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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.59.2017.tde-02032017-141710
Documento
Autor
Nome completo
Diana Cândida Lacerda Mota
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2016
Orientador
Banca examinadora
Costa, Telma Maria Braga (Presidente)
Galera, Cesar Alexis
Kakeshita, Idalina Shiraishi
Moreira, Rita de Cassia Margarido
Pasian, Sonia Regina
Título em português
Imagem corporal, atitudes alimentares e estado nutricional de mulheres submetidas à cirurgia plástica estética
Palavras-chave em português
Atitudes Alimentares
Cirurgia Plástica Estética
Estado Nutricional.
Imagem Corporal
Resumo em português
O desejo em atingir padrões socioculturais de beleza estabelecidos atualmente, especialmente no sexo feminino, parece contribuir para um crescimento significativo da busca e realização de cirurgias plásticas estéticas (CPE) no Brasil. Mulheres que se submetem a tais procedimentos cirúrgicos podem ser menos precisas ao estimarem o próprio tamanho corporal, são mais insatisfeitas com a aparência física e podem apresentar em maior proporção, atitudes de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares quando comparadas aquelas que não buscam por cirurgias. Estes fatores, associados a um estado nutricional (EN) inadequado, são considerados de risco à saúde, especialmente nos períodos perioperatório de CPE. Diante da importância da avaliação da imagem corporal, atitudes alimentares e do estado nutricional (EN) em solicitantes de CPE, bem como da escassez de estudos nacionais sobre o tema, o objetivo do presente estudo foi investigar estas variáveis em 60 mulheres (grupo clínico G1), antes e aproximadamente seis meses após a realização dos seguintes procedimentos cirúrgicos estéticos: mastoplastia de aumento, lipoaspiração e abdominoplastia, em dois serviços de cirurgia plástica de Ribeirão Preto/SP. As variáveis também foram investigadas em 60 mulheres que não buscavam por CPE (grupo de comparação não equivalente G2), a fim de compará-las com as solicitantes de CPE no período pré-operatório. Foram utilizados: Questionário de Dados Sociodemográficos e de Condições Clínicas; Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB); Escala de Figuras de Silhuetas (EFS) feminina para adultos; Body Dysmorphic Disorder Examination (BDDE) e o Teste de Atitudes Alimentares (EAT-26). Para classificação do EN foram coletados dados de peso e estatura corporais para cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) e de composição corporal (porcentagem de gordura corpórea - % de GC), sendo que esta última avaliação foi realizada apenas no G1. Os dados foram analisados por meio de testes estatísticos apropriados à distribuição da amostra (p<0,05) e por meio de estatística descritiva. As médias de idade foram de 37,98 anos (±10,93) e 37,93 anos (±11,83) e para o G1 e G2 respectivamente (p=0,81). A maioria das avaliadas de ambos os grupos foi classificada com eutrofia (p=0,20), embora parcela importante estivesse acima do peso; o G1 ainda apresentou alta % de GC; não foi verificado efeito de intervenção para o EN pela avaliação do IMC (p=0,89) e % de GC (p=0,15) para o G1. A EFS apontou que a maior parte das avaliadas superestimou e estava insatisfeita com o tamanho corporal, além disso, a maioria gostaria de possuir uma silhueta menor em ambos os grupos (p>0,05); após a cirurgia as avaliadas do G1 apresentaram maior chance de estarem acuradas e satisfeitas com o próprio tamanho corporal em relação ao período pré-cirúrgico (p<0,05). Os dados do BDDE apontaram que as entrevistadas do G2 estavam mais satisfeitas com a aparência física quando comparadas ao G1 (p=0,04); já após a CPE, observou-se uma chance maior de as participantes do G1 estarem satisfeitas com a aparência em relação ao período anterior à cirurgia (p<0,01). O EAT-26 apontou que a maioria das avaliadas, de ambos os grupos, não apresentou atitudes de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares, embora parcela considerável das participantes do G1 (n=20) tenha apresentado o risco, sendo que destas, 100% estavam insatisfeitas com o tamanho corporal; não houve evidências de intervenção em relação ao risco para TA nos períodos pré e pós-operatório (p=0,85). Não foram encontradas associações entre as classificações obtidas pelos instrumentos (EFS; BDDE e EAT-26) e as demais variáveis sociodemográficas e econômicas analisadas (p>0,05); verificou-se ainda que as classificações obtidas foram independentes do número de cirurgias realizadas. A prevalência de insatisfação com o corpo e inadequação do estado nutricional, bem como a proporção considerável de atitudes alimentares de risco observados no presente estudo, reforçam a necessidade da avaliação e seleção mais criteriosa destes pacientes antes de se submeterem à CPE. Este cuidado torna mais viável a adoção de medidas de prevenção e intervenção precoces mais efetivas em relação à saúde física e mental dos pacientes, garantido ainda resultados cirúrgicos mais satisfatórios, além de favorecer a diminuição dos gastos dos sistemas de saúde evitando possíveis desgastes emocionais e judiciais para as partes envolvidas.
