concordância entre o teste clássico e o simplificado, tanto pelo valor de kappa (0,934; IC95% 0,86 a 1,009), quanto pelo teste de McNemar (p=1,0000). O tempo despendido na execução dos testes foi significativamente menor com o teste simplificado (p<0,0001) e o custo do método simplificado foi discretamente inferior. CONCLUSÕES: o teste da condutividade do suor, seja em pacientes com diagnóstico previamente conhecido (com ou sem FC) ou quando realizado aleatoriamente, mostrou resultados superponíveis ao teste clássico e foi capaz de diferenciar pacientes com e sem FC. O teste simplificado apresentou alta sensibilidade e especificidade e houve excelente concordância entre os testes. O tempo de execução foi mais rápido e o custo inferior ao teste clássico.
Título en inglés
Sweat test for the diagnosis of cystic fibrosis: comparison between the classic and a simplified test
Palabras clave en inglés
Comparative study
Conductivity
Cystic fibrosis/diagnosis
Pilocarpine
Sweat
Resumen en inglés
INTRODUCTION: despite the identification of over 1500 CFTR (cystic fibrosis transmembrane conductance regulator) gene mutations, the sweat test is still the diagnostic test for cystic fibrosis (CF). The quantitative pilocarpine iontophoresis test (QPIT) is the gold-standard method for collection of sweat and chloride analyses, but is subjected to errors if not performed by qualified technicians. Although the technique using the macroduct system for sweat collection and the conductivity analysis is simpler and has good correlation with chloride levels in previous studies, it is still considered a screening test for CF. The best cut-off point of sweat conductivity to confirm or rule out CF must yet be established. OBJECTIVES: to compare the sweat chloride values obtained by the quantitative pilocarpine iontophoresis test (classic test) with sweat conductivity analysis obtained by the macroduct (simplified test) in patients with a confirmed CF diagnosis, in patients without CF and in a random sample of patients being investigated for CF. The cost and time spent to perform each test were also analysed in the initial phase of the study. METHODS: both techniques of sweat test were simultaneously performed initially in patients with CF, afterwards in patients in whom CF had been ruled out and finally in patients referred for a sweat test between February 2006 and October 2008. The cut-off values for sweat conductivity to exclude or diagnose CF were < 75 and >= 90 mmol/L and for the QPIT were sweat chloride ? 60 e > 60 mmol/L, respectively. Contingency tables were used in the initial phase of the study (cases with or without CF) for calculation of sensitivity (Se), specificity (Sp), positive (PPV) and negative predictive value (NPV) and Fisher's exact test was used to assess the association between the tests and the presence or absence of CF. ROC curve was used in the random sample of patients also for calculation of Se, Sp, PPV and NPV and also to calculate the area under the curve between both tests in both phases of the study to assess their accuracy. The respective 95% confidence intervals (95%CI) were also analysed. Kappa coefficient and McNemar tests were used for evaluation of agreement between the tests in the random sample of patients. Wilcoxon test was used to compare the time spent to perform each test, with the significant difference set at p < 0.05. RESULTS: in 52 CF patients (29M/23F, age range 1.5 to 18.2y) the median value of sweat Cl and conductivity were 114 and 122 mmol/L, respectively. All patients had sweat conductivity values above 95 mmol/L (100% sensitivity; 95%CI: 93.1 to 100%). In 50 patients without CF (24M/26F, age range 6m to 12.5y) the median value of sweat Cl and conductivity were 15.5 and 30 mmol/L, respectively. All patients had conductivity values bellow 70 mmol/L (100% specificity; 95%CI: 92.9 to 100%). Nine hundred and eighteen tests were then performed in patients being investigated for CF but 180 had inadequate samples. Of the 738 tests performed with both techniques in 714 CF was ruled out, with median values of sweat Cl of 11 mmol/L (range: 3 to 137 mmol/L) and of conductivity of 25 mmol/L (range: 14 to 138 mmol/L). Twenty four patients had a diagnosis of CF presenting a median sweat Cl of 87 mmol/L (range: 54 to 132 mmol/L) and a median conductivity value of 103 mmol/L (range: 50 to 126 mmol/L). The ROC curve showed that with a conductivity value > 90 mmol/L sensitivity of 83.3%, specificity of 99.7%, PPV of 90.9% and NPV of 99.4% was obtained to diagnose CF. The best conductivity cut-off value to exclude CF was < 75 mmol/L (NPV=99.7%; IC95%:99.0-100%). Good agreement were observed between the tests (kappa: 0.934; IC95% 0.86 a 1.009; McNemar test: p=1.0000). The time spent to perform the tests was significantly lower with the simplified test (p<0.0001) and the cost was slightly lower with the conductivity test. CONCLUSIONS: sweat conductivity performed in patients with a known CF or non-CF diagnosis or randomly applied in subjects referred for a sweat test showed similar results as the classic test and could differentiate patients with or without CF. Conductivity test had a high sensitivity and specificity and good agreement was observed between the techniques. The time spent to perform the tests was lower with the simplified test, as well as the cost.
 
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Fecha de Publicación
2010-06-22
 
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