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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.58.2012.tde-23052012-170833
Documento
Autor
Nome completo
Flavia Adelino Suaid
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2012
Orientador
Banca examinadora
Grisi, Marcio Fernando de Moraes (Presidente)
Novaes Junior, Arthur Belem
Polido, Waldemar Daudt
Schwartz Filho, Humberto Osvaldo
Vidigal Junior, Guaracilei Maciel
Título em português
Remodelação da tábua óssea vestibular em implantes imediatos e em alvéolos pós-extração, utilizando cirurgias sem retalho, com ou sem biomaterial. Estudo comparativo em cães
Palavras-chave em português
biomaterial
cirurgias sem retalho
enxerto ósseo sintético
implante imediato
Resumo em português
Recentes estudos em animais tem demonstrado pronunciada reabsorção da tábua óssea vestibular, após a colocação de implantes imediatos. A realização de cirurgias sem retalho para a colocação de implantes imediatos, e a utilização de enxertos ósseos nos gaps, representam alternativas viáveis para minimizar a reabsorção da tábua óssea vestibular e, dessa forma, otimizar a osseointegração. O presente trabalho se propôs a investigar a remodelação da tábua óssea vestibular, associada ou não ao enxerto ósseo sintético no gap entre a superfície do implante e a tábua vestibular, em cirurgias sem retalho. Neste contexto, implantes posicionados ao nível da tábua óssea vestibular, e 2.0 mm subcrestal foram comparados. Metodologicamente, os pré-molares mandibulares bilaterais de 8 cães foram extraídos sem retalho, 4 implantes foram instalados nos alvéolos de cada lado, e posicionados 2.0 mm da tábua óssea vestibular originando o gap. Os seguintes grupos foram testados: implantes equicrestal associado com o enxerto ósseo sintético (grupo teste equicrestal-GTEC), implantes equicrestal com coágulo sanguíneo (grupo controle-GCEC), implantes 2.0 mm subcrestal associado com o enxerto ósseo sintético (grupo teste subcrestal-GTSC) e implantes 2.0 mm subcrestal com coágulo sanguíneo (grupo controle-GCSC). Uma semana após as cirurgias, próteses metálicas foram instaladas. Marcadores ósseos foram administrados 1, 2, 4 e 12 semanas após as cirurgias para a análise da fluorescência. Doze semanas após a colocação dos implantes os animais foram sacrificados. Para a análise radiográfica, cortes vestíbulo-linguais foram realizados nos blocos com os implantes individualizados, e imagens digitais radiográficas foram obtidas. Para a análise histomorfométrica, lâminas foram preparadas através dos blocos seccionados. A análise radiográfica revelou que o grupo teste subcrestal apresentou maior perda da tábua óssea vestibular com diferença estatisticamente significante quando comparado com os grupos equicrestais (p<0,05). Não foi observada diferença significativa entre os grupos em relação à distância linear, e a presença ou ausência de neoformação tecidual no gap residual. A avaliação histomorfométrica demonstrou resultados significativos para o grupo teste equicrestal, sem perda da tábua óssea vestibular. Em relação aos outros parâmetros, o grupo controle subcrestal apresentou melhores resultados. A nova formação de tecido ósseo foi determinada pela quantificação da fluorescência dos marcadores em áreas adjacentes e distantes às superfícies dos implantes. As áreas adjacentes mostraram diferentes resultados entre os grupos, e pequeno um decréscimo na 12a semana, exceto para o grupo controle subcrestal, que apresentou um aumento. As áreas distantes mostraram um aumento contínuo na formação óssea. Os implantes equicrestais apresentaram insignificativa perda da tábua óssea vestibular. No entanto, os implantes subcrestais mostraram maior perda da tábua óssea vestibular, mesmo com a presença do enxerto ósseo. No entanto, a tábua vestibular manteve-se sempre coronal ao ombro do implante. Ambos os grupos equicrestais e subcrestais testes e controles foram beneficiados nas fases iniciais do processo de formação óssea como evidenciado pela análise de fluorescência.
Título em inglês
Buccal bone plate remodeling after immediate implants and tooth extraction using the flapless approach with or without grafting material
Palavras-chave em inglês
gap filling
Immediate implant
synthetic bone graft
tooth extraction
tooth socket
Resumo em inglês
Recent studies in animals have shown pronounced resorption of the buccal bone plate after immediate implantation. The use of flapless surgical procedures prior to the installation of immediate implants, as well as the use of synthetic bone graft in the gaps represent viable alternatives to minimize buccal bone resorption and to favor osseointegration. The aim of this study was to evaluate the healing of the buccal bone plate following immediate implantation using the flapless approach, and compare this process with sites in which a synthetic bone graft was or was not inserted into the gap between the implant and the buccal bone plate. Lower bicuspids from 8 dogs were bilaterally extracted without the use of flaps and 4 implants were installed in the alveoli in each side of the mandible and were positioned 2.0 mm from the buccal bone plate (gap). Four groups were devised: 2.0 mm subcrestal implants (3.3 x 8 mm) using bone grafts (SCTG), 2.0 mm subcrestal implants without bone grafts (SCCG), equicrestal implants (3.3 x 10 mm) with bone grafts (ECTG) and equicrestal implants without bone grafts (ECCG). One week following the surgical procedures, metallic prostheses were installed and within 12 weeks the dogs were sacrificed. The blocks containing the individual implants were turned sideways and radiographic imaging was obtained to analyze the remodeling of the buccal bone plate. In the analysis of the resulting distance between the implant shoulder and the bone crest (IS-BC), statistically significant differences were found in the SBTG when compared to the ECTG (p=0.02) and ECCG (p=0.03). For meanvalue comparison of the resulting linear distance between the implant surface and the buccal plate (GAP-L) no statistically significant difference was found between all the groups (p>0.05). The same result was observed in the parameter for presence or absence of tissue formation between the implant surface and buccal plate (GAPA). Equicrestally placed implants, in this methodology, presented little or no loss of the buccal bone. The subcrestally positioned implants presented loss of buccal bone, even though synthetic bone graft was used. The buccal bone, however, was always coronal to the implant shoulder.
 
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Data de Publicação
2012-09-21
 
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