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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.58.2009.tde-19032010-110219
Document
Author
Full name
Edélcio Garcia Júnior
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Ribeirão Preto, 2009
Supervisor
Committee
Leonardo, Mario Roberto (President)
Bezerra, Ana Cristina Barreto
Silva, Raquel Assed Bezerra da
Title in Portuguese
Ionômero de vidro resinoso nanoparticulado: avaliação de propriedades físico-químicas e biológicas
Keywords in Portuguese
compatibilidade tecidual
contração de polimerização
ionômero de vidro modificado por resina
Ketac N100
liberação de flúor
Abstract in Portuguese
O objetivo deste estudo foi avaliar o cimento de ionômero de vidro modificado por resina de nanopartículas Ketac™N100, por meio de três metodologias diferentes: resposta tecidual em subcutâneo de camundongos isogênicos, liberação de flúor e tensão de contração de polimerização, in vitro. Foram utilizados 90 camundongos isogênicos da linhagem BALB/c, divididos em 9 grupos (n=10), nos quais foram implantados tubos de polietileno contendo o Ketac™ 100, ChemFilR (ionômero de vidro convencional) ou tubo vazio. Nos períodos experimentais de 7, 21 e 63 dias o tubo e o tecido adjacente foram removidos para análise microscópica. Para o ensaio de avaliação da tensão de contração de polimerização, foram utilizados dois bastões de vidro fixados a uma máquina de ensaio universal. Nos bastões foi acoplado um extensômetro para medição da força de contração de polimerização de cinco materiais (Resina Filtek™Z350, CompoglassR F, VitremerMR, Ketac™N100 e ChemFilR), com 10 corpos de prova para cada material. Para o ensaio de liberação de flúor, foram confeccionados 8 corpos de prova de 3 diferentes materiais (Ketac™ 100, Vidrion R e Resina Filtek™ Z250), colocados individualmente em 1 ml de saliva artificial. O corpo de prova foi trocado a cada dia por 15 dias e a solução obtida utilizada para a leitura do íon fluoreto.Os resultados microscópicos evidenciaram que a inflamação presente na abertura dos tubos, aos 7 dias, sofreu uma diminuição em área e espessura até os 63 dias, nos 2 materiais e no grupo controle. Comparando a área da reação inflamatória o Ketac™N100 foi diferente estatisticamente do ChemFilR, nos períodos de 7 e 21 dias (p>0,05), com uma área menor para o Ketac™N100. A espessura da reação inflamatória nos períodos de 7 e 21 dias apresentou valores semelhantes entre o Ketac™N100 e ChemFilR (p>0,05). Aos 63 dias, os valores foram estatisticamente diferentes, com um pequeno aumento de espessura para o Ketac™N100. Os valores de tensão de contração de polimerização obtidos seguiram a seguinte ordem crescente: ChemFilR < VitremerMR < Ketac™N100 < CompoglassR F ~ Filtek™Z350 (p>0,05). Quando comparados dois a dois, o ionômero modificado por resina de nanopartículas Ketac™N100 se aproximou mais dos valores da resina Filtek™ Z350 (p>0,05) do que do ionômero de vidro convencional ChemFilR (p<0,05). A sua liberação de flúor ocorreu mais significativamente nos dois primeiros dias, com valores médios 33% menores em comparação ao Vidrion R. Concluímos que o ionômero resinoso nanoparticulado Ketac™N100 é um material que induz uma resposta inflamatória tecidual satisfatória em subcutâneo de camundongos isogênicos. Sua contração de polimerização foi menor do que de a resina Filtek™ Z350 e a liberação de flúor foi um terço menor do que a dos ionômeros convencionais.
Title in English
Resin modified nano ionomer: physical-chemical and biological evaluation
Keywords in English
fluoride release
Ketac N100
nanoparticles
polymerization shrinkage
resin modified glass ionomer
tissue compatibility
Abstract in English
The aim of this study was to evaluate the resin modified nano ionomer Ketac™N100, by three different methodologies: tissue response in of isogenic mice subcutaneous, fluoride release and shrinkage stress of polymerization in vitro. We used 90 isogenic mice (BALB / c), divided into 9 groups (n = 10), which were implanted with polyethylene tubes containing Ketac™ 100, ChemFilR (Ionomer conventional) or empty tube. In the experimental periods of 7, 21 and 63 days the tube and the surrounding tissue were removed for microscopic analysis. To evaluating the stress of contraction of polymerization, we used two glass rods attached to a universal testing machine. In the rods was attached to an extensometer to obtain the measure of the polymerization shrinkage strength of five materials (resin Filtek™Z350, CompoglassR F, VitremerMR F, Ketac™ 100 and ChemFilR), with 10 specimens for each material. In the fluoride release test, 8 specimens of 3 different materials (Ketac™ 100, Vidrion R and Resin Filtek™ Z250) placed individually in 1 ml of artificial saliva. The specimens were changed each day for 15 days and we use this solution used for reading the fluoride ion. The microscopic results showed that the inflammation in the opening of the tubes at 7 days decreased in area and thickness up to 63 days in 2 materials and the control group. Comparing the inflammatory reaction area, Ketac™N100 was statistically different from ChemFilR, in periods of 7 and 21 days (p> 0.05), with a smaller area for Ketac™N100. The inflammatory reaction in the periods of 7 and 21 days showed similar values between the Ketac™N100 and ChemFilR (p> 0.05). At 63 days, the values were statistically different, with a small increase in thickness to Ketac™N100. The values of polymerization shrinkage strength obtained after polymerization followed this ascending order: ChemFilR < VitremerMR F < Ketac™ 100 < CompoglassR F ~ Filtek™Z350 (p> 0.05). When compared two by two, the resin modified nano ionomer Ketac™N100 approached most of the values of resin Filtek™ Z350(p> 0.05) than the conventional glass Ionomer ChemFilR (p <0.05). The fluoride release occurred more significantly in the first two days, with average 33% lower compared with Vidrion R. We conclude that the resin modified nano ionomer Ketac™N100 is a material that induces an satisfactory inflammatory response in subcutaneous tissue of isogenic mice. Its polymerization shrinkage strength was lower than the resin Filtek™ Z350 and fluoride release was a third lower than the conventional glass ionomer.
 
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Publishing Date
2010-10-08
 
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