• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
 
  Bookmark and Share
 
 
Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.5.2019.tde-09122019-161141
Documento
Autor
Nome completo
Dayane Aparecida Nascimento Barbosa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Matas, Carla Gentile (Presidente)
Gil, Daniela
Lobo, Ivone Ferreira Neves
Samelli, Alessandra Giannella
Título em português
Potenciais evocados auditivos em doenças desmielinizantes na infância
Palavras-chave em português
Eletrofisiologia
Esclerose múltipla
Neuromielite óptica
Substância branca
Testes auditivos
Transtornos da audição
Resumo em português
INTRODUÇÃO:Em crianças, uma doença desmielinizante aguda pode evoluir como uma doença multifásica com várias recidivas, tais como a esclerose múltipla (EM) e neuromielite óptica (NMO). O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) é um potencial de curta latência que permite a análise neurofisiológica da via auditiva, desde a orelha interna até o tronco encefálico alto. Os Potenciais Evocados Auditivos de Longa Latência (PEALL) refletem a atividade neuroelétrica da via auditiva nas regiões do tálamo e córtex auditivo, estruturas responsáveis pelas funções de discriminação, integração e atenção, fornecendo informações sobre o funcionamento do Sistema Nervoso Auditivo Central (SNAC). Portanto, os PEATE e PEALL contribuem para a identificação das alterações retrococleares ou outras alterações do SNAC. OBJETIVO: caracterizar os potenciais evocados auditivos de tronco encefálico e de longa latência em crianças e adolescentes com EM e NMO, e verificar os valores diagnósticos destes potenciais em cada uma das doenças desmielinizantes. MÉTODOS: A casuística foi composta por dois grupos estudo (GE1 - esclerose múltipla, GE2 - neuromielite óptica) e dois grupos comparação (GC1 e GC2), pareados por idade e gênero (faixa etária de 9 a 18 anos 11 meses). Foram realizadas avaliação audiológica básica e avaliação eletrofisiológica da audição por meio dos PEATE e PEALL. Os resultados obtidos nos indivíduos do GE1 e do GE2 foram comparados entre si e com os dados obtidos nos indivíduos com desenvolvimento típico (GC1 e GC2). RESULTADOS: Em relação ao PEATE, na análise dos dados qualitativos não houve diferença estatisticamente significante entre GE1 e GE2, porém o GE1 apresentou maior ocorrência de alterações (alteração mais frequente foi de tronco encefálico alto no GE1 e de tronco encefálico baixo no GE2); na análise dos dados quantitativos houve diferença estatisticamente significante para o interpico III-V, sendo que o GE1 apresentou maior valor quando comparado com o GE2. No que diz respeito aos PEALL, na análise dos dados qualitativos não houve diferença estatisticamente significante entre GE1 e GE2, porém observou-se maior número de alterações no GE2; na análise quantitativa, ao compararmos os grupos GE1 e GE2, verificou-se diferença estatisticamente significante para a latência de N2 (maior valor para GE2), para a amplitude P2-N2 (menor valor para GE1); e para a amplitude P300 (menor valor para o GE2). Quanto aos valores de sensibilidade, especificidade e acurácia para o PEATE, observou-se 63,64%, 100% e 81,82% respectivamente para o GE1; 33,34%, 100% e 66,67% respectivamente para o GE2. Para o PEALL, observou-se 36,36%, 90,91% e 63,64% respectivamente para o GE1; 66,67%, 88,89% e 77,78% respectivamente para o GE2. Conclusão: Indivíduos com EM apresentaram maior ocorrência de alterações no PEATE e indivíduos com NMO maior ocorrência de alterações no PEALL. Evidencia-se a necessidade de mais estudos nesta população, bem como mais estudos sobre a contribuição e a eficácia do PEATE e do PEALL no diagnóstico diferencial da EM e da NMO
Título em inglês
Auditory evoked potentials in childhood demyelinating diseases
Palavras-chave em inglês
Electrophysiology
Hearing disorders
Hearing tests
Multiple sclerosis
Neuromyelitis optica
White matter
Resumo em inglês
INTRODUCTION: In children, an acute demyelinating disease may evolve as a multiphasic disease with multiple relapses, such as multiple sclerosis (MS) and optic neuromyelitis (ONM). Brainstem Auditory Evoked Potential (BAEP) is a short latency potential that allows the neurophysiological analysis of the auditory pathway, from the inner ear to the upper brainstem. Long Latency Auditory Evoked Potentials (LLAEP) reflect the neuroelectric activity of the auditory pathway in the thalamus and auditory cortex regions, structures responsible for discrimination, integration and attention functions, providing information about the Central Auditory Nervous System (CANS). Therefore, BAEP and LLAEP contribute to the identification of retrocochlear alterations or other changes in the CANS. OBJECTIVE: to characterize BAEP and LLAEP in children and adolescents with MS and ONM, and to verify the diagnostic values of these potentials in each of the demyelinating diseases. METHODS: The study group consisted of two study groups (GE1 - multiple sclerosis, GE2 - optic neuromyelitis) and two comparison groups (GC1 and GC2), matched by age and gender (age range 9 to 18 years 11 months). Basic audiological evaluation and electrophysiological assessment of hearing were performed through the BAEP and LLAEP. The results obtained in the individuals of GE1 and GE2 were compared among themselves and with the data obtained in the individuals with typical development (GC1 and GC2). RESULTS: Regarding the BAEP, in the analysis of the qualitative data there was no statistically significant difference between GE1 and GE2, but the GE1 presented a higher occurrence of alterations (more frequent alteration was of a upper brainstem in GE1 and of a low brainstem in GE2); in the analysis of the quantitative data there was a statistically significant difference for the interpeak III-V, being that the GE1 presented higher value when compared to the GE2. Regarding LLAEP, in the analysis of the qualitative data there was no statistically significant difference between GE1 and GE2, but a greater number of GE2 alterations were observed; in the quantitative analysis, when comparing the groups GE1 and GE2, there was a statistically significant difference for the N2 latency (higher value for GE2), for the P2-N2 amplitude (lower value for GE1); and for the P300 amplitude (lower value for GE2). Regarding the values of sensitivity, specificity and accuracy for BAEP, were observed 63,64%, 100% and 81,82% respectively for GE1; 33,34%, 100% and 66,67% respectively for the GE2. For the LLAEP, 36,36%, 90,91% and 63,64%, respectively, were observed for GE1; 66,67%, 88,89% and 77,78% respectively for the GE2. CONCLUSION: Individuals with MS had higher occurrences of alterations in BAEP and individuals with ONM had a higher occurrence of alterations in LLAEP. There is evidence of the need for further studies in this population, as well as more studies on the contribution and efficacy of BAEP and LLAEP in the differential diagnosis of MS and ONM
 
AVISO - A consulta a este documento fica condicionada na aceitação das seguintes condições de uso:
Este trabalho é somente para uso privado de atividades de pesquisa e ensino. Não é autorizada sua reprodução para quaisquer fins lucrativos. Esta reserva de direitos abrange a todos os dados do documento bem como seu conteúdo. Na utilização ou citação de partes do documento é obrigatório mencionar nome da pessoa autora do trabalho.
Data de Publicação
2019-12-10
 
AVISO: Saiba o que são os trabalhos decorrentes clicando aqui.
Todos os direitos da tese/dissertação são de seus autores
CeTI-SC/STI
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP. Copyright © 2001-2020. Todos os direitos reservados.