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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2011.tde-09082012-111746
Documento
Autor
Nome completo
Nadia Vilela
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2011
Orientador
Banca examinadora
Carvallo, Renata Mota Mamede de (Presidente)
Durante, Alessandra Spada
Wertzner, Haydée Fiszbein
Título em português
Variação no desempenho auditivo em crianças com transtorno fonológico e do processamento auditivo após programa de estimulação
Palavras-chave em português
Audição
Criança
Percepção auditiva
Plasticidade neuronal
Testes auditivos
Transtornos da articulação
Transtornos da audição/reabilitação
Resumo em português
INTRODUÇÃO: O treino auditivo tem sido uma importante ferramenta para estimular indivíduos com transtorno do processamento auditivo (central) (TPA(C)). Além disso, não é rara a presença de TPA(C) em crianças com transtorno fonológico. OBJETIVOS: Elaborar programa de estimulação auditiva, assim como comparar o desempenho em testes comportamentais do processamento auditivo (central) (PA(C)) em crianças com transtorno fonológico que passaram por treino auditivo formal e informal. MÉTODO: Foi desenvolvido programa de estimulação auditiva com objetivo de obter material controlado para o treino auditivo informal. Foram avaliados 15 indivíduos com transtorno fonológico (limiares tonais 20 dBNA nas freqüências de 0,50 a 4 kHz e idade entre 7:0 e 10:11 anos) por meio dos testes Identificação de Figuras com Ruído Competitivo Ipsilateral, Dicótico de Dígitos, Padrão Temporal de Freqüência e Padrão Temporal de Duração, formando três grupos: Grupo Controle (grupo C) composto por cinco sujeitos (com média de 9,1 anos) com alteração em apenas um teste comportamental do PA(C); Grupo Treino Auditivo Formal (grupo TAF) com cinco sujeitos (com média de 8,3 anos) com alteração em pelo menos dois testes do PA(C); e Grupo Treino Auditivo Informal (grupo TAI), com cinco sujeitos (com média de 8,1 anos), com alteração em pelo menos dois testes. Todos os participantes foram avaliados quanto ao grau de severidade do transtorno fonológico e realizaram duas avaliações do PA(C), com intervalo de seis a oito semanas, sem receber qualquer intervenção fonoaudiológica. Após a segunda avaliação do PA(C), as crianças do grupo TAF foram submetidas a oito sessões de treino auditivo formal e as crianças do grupo TAI receberam oito sessões de treino auditivo informal. Após o TAF e TAI, as crianças foram reavaliadas quanto ao PA(C). RESULTADOS: O grau de severidade do transtorno fonológico foi diferente entre o grupo Controle e os grupos TAF e TAI (p= 0,007). Após oito sessões de TAI houve melhora em todos os testes aplicados, exceto para o teste Dicótico de Dígitos na orelha direita. Entre a primeira e a terceira avaliação do PA(C), observou-se diferença estatística no grupo TAI para o teste Identificação de Figuras na orelha direita e esquerda (p=0,02). Houve melhora no desempenho auditivo pré e pós treino nos grupos TAF e TAI, embora sem diferença estatística. CONCLUSÃO: A gravidade do transtorno pareceu ter relação com a presença de TPA(C). A aplicação de oito sessões de TAI também foi capaz de provocar melhora no desempenho das crianças com TPA(C) e transtorno fonológico
Título em inglês
Variation in auditory performance in children with phonological and auditory processing disorders after stimulation program
Palavras-chave em inglês
Articulation disorders
Auditory perception
Child
Hearing
Hearing disorders/rehabilitation
Hearing tests
Neuronal plasticity
Resumo em inglês
BACKGROUND: The auditory training has been being an important tool to stimulate individuals with (Central) Auditory Processing Disorder ((C)APD). Moreover, the presence of (C)APD in children with phonological disorders is not uncommon. PURPOSE: The development of an auditory stimulation program, and the comparison of the performance in behavioral tests of (central) auditory processing ((C)AP) in children with phonological disorders who have undergone formal and informal auditory training. METHODS: A program of auditory stimulation was developed in order to obtain controlled material for informal auditory training. Fifteen subjects with phonological disorder ( 20 dB HL tone thresholds at frequencies from 0.50 to 4 kHz and age between 7:0 and 10:11 years) were evaluated through the Figure Identification test with ipsilateral competitive noise, Dichotic Digits test, Pitch Pattern Sequence and Duration Pattern Sequence test, forming three groups: The Control Group (C group) consisting of five subjects (average 9.1 years) with alteration in only one behavioral test of the (C)AP; the Formal Auditory Training Group (FT group) with five subjects (average 8.3 years) with alteration in at least two (C)AP tests; and the Informal Auditory Training Group (IT group), with five subjects (average 8.1 years) with alteration in at least two tests. All participants were assessed for degree of severity of phonological disorders and conducted two evaluations of the (C)PA at intervals of six to eight weeks without receiving any therapy. After the second evaluation of the (C)AP, the children of the FT group underwent eight formal auditory training sessions and the children of the IT group received eight sessions of informal auditory training. After the FT and IT, the children have been re-evaluated on the (C)AP. RESULTS: The severity of phonological disorder was different between the control group and the FT and IT groups (p=0,007). After eight sessions of IT there was an improvement in all tests, except for the Dichotic Digits test in the right ear. Between the first and the third evaluation of (C)AP, a statistical difference was observed in the IT group for the figure identification test in the right and left ears (p=0,02). Improvement occurred in auditory performance before and after training in the FT and IT groups, although no statistical difference was observed. CONCLUSION: The severity of the disorder seems to be related to the presence of (C)APD. The application of eight sessions of IT was also able to induce improvement in the performance of children with (C)AP and phonological disorders
 
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NadiaVilela.pdf (1.37 Mbytes)
Data de Publicação
2012-08-21
 
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  • Vilela, Nadia, et al. Processamento temporal de crianças com transtorno fonológico submetidas ao treino auditivo: estudo piloto [doi:10.1590/S2179-64912012000100008]. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Jornal [online], 2012, vol. 24, p. 42-48.
  • CARVALLO, R. M. M., et al. Temporal Resolution in Mild Hearing Loss. In 28th World Congress of the Internacional Association of Logopedics and Phoniatrics, Atenas, 2010. 28th IALP Proceedings.Atenas : Parisianou, 2010.
  • Soares A J C, et al. ASSOCIATION BETWEEN TEMPORAL AUDITORY PROCESSING AND PHONOLOGICAL AWARENESS IN CHILDREN WITH READING AND WRITING DISORDERS. In 29 World Congress of the IALP, Torino, 2013. 29 World Congress of the IALP Abstract Book.Torino, 2013. Abstract.
  • VILELA, N., et al. Treino auditivo informal do processamento temporal de crianças com transtorno fonológico. In 26º Encontro Internacional de Audiologia, Maceió, 2011. Anais do 26º Encontro Internacional de Audiologia., 2011. Resumo.
  • VILELA, N., e CARVALLO, R. M. M. Variação no desempenho auditivo em crianças com transtorno fonológico e processamento auditivo após programa estimulação. In 27º Encontro Internacional de Audiologia, Bauru, 2012. Anais do 27º Encontro Internacional de Audiologia., 2012. Resumo. Dispon?vel em: http://www.audiologiabrasil.org.br/eiabauru2012/anais2012/trabalhos_select.php?tt=Busca&id_artigo=302.
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