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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2013.tde-12022014-144051
Documento
Autor
Nome completo
Elisa Kijner Gutt
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Busatto Filho, Geraldo (Presidente)
Bilyk, Bacy Fleitlich
Elkis, Helio
Martins, Ana Soledade Graeff
Paula, Cristiane Silvestre de
Título em português
Crianças e adolescentes em risco para esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar: um estudo comparativo
Palavras-chave em português
Adolescente
Comportamento do adolescente
Comportamento infantil
Criança
Esquizofrenia
Estudo comparativo
Grupos de risco
Saúde mental
Transtorno bipolar
Resumo em português
Introdução: Atualmente, muito tem se estudado a respeito de a esquizofrenia e do transtorno afetivo-bipolar (TAB) pertencerem a um continuum de sinais e sintomas que caracterizam o espectro da psicose, com etiologias que se sobrepõem parcialmente. O estudo comparativo de crianças filhas de pacientes com esquizofrenia e com transtorno bipolar pode ajudar na compreensão do quanto à vulnerabilidade para o desenvolvimento dessas patologias se assemelha e em quais momentos se diferencia. Os objetivos deste estudo foram comparar crianças e adolescentes em risco para esquizofrenia, para transtorno bipolar e um grupo sem risco para estes transtornos em relação a: 1) presença de problemas de saúde mental, diagnóstico psiquiátrico, competência social, quociente intelectual (QI); 2) associação entre presença de diagnóstico ou sintomas psiquiátricos nas crianças e a presença de diagnóstico psiquiátrico materno (esquizofrenia ou transtorno bipolar do humor), gravidade do diagnóstico materno, complicações obstétricas, nível socioeconômico dos pais, escolaridade da mãe. Métodos: Foi realizado estudo transversal comparando filhos de mulheres com diagnóstico de esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar, segundo critérios do DSM-IV, e filhos de mulheres sem transtornos mentais graves, na faixa etária de 6 a 18 anos. Os instrumentos utilizados para avaliação da psicopatologia das crianças e adolescentes foram o Child Behavior Checklist (CBCL), Youth Self Report (YSR) e o Schedule for affective disorders and schizophrenia for school aged children-lifetime version (KSADS- PL). A psicopatologia das mães foi avaliada com o uso da escala Structured Clinical Interview for DSM-IV Disorders (SCID-I/P) e o funcionamento/gravidade destas mulheres com a Global Assessment of Functioning (GAF). Para a avaliação do QI e funcionamento social das crianças foram utilizados as escalas Wechsler Abbreviated Scale of Intelligence (WASI) e Children's Global Assessment Scale (CGAS) respectivamente. O nível socioeconômico foi avaliado com o uso da escala da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) e um instrumento contendo dados demográficos e de gestação e parto foi criado para ser utilizado neste estudo. Resultados: Foram incluídos no estudo 67 filhos de mães com esquizofrenia, 65 filhos de mães com transtorno bipolar e 63 controles. Os filhos de mulheres com transtorno bipolar apresentaram maior prevalência de problemas comportamentais que os outros grupos, com maior prevalência tanto de problemas de internalização quanto de externalização, e apresentaram maior prevalência de diagnóstico de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e de transtorno de conduta. Os filhos de mulheres com esquizofrenia apresentaram pior eficiência intelectual quando comparados aos jovens em risco para transtorno bipolar, e pior ajustamento social quando comparados aos controles. Foi detectada uma diferença na presença de comportamentos agressivos entre os gêneros no grupo em risco para esquizofrenia. Os meninos em risco para esquizofrenia apresentaram prevalência muito menor de comportamentos agressivos que as meninas deste grupo e que tanto meninas quanto meninos dos demais grupos. Os fatores que se associaram à presença de problemas comportamentais nestas crianças e adolescentes além do diagnóstico materno foram: gravidade da doença materna, moradia com a mãe, ter sofrido riscos pela presença de psicopatologia materna, nível socioeconômico, escolaridade da mãe, possuir pai com problemas com uso de álcool ou outras substâncias, intercorrências durante a gestação e parto, mãe não ter sido internada durante crise na gestação. Conclusões: Os filhos de mães com TAB apresentaram mais problemas comportamentais e diagnósticos psiquiátricos, enquanto os filhos de mulheres com esquizofrenia apresentaram mais prejuízos cognitivos e de competência social e funcional. Contribuindo, assim, para a discussão de que as duas patologias possam ser entendidas como entidades diagnósticas distintas na medida em que diferenças aparecem nos jovens vulneráveis a elas
