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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Deise Ferreira da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Tanaka, Clarice (Presidente)
Curiati, José Antonio Esper
Fló, Claudia Marina
Pompeu, José Eduardo
Título em português
O uso do Mini-BESTest e da Morse Fall Scale na avaliação do risco de quedas durante a internação e no pós alta de pessoas idosas
Palavras-chave em português
Acidente por quedas
Escala de Risco de Morse
Hospitalização
Idoso
Medição de risco
Mini-BESTest
Resumo em português
Introdução: As quedas hospitalares interferem na funcionalidade do paciente durante e após a hospitalização. Nosso objetivo foi verificar se uma escala de identificação do risco de quedas (Morse Fall Scale) e um teste de avaliação de equilíbrio dinâmico (Mini-BESTest) identificam os idosos caidores durante e após hospitalização. Método: Trata-se de um estudo coorte prospectivo com análise retrospectiva. Participaram 154 idosos (>=65 anos) internados em duas enfermarias não cirúrgicas de Clínica Médica e Geriatria de um Hospital Universitário de porte extra. Foram realizadas avaliações do Mini-BESTest e da Morse Fall Scale (MFS) na admissão e na alta hospitalar. O acompanhamento das quedas foi feito por telefone em 1, 3 e 6 meses após alta hospitalar. Resultados: Os idosos foram divididos em: caidores (Grupo Q, n=5) e não caidores (Grupo NQ, n=149) na hospitalização. Na admissão não houve diferença significativa entre os Grupos Q e NQ nas ferramentas avaliadas (Mini-BESTest Q=23, NQ=20, p=0.85; MFS Q=25, NQ=15, p=0,87) e na alta hospitalar apenas na MFS (Mini-BESTest Q=20, NQ=22, p=0,22; MFS Q=50, NQ=25, p=0,01). Nos domínios "Respostas Posturais" do Mini- BESTest e nos domínios "Histórico de Quedas" e "Tipo de Marcha" da MFS houve diferença entre Q e NQ na alta (respectivamente, =0,02; p=0,01; p=0,02). Foi realizada uma subanálise com pareamento de dados por gênero, idade e comorbidades e também não foram encontradas diferenças clínicas, demográficas e nos escores das escalas entre os grupos Q (n=5) e NQp (n=10) (p > 0,05). Na predição de quedas pós-alta o Mini-BESTest apresentou AUC=0,53, p=0,50, sensibilidade 48,8% e especificidade 59,5%, já a MFS apresentou AUC=0,56, p=0,20, sensibilidade 44,2% e especificidade 72%. Houve um aumento de caidores nos 6 meses de Follow-up (11,2%, 15,6% e 17,1%;), e os pacientes com baixo risco de queda pela MFS tiveram mais quedas no Follow-up do que os pacientes de alto risco. Conclusão: Mini-BESTest e a Morse Fall Scale não identificaram os idosos caidores durante e após a hospitalização, apesar de alterações nos domínios na alta hospitalar e do aumento de quedas no Follow-up
Título em inglês
The use of the Morse Fall Scale and Mini-BESTest to evaluate risk identification of falls during hospitalization and post-hospital discharge in elderly
Palavras-chave em inglês
Aged
Hospitalization
Mini-BESTest
Morse Fall Scale
Risk assessment
Sccidental falls
Resumo em inglês
Introduction: Hospital falls interfere with the patient's functionality during and after hospitalization. This study aimed to identify whether the Morse Fall Scale and Mini-BESTest can identify fall risk in elderly patients during and after hospitalization. Method: This is a prospective cohort study with retrospective analysis. A total of 154 consecutive elderly patients (>=65 years old) who were hospitalized at two clinical wards in a tertiary Hospital were included in the study. Mini-BESTest and Morse Fall Scale (MFS) assessments were carried out at hospital admission and discharge. The occurrence of falls was evaluated by phone calls 1, 3 and 6 months after hospital discharge. Results: Patients were divided in two groups, those who had falls (F group, n=5) and those who did not fall (NF group, n=149) during hospitalization. At hospital admission, no differences were observed between the F and NF groups in the Mini-BESTest (F=23 vs. NF=20; p=0.85) and MFS (F=25 vs. NF=15; p=0.87) scores. At hospital discharge, the F and NF groups had similar scores in the Mini-BESTest (F=20 vs. NF=22; p=0.22) but differences in the MFS (F=50 vs. NF=25; p=0.01). The domain assessments for "postural responses" of the Mini-BESTest and "history of falls" and "type of gait" of the MFS were different between the F and NF groups at hospital discharge (p=0.02, p=0.01 and p=0.02, respectively). A sub analysis was performed with data matching by gender, age and comorbidities and no clinical, demographic and scales differences were observed between the group F (n=5) and group NFm (n=10) (p > 0.05). In the prediction of post-discharge falls, the Mini-BESTest presented AUC = 0.53, p = 0.50, sensitivity 48.8% and specificity 59.5%, the MFS presented AUC=0.56, p=0. 20, sensitivity 44.2% and specificity 72%. There was an increase in the number of patients who fell from the 1st to the 6th month of follow-up (from 11.2% to 17.1%), and the patients with low and medium fall risk determined by the MFS had more falls in the follow-up period than those classified as high risk. Conclusion: Our results suggest that neither the Mini-BESTest nor the MFS identified elderly fall risk during and after hospitalization. In addition, we observed the need to supervise elderly patients after hospitalization
 
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Data de Publicação
2019-08-07
 
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