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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.59.2016.tde-24112015-085611
Documento
Autor
Nome completo
Patricia Consolo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2015
Orientador
Banca examinadora
Fukusima, Sergio Sheiji (Presidente)
Alves, Nelson Torro
Moraes, Renato de
Pugliesi, Edmur Azevedo
Silva, Jose Aparecido Da
Título em português
Percursos de distâncias e orientações espaciais ao caminhar com visão ocluída em campo aberto
Palavras-chave em português
distância egocêntrica
espaço vista
percepção espacial
Resumo em português
Embora a estimação de distância tenha sido extensivamente estudada, a habilidade de humanos julgarem distâncias maiores do que 30 m tem sido pouco investigada. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de voluntários em tarefas envolvendo o julgamento de distância e de orientação espacial pelo indicativo de resposta do caminhar com a visão ocluída em distâncias de 30,00; 41,60; 57,69 e 80,00 metros, em um ambiente amplo e natural. Para tanto, trinta e cinco voluntários de ambos os sexos, com idades ente 18 e 35 anos foram divididos aleatoriamente em três tarefas experimentais. A primeira tarefa consistiu em caminhar diretamente a um alvo, com a visão ocluída, após vê-lo brevemente. A segunda tarefa consistiu em caminhar vidente até um alvo, e subsequentemente realizar um giro de 180º e retornar sozinho, com a visão ocluída, à origem do percurso. A terceira tarefa foi similar à segunda, mas com uma diferença, o participante caminhou por distâncias com a visão ocluída, pelo guiar de um condutor, e ao final da caminhada subsequentemente, girou e retornou sozinho à origem do percurso. Em todas as tarefas experimentais, a distância caminhada (em metros) e o tempo (em segundos) de cada trajetória na fase de resposta, foram coletados e registrados utilizando um receptor de Sistema de Posição Global (GPS). Após a medição do movimento, os dados extraídos do GPS foram pós-processados e as coordenadas de todas as grandezas físicas de cada sujeito foram calculadas, a saber, a distância percorrida (metros), a velocidade (metros por segundo), o desvio angular (graus), e para o caso da trajetória circular, a velocidade angular média (radianos por segundo) e o raio da trajetória circular teórica (metros). Independente da tarefa, a observação das trajetórias produzidas pelos participantes demonstrou que os desvios de direção apresentavam padrões geométricos bem definidos (reta, circular, reta-circular, reta-reta e alternada), e os padrões reta e circular foram os mais frequentes. Em todas as tarefas, a análise das distâncias caminhadas mostrou uma tendência à subconstância perceptiva por conta do valor do expoente psicofísico abaixo de 1,0. Entretanto, esta tendência foi mais acentuada na resposta de retornar a um ponto de origem após deslocamento com os participantes sob completa privação visual sem prévisualização do alvo. Nossos resultados sugerem que os padrões das trajetórias e a acurácia das distâncias produzidas dependem da amplitude da distância, do ambiente experimental onde as distâncias foram estimadas e da disponibilidade de indícios perceptuais presentes na tarefa experimental.
Título em inglês
Routes of distances and spatial orientation in blindfolded humans walking in an open-field.
Palavras-chave em inglês
egocentric distance
spatial perception
vista space
Resumo em inglês
Although distance estimation has been extensively studied, the human ability to judge distances greater than 30.00 m has been understudied. The objective of this work was to evaluate and analyze the performance of volunteers in tasks involving the judgment of distance and spatial orientation by the response of walking with occluded vision 30.00, 41.60, 57.69 and 80.00-meter distances. For this purpose, thirty-five volunteers of both genders, aged between 18 and 35 years were invited to participate in three experimental tasks in a natural and open field. For this purpose, thirty-five volunteers aged between 18 and 35 years of both genders were invited to participate in three experimental tasks in a natural and open field. The first task consisted of walking blindfolded directly towards a target, after seeing it briefly. The second task consisted in sighted walking until the target, and after that he or she rotated 180º and returned alone with the blinded vision to the origin of the trajectory. Finally the third task was similar to the second, but with the difference that the subject walked with the occluded vision in a straight lines distances, led by the experimenter, and subsequently, to turn and returning to the origin of the route alone. In all experimental tasks, the walked distance (in meters) and the time (in seconds) of each trajectory over the distance phase were collected and registered using a Global System Position receiver (GPS). After the measurement of the movement, the data obtained from the GPS were processed, the coordinators of the movement were determined, and the physical quantities of each subject were calculated, namely the walked distance (meters), the velocity (meters per seconds), the angular deviance (degrees), and only for the circular trajectory, the mean angular velocity (radians per seconds) and the mean radius of the theoretical circular trajectory (meters). The observation of the trajectories demonstrated that the direction deviances showed well-defined geometrical patterns (straight, circular, straight-circular, straight-straight and alternate), and the straight and circular patterns were the most frequent ones. Our results suggest that both trajectory patterns and the accuracy of the participants walked distances depend on the amplitude of the distance, the experimental environment in which distances were estimated, and the availability of perceptual evidence of distance present in the experimental task.
 
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Data de Publicação
2016-08-01
 
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