Título em inglês
Children and adolescents at risk for schizophrenia and Bipolar affective disorder: a comparative study
Palavras-chave em inglês
Adolescent
Adolescent behavior
Bipolar disorder
Child behavior
Children
Comparative study
Mental health
Risk groups
Schizophrenia
Resumo em inglês
Introduction: Nowadays a lot has been studied about schizophrenia and bipolar affective disorder being part of a continuum of signals and symptoms which characterize the spectrum of psychosis, with etiologies that are partially superseded. The comparative study of children who were sons of patients with schizophrenia and bipolar disorder can help understanding how much this vulnerability for these pathologies development is similar and in what moments it differs. The aims of this study have been to compare children and adolescents at risk for schizophrenia, bipolar disorder and a group without risk for these disorders in relation to: 1) The presence of mental health problems, psychiatric diagnosis, social competence, intelligence quotient; 2) The association between diagnosis presence or psychiatric symptoms in children and the presence of maternal psychiatric diagnosis (schizophrenia or mood bipolar disorder), severity of maternal diagnosis, obstetric complications, socioeconomic level, mother's educational level. Methods: A cross-sectional study has been done comparing the sons of women with schizophrenia and bipolar disorder, according to DSM-IV criteria, and sons of women without severe mental disorder, within the age group of 6 to 18. The instruments used for the evaluation of the children's and adolescents' psychopathology were the Child Behavior Checklist (CBCL), the Youth Self Report (YSR) and the Schedule for affective disorders and schizophrenia for school aged children-lifetime version (KSADS-PL). The psychopathology of the mothers was evaluated with the use of the scale Structured Clinical Interview for DSM-IV Disorders (SCID) and the functioning/severity of these women with Global Assessment of Functioning (GAF). For the evaluation of the intelligence quotient and children social function were used Wechsler Abbreviated Scale of Intelligence (WASI) and Children's Global Assessment Scale (CGAS) respectively. The socioeconomic level was evaluated with the use of the scale from Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) and an instrument containing demographic data and gestation/childbirth was created to be used in this study. Results: 67 sons of schizophrenic mothers were included in the study, 65 sons of mothers with bipolar disorder and 63 controls. The sons of women with bipolar disorder presented higher prevalence of behavior problems compared to the other groups, with a higher prevalence of both internalization and externalization problems, and they also presented higher diagnosis prevalence of attention deficit /hyperactivity disorder, and conduct disorder. The sons of women with schizophrenia presented worst intellectual efficiency when compared to youngsters with risk of bipolar disorder, and worst social adjustment when compared to the controls. A difference in the presence of aggressive behavior was detected among the genders in the group at risk for schizophrenia. Boys at risk for schizophrenia presented a much smaller prevalence of aggressive behavior compared to the girls in this group and also compared to boys and girls from the other groups. Besides the maternal diagnosis, the factors which were associated to the presence of behavior problems in these children and adolescents were: severity of the maternal disease, sharing residence with the mother, having suffered risk because of the presence of maternal psychopathology, socioeconomic level, mother's educational level, father who has a history of alcohol or other substance abuse, complications during gestation and childbirth, mother not being hospitalized when suffering a psychiatric crisis during pregnancy. Conclusions: The sons of mothers with bipolar disorder presented more behavior problems and psychiatric diagnosis, while the sons of mothers suffering from schizophrenia presented more cognitive, social and functional competence impairments. This conclusion corroborates for the discussion that both pathologies may be understood as distinct diagnostic entities insofar as differences appear in the youngsters who are vulnerable to them
 
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ElisaKijnerGutt.pdf (1.06 Mbytes)
Data de Publicação
2014-02-13
 
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