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Master's Dissertation
DOI
Document
Author
Full name
Luã Lopes Borges
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
Ribeirão Preto, 2018
Supervisor
Committee
Silva, Léa Assed Bezerra da (President)
Consolaro, Alberto
Cunha, Eudes Francisco da Silva
Politi, Marília Pacifico Lucisano
Title in Portuguese
Resposta tecidual após implante subcutâneo de diferentes cimentos à base de ionômeo de vidro
Keywords in Portuguese
Camundongos isogênicos
Cimento de ionômero de vidro
Resposta tecidual
Tecido conjuntivo subcutâneo
Abstract in Portuguese
O Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) é um material restaurador utilizado na Odontologia Minimamente Invasiva pois, além de apresentar propriedade adesiva à estrutura dental, apresenta propriedades tais como liberação e absorção de íons flúor, compatibilidade biológica com os tecidos bucais e coeficiente de expansão térmica similar ao da dentina. No entanto, o CIV apresenta baixa resistência mecânica, alta suscetibilidade à perda e ao ganho de água nas primeiras 24 horas (sinérese e embebição), período prolongado de presa e polimento ruim. Apesar desse material ter sido introduzido na Odontologia há mais de 40 anos, sua fórmula original vem sofrendo alterações, com o objetivo principal de aprimorar as propriedades mecânicas e alcançar melhores resultados clínicos. Dentre os CIV convencionais, destaca-se o EQUIA® Forte Fil (GC Corporation, Tokyo, Japan), material elaborado com o objetivo de aprimorar as características físicas e estéticas do seu antecessor EQUIA® Fil. No entanto, até o momento não existem trabalhos biológicos avaliando o desempenho do EQUIA™ Forte e Ketac™ Universal Aplicap™. O objetivo deste estudo foi avaliar a resposta do tecido conjuntivo subcutâneo de camundongos isogênicos após implante de diferentes cimentos de ionômero de vidro (EQUIA® Forte Fil, EQUIA® Fil e Ketac™ Universal Aplicap™). Foram utilizados 87 camundongos isogênicos da linhagem BALB/c divididos em 12 grupos, sendo 9 experimentais (Ketac, E. Fil e E. Forte nos períodos de 7, 21 e 63 dias) e 3 controles (tubos de polietileno vazios, nos mesmos períodos). Decorridos os períodos experimentais, a porção do tecido conjuntivo subcutâneo circundante ao material implantado foi removida e submetida ao processamento histotécnico e à coloração com hematoxilina e eosina. Foi realizada a descrição da reação tecidual em contato com cada material, análise semi-quantitativa do fibrosamento e do infiltrado inflamatório e análise quantitativa da espessura do tecido reacional granulomatoso em contato com o material testado ou tubo de polietileno. Os dados foram analizados estatisticamente (α=0,05), utilizando o teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo Pós-teste de Dunn. Inicialmente, o fibrosamento não foi diferente entre os materiais testados (p>0,05), porém passou a ser diferente aos 21 dias, com o controle apresentando o estágio mais avançado de fibrosamento, e chegando ao final do experimento com o Grupo EQUIA® Forte Fil com estágio mais avançado de fibrosamento, em comparação ao grupo EQUIA® Fil (p<0,05). O infiltrado inflamatório, por sua vez, não apresentou diferença entre os materiais testados ao longo dos períodos experimentais (p>0,05). A área do tecido reacional granulomatoso foi maior para o Grupo E. Forte, diferindo do controle em todos os períodos avaliados (p<0,05). De acordo com os resultados obtidos, concluiu-se que todos os cimentos à base de ionômero de vidro testados apresentaram compatibilidade tecidual, de acordo com os diferentes parâmetros avaliados
Title in English
Tissue response after subcutaneous implantation of different glass ionomer based cements
Keywords in English
Glass ionomer cement
Isogenic mice
Subcutaneous connective tissue
Tissue response
Abstract in English
The Glass Ionomer Cement (GIC) is a restorative material used in Minimally Invasive Dentistry. Besides it presenting adhesive properties to the dental structure, GIC has properties such as release and absorption of fluoride ion, biological compatibility with buccal tissues and expansion coefficient similar to that of dentin. However, GIC presents low mechanical resistance, high susceptibility to loss and water gain in the first 24 hours (syneresis and imbibition), prolonged setting time and poor polishing. Although this material was introduced in Dentistry more than 40 years ago, its original formula has undergone changes, with the main objective of improving the mechanical properties and achieving better clinical results. Among the conventional GIC, we highlight EQUIA® Forte Fil, a material developed with the aim of improving the physical and aesthetic characteristics of its predecessor EQUIA® Fil. However, there are no biologic researches evaluating the performance of EQUIA® Forte and Ketac™ Universal Aplicap™. The aim of this study was to evaluate the subcutaneous connective tissue response of isogenic mice after implanting different glass ionomer cements (EQUIA® Forte Fil, EQUIA® Fil and Ketac™ Universal Aplicap™). Eighty-seven isogenic mice of the BALB/c were divided into 12 groups, 9 were experimental (Ketac, E. Fil and E. Forte at 7, 21 and 63 days) and 3 controls (empty polyethylene tubes at the same experimental time). After the experimental periods, the portion of the subcutaneous connective tissue surrounding the implanted material was removed and subjected to histotechnical processing and staining with hematoxylin and eosin. A description of the tissue reaction in contact with each material, semi-quantitative analysis of f collagen fiber formation and inflammatory infiltrate and quantitative analysis of the tissue thickness of the granulomatous reaction tissue in contact with the tested material or polyethylene tube were performed. Data were analyzed statistically (α=0.05) using the Kruskal-Wallis test, followed by the Dunn Post test. Initially, the collagen fiber formation was not different between the tested materials (p>0.05), but it became different at 21 days, with the control presenting the most advanced stage of collagen fiber formation, and reaching the end of the experiment with the EQUIA® Forte Fil group with a more advanced stage of collagen fiber formation, compared to the EQUIA® Fil group (p<0.05). Inflammatory infiltrate, on the other hand, showed no difference between the materials tested during the experimental periods (p>0.05). The tissue thickness was larger for the EQUIA® Forte Fil group, differing from the control group in all evaluated periods (p<0.05). According to the results obtained, it was concluded that all the glass ionomer - based cements tested showed tissue compatibility, according to the different parameters evaluated
 
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Publishing Date
2019-07-23
 
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