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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.59.2011.tde-18072012-103837
Documento
Autor
Nome completo
Léo Correia da Rocha Filho
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2011
Orientador
Banca examinadora
Garofalo, Carlos Alberto (Presidente)
Almeida, Eduardo Andrade Botelho de
Campos, Lucio Antonio de Oliveira
Fonseca, Vera Lucia Imperatriz
Martins, Celso Feitosa
Título em português
Estrutura genética e ecologia de comunidades das abelhas Euglossini (Hymenoptera; Apidae) do Parque Estadual da Serra do Mar e Parque Estadual da Ilha Anchieta, Ubatuba, SP, Brasil
Palavras-chave em português
beta-ionona
Bioindicadores
cineol
dispersão
Euglossa truncata
Euglossini
fluxo gênico
fragrância
Mata Atlântica
microssatélites
néctar
pólen
resina
Resumo em português
A Mata Atlântica é considerada uma das grandes prioridades para a conservação de biodiversidade em todo o continente americano. Este bioma é um dos oito hotspots do planeta e caracteriza-se pelo alto grau de endemismo e pela alta diversidade de espécies que encerra. As abelhas Euglossini estão restritas à região Neotropical, com uma faixa de distribuição que se estende desde o Norte do México até a província de Córdoba, na Argentina. As espécies dessa tribo são abundantes em florestas tropicais úmidas/chuvosas e florestas subtropicais da América Central e América do Sul onde ocorrem em maior diversidade. Em virtude do alto impacto causado pelas ações humanas em áreas de Mata Atlântica e o pouco que se conhece sobre sua diversidade, este trabalho propõe um estudo geral sobre a estrutura das comunidades de espécies de Euglossini presentes em uma área de planície litorânea continental, Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Picinguaba (PESM), e uma área insular, Parque Estadual da Ilha Anchieta (PEIA), no município de Ubatuba, norte de São Paulo, Brasil. O PESM abrange uma área de aproximadamente 47.500 hectares e quase todos os ecossitemas da Mata Atlântica são encontrados em seus domínios. O PEIA cobre toda a extensão da Ilha Anchieta (828 hectares), distante cerca de 600 m do continente. As coletas foram realizadas mensalmente, de Agosto/2007 a Julho/2009, com o uso de 14 compostos aromáticos utilizados como iscas artificiais para a atração de machos, além de indivíduos coletados em flores. Mil quinhentos e setenta e seis espécimes (73 fêmeas e 1503 machos), pertencentes a 24 espécies, foram registrados no presente trabalho. A espécie mais abundante foi Euglossa cordata (36,4%), seguida por Euglossa iopoecila (13,9%) e Euglossa sapphirina (13,3%). Dezoito espécies foram amostradas na Ilha Anchieta, sendo que quatro delas foram exclusivas desta área, ao passo que 20 espécies foram amostradas no PESM e seis delas foram registradas apenas neste local. Na Ilha Anchieta, Eg. cordata representou 63,2%, quase dois terços do total de espécies coletadas. Já em Picinguaba, Eg. iopoecila (23,0%) e Eg. sapphirina (21,0%) foram as duas espécies dominantes. A espécie Eg. iopoecila, a mais abundante na área continental, não foi registrada na llha e Eg. sapphirina, a segunda espécie mais frequente no PESM, foi representada apenas por nove indivíduos na Ilha Anchieta e por 200 em Picinguaba. Estes dados sugerem que essas duas espécies podem atuar como bioindicadores de ambientes preservados, como sugerido para outras espécies de Euglossini. Por outro lado, alguns autores evidenciaram que Eg. cordata é uma espécie favorecida por ambientes perturbados, o que pode estar associado à sua alta abundância na Ilha Anchieta. Dados de literatura mostram que há um sinal evidente de perturbação ambiental, além da perda de espécies, é a dominância de algumas espécies. A Ilha Anchieta apresenta um longo histórico de ocupação humana e diversas espécies de plantas e animais foram introduzidos em seus domínios.
Título em inglês
Genetic structure and community ecology of Euglossine bees (Hymenoptera, Apidae) of Parque Estadual da Serra do Mar and Parque Estadual da Ilha Anchieta in Ubatuba, São Paulo State, Brazil
Palavras-chave em inglês
Atlantic forest
beta-ionone
bioindicators
cineole
dispersion
Euglossa truncata
Euglossini
fragrance
gene flow
microsatellites
nectar
orchid bees
pollen
resin
Resumo em inglês
The Atlantic Forest is considered as one of the highest priorities for the conservation of biodiversity in the American continent. This biome is one of the eight biodiversity hotspots in the world and is characterized by high species diversity and endemism. Euglossini bees are restricted to the Neotropics, with a geographic range that extends from northern Mexico to the Córdoba Province in Argentine. Species from this tribe are abundant in humid and rainy tropical forests and in sub-tropical forests of Central and South America, where their diversity is high. Due to the high impact caused by human activities in the Atlantic Forest and the poor knowledge on its biodiversity, in the present study we assessed the community structure of the Euglossini in a coastal lowland area: Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Picinguaba (PESM); and in an insular area: Parque Estadual da Ilha Anchieta (PEIA), Ubatuba, both located in northern São Paulo State, Brazil. PESM has an area of approximately 47.500 ha and almost all ecosystems of the Atlantic Forest are found within its domains. PEIA covers all the extension of the Anchieta Island (828 ha), about 600 m away from the continent. Sampling was carried out monthly, from August 2007 to July 2009, using artificial baits with 14 aromatic compounds to attract males, as well as by collecting individuals on flowers. One thousand five hundred and seventy-six specimens (73 females and 1,503 males), represented by 24 species were recorded. The most abundant species was Euglossa cordata (36.4%), followed by Euglossa iopoecila (13.9%) and Euglossa sapphirina (13.3%). Eighteen species were sampled on Anchieta Island and four of them were exclusive to this area; whereas 20 species were sampled in PESM and six of them were only recorded there. On Anchieta Island, E. cordata represented almost two thirds of the total species collected (63.2%). In Picinguaba, E. iopoecila (23.0%) and E. sapphirina (21.0%) were the dominant species. E. iopoecila, the most abundant species in the continental area, was not recorded on the island, and E. sapphirina, the second most frequent species in PESM, was represented only by nine individuals on Anchieta Island and by 200 in Picinguaba. Results suggest that these two species may act as bioindicators of preserved environments, as suggested for other Euglossini species. However, some authors evidenced that E. cordata is favored by disturbed environments, which may be associated with its high abundance on Anchieta Island. Other studies show that an evident sign of environmental perturbation, besides species loss, is the dominance of some species. Anchieta Island exhibits a long history of human occupation and several plant and animal species were introduced there.
 
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Original.pdf (3.98 Mbytes)
Data de Publicação
2012-07-19
 
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