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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.59.2013.tde-29112013-145453
Documento
Autor
Nome completo
Marina Noronha Ferraz de Arruda Colli
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2013
Orientador
Banca examinadora
Santos, Manoel Antonio dos (Presidente)
Araújo, Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de
Barbieri, Valeria
Título em português
A recidiva do câncer pediátrico: vivências da criança e do cuidador-familiar
Palavras-chave em português
aspectos psicossociais
cuidador
cuidados paliativos
família
neoplasia
psicologia da criança
recidiva
Resumo em português
No contexto da Oncologia, define-se recidiva como o reaparecimento do câncer após um período de remissão da doença, o que acarreta menor possibilidade de cura e necessidade de reorganização do paciente e de sua família para lidarem com a situação de tratamento. Considerando o elevado nível de ansiedade associado ao diagnóstico de recidiva e o reduzido número de investigações disponíveis na literatura nacional e internacional sobre seus aspectos psicossociais no âmbito da Oncologia Pediátrica, o presente estudo teve como objetivo compreender as vivências de crianças e de seus cuidadores-familiares diante dessa fase do tratamento. Participaram da pesquisa crianças com idades entre cinco e 12 anos incompletos, em tratamento de recidiva de câncer em um centro de referencia brasileiro para atenção em onco-hematologia infantil, e seus cuidadores principais. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, com enfoque na abordagem clinico-qualitativa. A fim de atender aos objetivos propostos, foi realizada uma entrevista, guiada por um roteiro semiestruturado, com o familiar responsável pelo cuidado do paciente e duas sessões de aplicação do procedimento de Desenhos-Estórias com a criança. As verbalizações foram audiogravadas mediante o consentimento dos participantes. Os relatos extraídos das entrevistas e as narrativas obtidas nas sessões com as crianças foram transcritos na integra e literalmente e, posteriormente, submetidos a analise de conteúdo temática, sendo os conjuntos de Desenhos-Estórias analisados de acordo com as recomendações da literatura. Os resultados mostraram que o diagnostico de recidiva remeteu os participantes ao período inicial de investigação e diagnóstico, porém com maior mobilização e intensidade afetiva. Emergiram sentimentos de frustração em relação as expectativas de cura, vivências de ameaça e perda de controle diante do adoecer e do prognóstico, favorecendo o confronto com a possibilidade da morte. Tal situação prejudicou a projeção para a temporalidade da cura, de forma a trazer implicações para a atribuição de sentidos da existência. A necessidade de recomeço do tratamento foi acompanhada pela necessidade de reorganização da dinâmica familiar e pelo fortalecimento afetivo para enfrentamento das vicissitudes do cotidiano terapêutico. Observaram-se relações entre as vivências parental e infantil, abrangendo questões como a comunicação e os significados atribuídos ao adoecer. A religiosidade e a busca de senso de controle foram recursos importantes utilizados pelos cuidadores para o enfrentamento das situações desafiadoras, ao passo que as crianças buscaram manter a proximidade afetiva com os cuidadores e fortalecer o sentimento de segurança. Compreender as vivências da criança e de seu cuidador-familiar pode oferecer subsídios para o planejamento de intervenções psicológicas que favoreçam o enfrentamento das peculiaridades da situação de adoecimento introduzidas pelo diagnóstico de recidiva do câncer infantil, contribuindo para a implementação dos cuidados paliativos.
Título em inglês
Relapse of pediatric cancer: the experience of the child and the family caregiver.
Palavras-chave em inglês
caregiver
child psychology
family
neoplasm
palliative care
psychosocial aspects
relapse
Resumo em inglês
In the context of Oncology, relapse is defined as the reappearance of cancer after a remission period of the disease, which entails a lesser possibility of cure and the need for patients and families to get reorganized in order to cope with the treatment situation. In view of the high level of anxiety associated with the relapse diagnosis and the limited number of studies available in Brazilian and international literature about its psychosocial aspects in the Pediatric Oncology context, the aim in this research was to understand the experiences of children and their family caregivers in view of this treatment phase. The research participants were children between five and 12 incomplete years of age, undergoing cancer relapse treatment at a Brazilian referral center for childhood onco-hematology, as well as their primary caregivers. A descriptive and exploratory research with a clinical-qualitative approach was carried out. To achieve the objectives, an interview was held with the relative responsible for patient care, guided by a semistructured script, and two application sessions of the Drawing-And-Story Procedure with the child. The interviews were audio-recorded with the participants consent. The reports taken from the interviews and the narratives collected during the sessions with the children were fully and literally transcribed and then submitted to thematic content analysis, while the Drawings-Histories were analyzed in accordance with literature recommendations. The results showed that the relapse diagnosis returned the participants to the initial investigation and diagnosis period, but accompanied by greater mobilization and affective intensity. Feelings of frustration emerged with regard to the cure expectations, feelings of threat and loss of control in view of the disease and prognosis, favoring the confrontation with the possibility of death. This situation negatively affected the projected timing of cure, influencing the attribution of meanings to existence. The need to restart the treatment was accompanied by the need to reorganize the family dynamics and the need for affective strengthening to cope with the vicissitudes of daily treatment. Relations between parents and childrens experiences were observed, comprising issues like communication and the meanings attributed to the disease. Religiosity and the search for a sense of control were important resources the caregivers use to cope with these challenging situations, while the children attempted to maintain their affective proximity with the caregivers and strengthen their feeling of security. Understanding the experiences of the children and their family caregivers can support the planning of psychological interventions that favor coping with the peculiarities of the disease situation introduced by the relapse diagnosis of child cancer, contributing to the implementation of palliative care.
 
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ArrudaMNF.pdf (2.62 Mbytes)
Data de Publicação
2014-09-08
 
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