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Thèse de Doctorat
DOI
10.11606/T.5.2006.tde-04042007-082907
Document
Auteur
Nom complet
Lea Tenenholz Grinberg
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2006
Directeur
Jury
Jacob Filho, Wilson (Président)
Bohm, Gyorgy Myklós
Chimelli, Leila Maria Cardão
Lancellotti, Carmen Lucia Penteado
Nitrini, Ricardo
Titre en portugais
Estendendo o espectro das degenerações lobares frontotemporais: revisão de uma série clinicopatológica de 833 de demências
Mots-clés en portugais
Doença de Alzheimer
Doenças cerebrais
Envelhecimento
Neurologia
Patologia
Psiquiatria geriátrica
Resumé en portugais
As demências Frontotemporais (DFT) compreendem 2 fenótipos clínicos: distúrbios comportamentais ou de linguagem. Coletivamente, as DFT podem ser causadas por um grupo diversas de doenças neurodegenerativas chamadas degeneração lobar frontotemporal (DLFT). Novas entidades têm sido descritas neste grupo e o conceito está em constante evolução. Parte dos mecanismos envolvidos na morte celular nas DLFTs também são observados n envelhecimento normal. Determinar as entidades e freqüência das DLFTs em uma série com utilização de imunoistoquímica. Uma série prospectiva de 833 casos avaliados prospectivamente no Centro de Pesquisas de Doença de Alzheimer da Washington University - EUA. Os casos de DFT foram selecionados por critérios clínicos e a classificação neuropatológica foi baseada em protocolos universalmente aceitos para DLFT. Dos casos de demência, 53(6,3%) atenderam aos critérios clínicos e neuropatológicos para DLFT. Outros 8 casos atenderam apenas aos critérios clínicos de DFT. As tauopatias representaram 40% dos casos. Entretanto, a maioria dos casos apresentava inclusões ubiquitina-positivas e tau-negativas. Esclerose hipocampal e alterações do tipo Doença de Alzheimer foram encontradas em 12 e 10 casos, respectivamente. Apesar da DLFT-U ter sido a entidade mais freqüente nesta série, entidades e menos comuns não incluídas nas recomendações de McKhann também podem apresentar fenótipo clínico de DFT. A inclusão destas novas entidades é mais uma evidência de que os sintomas clínicos são mais dependentes das áreas acometidas do que da entidade em si. A melhor compreensão desses mecanismos tem um grande potencial em auxiliar no desenvolvimento de medidas que possam modular ou retardar os efeitos do envelhecimento no cérebro, além é claro de trazer possibilidade de tratamento, hoje inexistente, para os pacientes acometidos.
Titre en anglais
Extending the neuropathological spectrum of frontotemporal lobar degenerations: review of 833 prospectively assessed dementia cases
Mots-clés en anglais
Aging
Alzheimer disease
Brain diseases
Geriatric psychiatry
Neurology
Pathology
Resumé en anglais
Frontotemporal dementia (FTD) encompasses two clinical phenotypes: progressive behavioral change and language disorder. Collectively, FTD may be caused by a diverse group of neurodegenerative diseases called frontotemporal lobar degenerations (FTLDs). New entities have been described and the nosology of FTLDs continues to evolve. To determine the type and frequency of FTLDs in a series using contemporary immunohistochemical methods. Eight hundred and thirtythree dementia cases were prospectively assessed at Washington University Alzheimer Disease Research Center (WUADRC) and cases with clinical FTD were identified using existing diagnostic criteria and neuropathologic entities were ascertained using immunohistochemistry and contemporary diagnostic criteria. Of the dementia cases, 53(6.3%) met clinical criteria for FTD; 45(5.1%) fulfilled both clinical and neuropathological criteria for FTLD, and another 8 fulfilled only the clinical criteria. Forty percent of the cases were tauopathies. However, most FTLD cases were characterized by ubiquitin-positive, tau-negative inclusions. Co-existing hippocampal sclerosis and AD-type changes were observed in 12 and 10 cases, respectively. Although FTLD-MND-type is the most frequent FTLD in this prospectively assessed series, less common entities not included in the McKhann criteria, may also present clinically as FTD and should be considered as part of the neuropathologic spectrum of FTLDs that may be encountered in the dementia clinic. The better understanding of the cell death mechanisms related to those entities is likely to contribute for the development of a treatment for FTLD as well for a way of modulate brain aging.
 
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leatgrinberg.pdf (1.73 Mbytes)
Date de Publication
2007-04-09
 
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