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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.6.2020.tde-03042020-121004
Documento
Autor
Nome completo
Rosemarie Andreazza
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2000
Orientador
Banca examinadora
Benício, Maria Helena D'Aquino (Presidente)
Moncau, Jose Eduardo Cajado
Mondini, Lenise
Moron, Antonio Fernandes
Souza, José Maria Pacheco de
Título em português
Consumo energético e aumento ponderal durante a gestação
Palavras-chave em português
Consumo Energético
Ganho de Peso
Gestação
Resumo em português
Objetivo: Verificar a influência do consumo energético no ganho de peso durante a gestação em mulheres de baixa renda, atendidas em serviço de pré-natal. Métodos: Estudou-se uma coorte de gestantes, que inciaram a assistência pré-natal de março de 1997 a março de 1998 no serviço "Amparo Maternal", São Paulo, apresentando na primeira entrevista idade gestacional inferior a 17 semanas. Foram incluídas na coorte 261 mulheres, observando-se uma perda de 45 (19,8%) gestantes. Para se estimar o consumo energético aplicou-se o questionário de freqüência de consumo de alimentos em 3 momentos durante a gestação. Visando a verificar a adequação deste consumo energético, aplicou-se nos momentos, referidos anteriormente, um questionário de freqüência de atividades físicas diárias. O gasto energético destes períodos foi calculado a partir da taxa de metabolismo basal (TMB), estimado segundo as equações propostas pela OMS,l985, acrescidas de um valor energético conforme o trimestre de gestação. À TMB total foi acrescentado, como múltiplos desta taxa, o gasto energético para o desenvolvimento de grupo de atividades físicas (RDA,1899). As gestantes foram categorizadas, segundo o estado nutricional inicial, obtido pelo Índice de massa corpórea (IMC). Calculou-se o ganho de peso total e por semana de gestação nos três períodos: analisados segundo o estado nutricional inicial. Resultados: A mediana de consumo de energia aumentou de forma progressiva, 2.344, 2.403 e 2.508 kcal, no primeiro, segundo e terceiro períodos da gravidez. Verificou-se que as mulheres com baixo peso e eutrofia apresentaram uma ingestão energética maior do que aquela observada entre as gestantes com sobrepeso e obesidade. O consumo de calorias foi superior, ou muito próximo, ao gasto energético nas mulheres da coorte, a não ser nas gestantes com obesidade inicial, onde o gasto foi sempre superior ao consumo de energia, e nas com sobrepeso inicial, que no terceiro intervalo, também, apresentaram o mesmo comportamento. As gestantes eutróficas e com baixo peso inicial apresentaram uma aumento ponderai maior em relação às com sobrepeso e obesidade. A partir da análise da regressão linear múltipla entre o consumo energético sobre o desempenho de ganho de peso ao longo da gestação, os modelos foram construídos para cada intervalo, controlando-se o tempo entre as observações, o peso inicial do período, a estatura, a idade e a paridade. O consumo de energia associou-se, positivamente, com o aumento ponderal no início e no segundo período de gestação. Conclusão: A associação entre o consumo de energia e o ganho de peso durante a gestação foi positiva durante o primeiro e o segundo trimestres de gestação, portanto, em um momento da gravidez, em que é possível a realização de intervenções nutricionais/ alimentares, visando um aumento ponderai suficiente para garantir, não só um ótimo crescimento fetal, mas também um acúmulo adequado de gordura nos tecidos maternos.
Título em inglês
Energy intake and weight gain during pregnancy
Palavras-chave em inglês
Energy Intake
Pregnancy
Weight Gain
Resumo em inglês
Objective. To Verify the influence of energy intake on weight gain during pregnancy. Methods. A longitudinal cohort of pregnant women who began pre-natal care in March 1997 at "Amparo Maternal"- São Paulo, Brazil and who presented on the first interview a gestational age bellow to 17 weeks was studied. The cohort started with 261 women of which 45 (19.8%) were lost. The following characteristics were examined in order to describe the sample: age, schooling, parity, interval between deliveries, and smoking habits. In order to determine the energy intake a food frequency questionnaire was administered at 3 different moments during gestation; first trimester and beginning of the second (first period), in the middle of the second trimester (second), and finally during the third trimester (third). With the aim of checking the adequacy of the energy intake a physical daily activity questionnaire was also administered at the same moments referred above. The energy cost for these periods was obtained from metabolic basal rate (BMR), using the WH0,1985 equations, adding an energy value according to the gestational trimester. The energy cost was calculated according to what was suggested by RDA, 1989. The subjects were put into categories according to their nutritional status obtained from the body mass index (BMI), weight and gestational age when joining the cohort. The total and gestational week weight gain were calculated at three different moments taking into account the initial nutritional status. Results. The median energy intake increased progressively, 2,344, 2,403 and 2,508 kcal, in the first, second and third periods of the gestation. It was observed that the underweight and normal subjects before pregnancy had a higher energy intake than that of the overweight or obese subjects. The calorie consumption was above or very dose to the energy cost for the subjects of the cohort, except for the women who were obese at the beginning, for whom the cost was always above the energy intake and for the overweight ones who also showed the behavior described above for obese subjects in the third period. The normal and underweight subjects had a higher weight gain than that of the overweight and obese. Conclusions. The association between energy intake and weight gain during the gestation was positive during the first and second trimesters. Therefore, at a gestational moment in which it is possible to give nutritional counseling in order to guarantee enough weight gain not only for an excellent fetal development, but also to have an adequate fat store in the maternal tissues and to prevent and or control the development of postpartum obesity.
 
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Data de Publicação
2020-04-03
 
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