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Tesis Doctoral
DOI
10.11606/T.6.2018.tde-10012018-123605
Documento
Autor
Nombre completo
Antonio Cardozo dos Santos
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 1992
Director
Tribunal
Colacioppo, Sergio
Gomes, Jorge da Rocha
Larini, Lorival
Rosa, Henrique Vicente Della
Salgado, Paulo Eduardo de Toledo
Título en portugués
Efeitos renais crônicos em trabalhadores expostos ao chumbo e suas relações com a pressão arterial
Palabras clave en portugués
Exposição ao Chumbo
Pressão Arterial
Resumen en portugués
Neste estudo, foram determinadas as atividades de duas enzimas de membrana: alanina-aminopeptidase (AAP) e Y-glutamil-transpeptidase (YGT) e da enzima lisossomal N-acetil-B-D-glucosaminidase (NAG), bem como os níveis de proteína total (PT), albumina (ALB) e ácido delta-aminolevulínico (ALA) em urinas de indivíduos expostos ocupacionalmente ao chumbo (grupo exposto) e de indivíduos não expostos ao chumbo e nem a outras substâncias químicas (grupo controle). Todos os indivíduos apresentavam creatinina sérica inferior a 1,5 mg/dL. Ao mesmo tempo foram determinados os níveis sangfiíneos de chumbo (Pb-S) e aferidas pressão arterial diastólica (PD) e pressa-o arterial sistólica (PS). O objetivo foi investigar a toxicidade renal crônica do chumbo e sua possível correlação com a pressão arterial em indivíduos com função renal normal. A mediana de chumbo no sangue no grupo controle foi de 11,5 pg/dL contra 36,8 pg/dL no grupo exposto, mostrando-se dependente do tempo de exposição (p < 0,001). O valor mediano da NAG-U corrigido pela creatinina foi mais alto no grupo exposto (31,74 U/g creatinina) e significativamente diferente do grupo controle (25,28 U/g creatinina), p < 0,001. A atividade NAG-U se correlacionou com o Pb-S (p < 0,001), tempo de exposição (p < 0,001) e ALA-U (p < 0,001), mas não houve correlação com a pressão arterial. Os demais indicadores de função renal, Y GT-U, AAP-U, PT-U e ALB-U não se mostraram mais elevados no grupo controle e nem mostraram correlação com o Pb-S, tempo de exposição ou pressão arterial. A pressão arterial diastólica foi maior no grupo exposto (83 mmHg contra 78 mmHg no grupo controle) mas não se observaram diferenças quanto à pressão sistólica. Observaram-se correlações das pressoes arteriais diastólica e sistólica com tempo de exposição (p < 0,001 e p < 0,05 ) e com chumbo no sangue (p < 0,05 e p < 0,05 ) respectivamente, enquanto somente a pressão diastólica se correlacionou com o ALA-U (p < 0,05).
Título en inglés
Chronic renal effects in workers exposed to lead and their relationship with blood pressure
Palabras clave en inglés
Blood Pressure
Exposure to Lead
Resumen en inglés
In the present study we determined the activity of two renal tubule membrane enzymes: alanine-aminopeptidase (AAP) and Y-glutamyl-transpeptidase (YGT), and of the renal tubule lysosomal enzyme N-acetyl-B-D-glucosaminidase (NAG), as well as the levels of total protein (TP), albumin (ALB) and delta-aminolevulinic acid (ALA) in the urine of individuais occupationally exposed to lead (exposed group) and in individuais not exposed to lead or to any other chemical substances (control group). All individuais presented serum creatinine levels of less than 1.5 mg%. All subjects were also submitted to measurement of blood lead levels (B-Pb) and of diastolic and systolic arterial pressure. The objective was to investigate the chronic renal toxicity of lead and its possible correlation with arterial pressure in individuais with normal renal function. Median B-Pb levels were 11.5 pg/dL for the controls versus 36.8 Pg/dL for the exposed group, with the level being proportional to time o f exposure (p < 0.001). Median NAG-U values corrected for creatinine were higher in the exposed group (31.74 U/g creatinine) and significantly different from the control (25.28 U/g creatinine), p < 0.001. NAG-U activity was correlated with B-Pb (p < 0.001), time of exposure (p < 0.001) and ALA-U (p < O. 001), but not with arterial pressure. The remaining indicators of renal function, YGT-U, AAP-U, TP-U and ALB-U were not more elevated in the control group and were not correlated with B-Pb, time of exposure or arterial pressure. Diastolic arterial pressure was higher in the exposed group (83 mmHg versus 78 mmHg for the controls), but the two groups did not differ in systolic pressure. Diastolic and systolic pressure values were correlated with time of exposure (p < 0.001 and p < 0.05) and blood lead (p < 0,05 e 0,05) respectively but only diastolic pressure was correlated with ALA-U ( p < 0.05).
 
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Fecha de Publicación
2018-01-10
 
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