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Mémoire de Maîtrise
DOI
10.11606/D.59.2016.tde-11052016-161038
Document
Auteur
Nom complet
Flora Silveira Balieiro
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
Ribeirão Preto, 2016
Directeur
Jury
Monticelli, Patricia Ferreira (Président)
Schmidt, Andreia
Zimmermann, Barbara
Titre en portugais
Comunicação acústica do lobo-guará: evidências de discriminação individual via playback de aulidos 
Mots-clés en portugais
Chrysocyon brachyurus
Discriminação individual
Estrutura acústica
Habituação-discriminação
Playback
Variabilidade acústica
Resumé en portugais
O canal acústico é um sistema de sinalização de longo alcance eficiente que pode ser especialmente efetivo para animais com hábitos crepusculares/noturnos. O lobo-guará é um canídeo ameaçado com hábitos crepusculares/noturnos que, no senso comum, é visto como uma espécie solitária. De fato, seria melhor definida como uma espécie gregária, uma vez que macho e fêmea dividem o mesmo território e a distância espacial entre eles varia de acordo com o período reprodutivo da fêmea. O aulido do lobo-guará é uma vocalização de longa distância que funciona como um mecanismo para aumentar a distância espacial entre coespecíficos, bem como para permitir casais de encontrarem um ao outro. Variações individuais nesta vocalização foram relatadas, mas a possibilidade de que elas possam ser percebidas e usadas pela espécie nunca foi testada. Deve-se esperar que essas variações individuais possam ser percebida, pois somente neste cenário seria plausível para o aulido ter a dupla função mencionada acima. Se esta variabilidade individual não é percebida pelos coespecíficos, a eficiência desta vocalização a longas distâncias seria comprometida, já que o ouvinte não seria capaz de identificar se o remetente é o seu parceiro reprodutivo ou um possível rival. Em nosso estudo usamos playbacks para testar se essas variações individuais podem ser percebidas por lobos em cativeiro e concluimos que eles podem. Pelo que conhecemos, esta é a primeira vez se demonstra que o lobo-guará é capaz de discriminar entre aulidos emitidos por diferentes indivíduos
Titre en anglais
The voice of the not so lonely maned wolf: evidence of individual discrimination via playback of the long-distance extended-bark
Mots-clés en anglais
Acoustic structure
Acoustic variability
Chrysocyon brachyurus
Habituation-discrimination
Individual discrimination
Vocal communication
Resumé en anglais
The acoustic channel is an efficient long-distance signaling system that may be especially effective for animals with crepuscular/nocturnal habits. The maned wolf is a threatened canid with crepuscular/nocturnal habits that is thought to be a solitary species in common sense. As a matter of fact, it would be better defined as a gregarious species, since male and female share the same wide territory and the spatial distance between them varies according to the females reproductive period. The maned wolfs extended-bark is a long-distance vocalization that functions as a mechanism to increase spatial distance among conspecifics as well as to enable pair-mates to find each other. Individual variations in this vocalization have been reported, but the possibility that they can be perceived and used by the species has never been tested. One should expect these individual variations to be perceived by the species, since only in this scenario it would be plausible for the extended-bark to have the dual function stated above. If this individual variability is not perceived by conspecifics, the efficiency of this vocalization at long distances, at least for the hypothesized functions, would be compromised, as the hearer would not be able to identify if the sender is its reproductive partner or a possible rival. In our study we used playbacks to test if these individual variations can be perceived by captive wolves and have concluded that they can. To our knowledge, this is the first time it has been demonstrated that the maned wolf is capable of discriminating among extended-barks of different individuals
 
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Flora_Balieiro.pdf (9.63 Mbytes)
Date de Publication
2016-08-15
 
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