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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.59.2013.tde-08102013-155848
Documento
Autor
Nome completo
Joana Brasileiro Barroso
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2013
Orientador
Banca examinadora
Pasian, Sonia Regina (Presidente)
Amaral, Anna Elisa de Villemor
Miguel, Fabiano Koich
Título em português
O teste das pirâmides coloridas de Pfister: estudo normativo com adolescentes de 12 a 14 anos
Palavras-chave em português
Adolescentes
Avaliação Psicológica
Método Projetivo
Normas.
Teste de Pfister
Resumo em português
As diretrizes nacionais e internacionais de avaliação psicológica remetem à necessidade de constante atualização dos dados psicométricos dos instrumentos utilizados na prática profissional. Dentre os métodos projetivos de avaliação psicológica, com uso promissor, encontra-se o Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister, porém seus dados normativos referentes às últimas três décadas não englobam a faixa etária da adolescência. Nesse contexto, o presente estudo objetivou caracterizar e sistematizar normas avaliativas do Pfister para adolescentes, buscando otimizar a utilização desse método projetivo no Brasil. Buscouse, ainda, verificar possíveis influências do sexo, da idade e da origem escolar nos resultados nesse método projetivo. Foram avaliados 180 participantes de 12 a 14 anos de idade, de ambos os sexos, provenientes de escolas públicas e particulares do interior do Estado de São Paulo, todos voluntários, com relato de pais/responsáveis informando sinais de desenvolvimento típico (não pacientes). Após consentimento formal para a pesquisa, os adolescentes foram individualmente avaliados por meio do Teste de Inteligência Não-Verbal INV (forma C - para controle do nível intelectual dos participantes, aceitando-se na amostra aqueles com desempenho mínimo equivalente ao percentil 25) e pelo Teste de Pfister, seguindo-se orientações técnicas de seus manuais. Os dados deste estudo focalizam-se nas variáveis do Teste de Pfister, a saber: frequências das cores, das síndromes cromáticas, do aspecto formal, execução e fórmula cromática, comparando-os (Teste t de Student, p<=0,05) aos dados normativos disponíveis de 1978 (adolescentes) e 2005 (adultos não pacientes), de modo a evidenciar, empiricamente, a especificidade de referenciais normativos para adequada avaliação psicológica de adolescentes no contexto contemporâneo. Os resultados médios da amostra presentemente avaliada foram os seguintes, em termos descritivos: Azul (18,6%), Verde (15,7%), Vermelho (15,0%), Violeta (12,8%), Branco (8,9%), Amarelo (8,7%), Laranja (7,0%), Preto (6,9%), Marrom (3,0%), Cinza (2,8%) e as síndromes: Síndrome Normal=49,5%, Síndrome Fria=47,2%, Síndrome Estímulo=30,8%, Síndrome Dinamismo=27,6% e Síndrome Incolor=18,7%. Com relação ao aspecto formal, houve predomínio de tapetes (49,4%), em seguida formações (36,5%) e, por último, estruturas (14,1%), na grande maioria executadas com ordenação (77,8%), algumas de modo metódico (17,8%) e outras desordenadas (4,4%). As fórmulas cromáticas mostraram-se assim distribuídas: a) em amplitude: Ampla (69,4%), Moderada (21,7%) e Restrita (8,9%), b) em variabilidade: flexíveis (55,6%), instáveis (27,2%) e estáveis (17,2%). Houve diferenças estatisticamente significativas em função do sexo e da origem escolar dos adolescentes, com poucas especificidades em função dos anos de idade na faixa etária aqui avaliada. A comparação estatística entre dados atuais e de 1978 também identificou diferenças estatisticamente significativas no tocante às seguintes escolhas cromáticas: verde, violeta, laranja, amarelo, marrom, preto, branco e cinza, além das síndromes estímulo e incolor. Comparando-se com a amostra de 2005, evidenciaram-se diferenças estatisticamente significativas nas cores: vermelho, verde, violeta, laranja, marrom e preto, e também em todas as síndromes, exceto a síndrome fria. Desses resultados, pode-se extrair que existem diferenças entre os resultados atuais (adolescentes avaliados em 2011) e a amostra de 1978 (adolescentes) e 2005 (adultos), tornando-se indispensável a atualização dos dados normativos do Pfister, como pretendido no presente estudo, fortalecendo suas justificativas e sua utilização prática em processos de avaliação psicológica (CAPES e FAPESP).
Título em inglês
The Pfister Color Pyramid Test: Normative Study with Adolescents aged 12 to 14 years
Palavras-chave em inglês
Adolescent
Norms.
Pfister Test
Projective Method
Psychological Assessment
Resumo em inglês
The national and international guidelines for psychological evaluation suggest the need for constant updating of psychometric data of the instruments used in professional practice. Among the projective methods of psychological assessment, with promising use, is the Pfister Color Pyramid Test, but its normative data concerning the last three decades do not include the age of adolescence. In this context, the present study aimed to characterize and systematize Pfister's evaluative standards for teenagers, seeking to optimize the use of this projective method in Brazil. We also tried to verify influences of sex, age and school origin in the results of this projective method. A total of 180 participants from 12 to 14 years old, of both sexes, from public and private schools in the country of the state of São Paulo, all volunteers, with reports of parents / guardians informing signals of typical development (not patients). After informed consent for research, adolescents were individually assessed using the Test of Nonverbal Intelligence INV (form C - to control the intellectual level of the participants, accepting the sample those with minimal performance equivalent to percentile of 25%) and the Pfister Test, followed by their manuals technical guidance. Data from this study focus on the variables of the Pfister test, namely frequency of colors, chromatic syndromes, the formal aspect, execution and chromatic formula, comparing them (Student t test, p <= 0.05) to normative data available from 1978 (adolescents) and 2005 (adult non patients) in order to demonstrate empirically the specificity of normative references for proper psychological assessment of adolescents in the contemporary context. The average results of the sample currently assessed were the following, in descriptive terms: Blue (18.6%), Green (15.7%), Red (15.0%), Violet (12.8%), White (8 9%), Yellow (8.7%), Orange (7.0%), Black (6.9%), Brown (3.0%), Grey (2.8%) and syndromes: Normal Syndrome = 49.5%, Cold Syndrome = 47.2%, Stimulus Syndrome = 30.8%, Dynamism Syndrome = 27.6% and Syndrome Colorless = 18.7%. Regarding the formal aspect, there was a predominance of carpets (49.4%), then formations (36.5%) and lastly, structures (14.1%), the vast majority executed with ordering (77.8% ), some methodically (17.8%) and others disordered (4.4%). The chromatic formulas distributed as follows: a) amplitude: wide (69.4%), moderate (21.7%) and restricted (8.9%), b) variability: flexible (55.6%) unstable (27.2%) and stable (17.2%). There were statistically significant differences by sex and school origin in the adolescents, with few specifics depending on the age of the age group evaluated here. The statistical comparison between the 1978 and current data also identified statistically significant differences in the following chromatic choices: green, violet, orange, yellow, brown, black, white and gray, plus syndromes stimulus and colorless. Compared with the 2005 sample, showed up statistically significant differences in colors: red, green, violet, orange, brown and black, and also in all syndromes except the cold syndrome. From these results, one can draw that there are differences between the current results (adolescents assessed in 2011) and the sample of 1978 (adolescents) and 2005 (adults), making it necessary to update the normative data of the Pfister, as intended in this study , strengthening their justifications and their practical use in cases of psychological assessment (CAPES and FAPESP).
 
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Data de Publicação
2014-02-03
 
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