Título em inglês
MOTA, D.C.L. Body Image, Eating Attitudes and Nutritional Status in Women Submitted to Aesthetic Plastic Surgery. 2016. 215f. Thesis (Doctoral) Faculty of Philosophy, Letters and Human Sciences of Ribeirão Preto, University of São Paulo - USP, Ribeirão Preto/SP, 2016.
Palavras-chave em inglês
Aesthetic Plastic Surgery
Body Image
Eating Attitudes
Nutritional Status.
Resumo em inglês
The desire in achieving the currently established sociocultural patterns of beauty, especially among females, seems to contribute to a significant growth in pursuing and performing aesthetic plastic surgeries (APS) in Brazil. Women submitted to such surgical procedures can be less precise in estimating their own body size, they are more unpleased with their physical appearance and can more widely present risk attitudes for the development of eating disorders when compared to those who do not seek surgery. These factors associated with an inadequate nutritional status (NS) are considered a risk to health, especially during perioperative periods of APS. Given the importance of evaluating body image, eating attitudes and nutritional status in solicitants of APS, as well as the lack of national studies on the subject, the present study aims at investigating these variables in 60 women (experiment group G1), before and approximately six months after going through the following aesthetic surgical procedures: augmented mastopexy, liposuction and abdominoplasty, in two services of plastic surgery in Ribeirão Preto/SP. The variables have also been investigated in 60 women who did not seek APS (non-equivalent comparison group G2), so as to be compared to those who sought APS during the pre-operative period. The following items have been used in this study: Sociodemographic Data and Clinical Features Questionnaire; Brazilian Economic Classification Criteria (BECC); Figure Rating Scale (FRS) for female adults; Body Dysmorphic Disorder Examination (BDDE) and the Eating Attitudes Test (EAT-26). In order to classify the NS it had been collected data on weight and body stature to calculate Body Mass Index (BMI) and body composition (body fat percentage - % of CG), considering the latter evaluation being carried out only with the G1, which have been analyzed through statistical tests appropriate to sample distribution (p<0,05) and through descriptive statistics. The average age of participants were 37,98 (±10,93) for the G1 and 37,93 years (±11,83) for the G2 (p=0,81). Most evaluated women from both groups have been classified as eutrophic (p=0,20), although a great number were overweight; moreover, the G1 presented increased percentage of CG; it has not been verified intervention effect for G1 through BMI evaluation (p=0,89) and % of CG for the G1. FRS showed that most of the evaluated women super estimated and were unpleased with their body size, besides most of them wished to have a narrower silhouette in both groups (p>0,05); after surgery, women from the G1 presented more chances of being accurate and pleased with their own body size concerning the pre-operative period (p<0,05). BDDE pointed out that those interviewed women from the G2 were more pleased with their physical appearance when compared to the G1 (p=0,04); yet after APS it have been observed that the G1 had more chances of being pleased with their appearance in relation to the period before the surgery (p<0,01). EAT-26 pointed out that most women from both groups have not presented risk attitudes for the development of eating disorders, although a considerate number of participants on the G1 (n=20) have presented risk, among those 100% were unpleased with their body size; there have not been evidences of intervention in regard to ED in the pre and post-operative periods (p=0,85). There have not been found associations between the obtained classifications through the instruments (FRS; BDDE and EAT-26) and other economic and sociodemographic variables analyzed (p>0,05); it has also been verified that the obtained classifications were due regardless the number of surgeries performed. The prevalence of dissatisfaction with the body and inadequate nutritional status, as well as the considerate proportion of risk eating attitude observed in the present study emphasize the need of more discerning evaluation and selection of these patients before being submitted to APS. Such care makes it more viable the adoption of effective early prevention and intervention measures regarding patient´s physical and mental health, guaranteeing more satisfactory surgical results, besides favoring a decrease in the health system expenses while avoiding possible emotional and judicial wear out for those involved.
 
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corrigida.pdf (5.52 Mbytes)
Data de Publicação
2017-05-03
 
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