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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2010.tde-27082010-172817
Documento
Autor
Nome completo
Bernardo Carramão Gomes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Lafer, Beny (Presidente)
Elkis, Helio
Silvares, Edwiges Ferreira de Mattos
Título em português
Estudo controlado de terapia cognitivo comportamental em grupo no tratamento de pacientes com transtorno bipolar
Palavras-chave em português
Efetividade
Psicoterapia de grupo
Terapia comportamental cognitiva
Transtorno bipolar
Resumo em português
A Terapia Cognitivo-Comportamental é o tratamento de primeira linha para uma série de quadros dentro da Psiquiatria e é hoje a abordagem psicoterápica que reúne o maior número de ensaios controlados no tratamento do Transtorno Bipolar. Seu uso em formato de grupo para o Transtorno Bipolar já foi testada anteriormente em ensaios abertos que demonstraram boa aplicabilidade. Tal formato não foi aplicado em um ensaio controlado até o momento. Este foi um estudo realizado em duas fases. Inicialmente, ingressaram pacientes com Transtorno Bipolar do tipo I e II, com escores inferiores ou iguais a 8 na Escala de Hamilton para Depressão-17 itens, e inferiores ou iguais a 6 na Escala de Young para Mania. Os mesmos foram distribuídos randomicamente para receber tratamento padrão medicamentoso para Transtorno Bipolar (N = 27) ou a este acrescido Terapia Cognitivo- Comportamental em grupo (N = 23). A Terapia Cognitivo-Comportamental em grupo foi constituída de 18 sessões de 90 minutos cada, com duração total de seis meses, baseada em um protocolo experimental desenvolvido para este estudo. Na segunda fase, iniciada após o tratamento, todos os pacientes foram avaliados por entrevista telefônica, que foi repetida a cada três meses. As medidas de desfecho foram o intervalo de tempo até o primeiro episódio de humor e a presença de novos episódios no seguimento, de acordo com os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais - Quarta Edição (DSM-IV). Oitenta e um pacientes foram incluídos neste estudo, sendo que 50 já completaram a fase de intervenção e doze meses de acompanhamento e seus dados são apresentados neste estudo. A análise de intenção de tratar mostrou que não houve diferença entre os grupos para tempo até a primeira recaída (Wilcoxon = 0,667, p = 0,414). Quando considerada a polaridade da primeira recaída, este resultado manteve-se tanto para mania (Wilcoxon = 1,498, p = 0,221), quanto para depressão (Wilcoxon = 3,328, p = 0,068). A presença de episódios também não diferiu entre os grupos (2 = 0,28, p = 0,6). Neste estudo pioneiro, não conseguimos demonstrar aumento significativo na profilaxia de novos episódios de humor quando incluímos sessões de Terapia Cognitivo Comportamental em grupo ao tratamento usualmente oferecido a pessoas com Transtorno Bipolar
Título em inglês
Controlled study of cognitive behavioral therapy in group format for the treatment of patients with bipolar disorder
Palavras-chave em inglês
Bipolar Disorder
Cognitive Therapy
Effectiveness
Psychotherapy group
Resumo em inglês
Cognitive Behavioral Therapy (CBT) is the first-line treatment for a wide number of psychiatry disorders and it is, nowadays, the psychotherapeutic approach with the largest number of controlled trials for the treatment of bipolar disorder. Its use in group format for bipolar disorder has already been tested in open trials, demonstrating good feasibility. Such format has not yet been applied in a controlled trial. This is a two-phase study. For the initial phase, we selected bipolar I and II patients, with scores equal or lower to 8 in the Hamilton Depression Rating Scale 17 items, and equal or lower to 6 in the Young Mania Rating Scale. They were then randomly selected for receiving pharmacological treatment alone (N = 27), or added to 18 sessions of group CBT (N = 23). The sessions were based on an experimental manual developed for this study and lasted 90 minutes each, for a total of six months. The second phase, initiated after the treatment was completed, all patients were evaluated by telephone interview, repeated every three months. The outcome measures were the interval until the first new episode and the presence of new episodes following the treatment, according to the criteria defined by the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - Fourth Edition (DSM IV). Eighty one patients were included in this study, of which fifty have completed the intervention phase and a twelve-month follow-up. Their results are presented in this study. Intention-to-treat analysis showed that there was no difference between groups in terms of time until the first relapse (Wilcoxon = 0.667; p= 0.414). When considering the polarity of the first relapse, this result remained the same for both depressive (Wilcoxon = 3.328; p=0.068), and mania (Wilcoxon =1.498; p=0.221) episodes. The presence of episodes was not statistically different between groups (2 = 0.28, p= 0.6) either. In this pioneer study, we could not demonstrate a significant improvement in the prophylaxis of new mood episodes when adding group CBT sessions to the treatment commonly offered to people with bipolar disorder
 
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Data de Publicação
2010-08-27
 
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