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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.6.2016.tde-03082016-153533
Documento
Autor
Nome completo
Fernando Lefevre
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1990
Orientador
Banca examinadora
Candeias, Nelly Martins Ferreira (Presidente)
Cianciarullo, Tamara Iwanow
Gatti, Bernardete Angelina
Severino, Antonio Joaquim
Westphal, Marcia Faria
Título em português
O medicamento como problema de saúde pública: contribuição para o estudo de uma mercadoria simbólica
Palavras-chave em português
Educação em Saúde Pública
Medicamento
Saúde Pública
Resumo em português
Na perspectiva da Saúde Pública e da Educação em Saúde Pública, através de uma pesquisa de geração de hipóteses, buscou-se analisar o sentido do medicamento, em nosso país, no momento presente. Tendo como amparo teórico-filosófico geral a dialética e como amparo instrumental-analítico a semiótica, considerou-se o medicamento de três pontos de vista: do ponto de vista do social, do ponto de vista do indivíduo e do ponto de vista do médico, considerados como instâncias capazes de atribuir sentido ao medicamento. Do ponto de vista do social, considerou-se que a saúde está sujeita hoje, em nosso país, a um processo de reificação/simbolização e que o medicamento pode ser considerado, no bojo deste processo, como uma mercadoria simbólica. Do ponto de vista dos indivíduos (representados pelos pacientes hipertensos), considerados ao mesmo tempo como objetos de um esforço social de inculcação ideológica e como sujeitos produtores autônomos de sentido, pode-se dizer que o medicamento aparece, associado a uma ampla temática correlata, como símbolo ambíguo, que remete ao mesmo tempo à Saúde e à Doença. O ponto de vista do médico (o terceiro grande agente atribuidor de sentido ao medicamento) foi analisado sob a rubrica: relações simbólicas mantidas com o medicamento pelo prescritor médico. Como conclusão do trabalho são levantadas seis hipóteses relativas ao sentido do medicamento para os indivíduos. Seria possível, evidentemente, levantar hipóteses sobre o sentido do medicamento para o social e para o médico. Optou-se pelo indivíduo considerando que, tradicionalmente, a Educação em Saúde Pública é vista como prática de intervenção sobre indivíduos e grupos, sem desconsiderar o fato de que os comportamentos destes indivíduos e grupos são determinados, em última instância, a nível macrossocial. As hipóteses dizem respeito aos seguintes temas: - o medicamento e a oposição: natural x artificial; - o medicamento e a relação de comunicação; - o medicamento como símbolo ambíguo de saúde e doença; - o medicamento e a moral: obediência e transgressão; autonomia e heteronomia; - o medicamento e o desejo: eficiência e eficácia simbólica; - o medicamento e a relação de consumo. As hipóteses relativas a estes seis temas serão consideradas pontos de partida para trabalhos posteriores, em que se buscará verificar, em populações específicas, a veracidade e a pertinência das afirmações nelas contidas. Pretende-se que o presente trabalho dê lugar à criação de uma linha de pesquisa em Educação em Saúde Pública, que tenha como núcleo a produção do sentido da Saúde na sociedade brasileira contemporânea.
Título em inglês
The medicine as a public health problem: contribution to the study of symbolic goods
Palavras-chave em inglês
Medicine
Public Health
Public Health Education
Resumo em inglês
This paper represents an attempt to analyse the meaning os Drug in our country, at the present moment, both from Public Health and Public Health Education perspectives by carryng out an hipothesis-generation research. Adopting dialectics as a general theoretical-philosophical embasement and semiotics as an analytical tool, Drug is considered under three points of view: the social's, the individual's and the physician's, all of them esteemed as instances able to assign meaning to Drug. From the individual's point of view (represented by the hypertensive patients), seen, dialecticaly, as victims of a social effort of ideological imposition and as agents able to produce, automously, their own meanings, one can say that Drug, associated to an ample series of corelate themes, turns out as an ambiguous symbol, referred to either as Health or Illness. The physician's paint of vew (the third great agent in assigning meaning to Drug) is analysed under the heading : "symbolic relationships concerning Drugs, heald by the prescriber physician". Six hypothesis concerning the Drug's meaning for individuals are draw out of this work, as a conclusion. Obviously, it would also be possible to draw out hypothesis on the Drug's meaning under the social and the physician's focuses. However, the option fell on the individual, taking into acount that, traditiona1ly, Public Health Education is seen as a discipline and as a practice wich interferes on the behavior of individual and groups (without neglecting the fact that, ultimately, the behavior of the individuals and groups is macrassocially determined). The hypothesis concern the following topics: - Drug and the opposition: natural x artificial; - Drug as a message; - Drug as an ambiguos symbol of health and illness. - Drug and mores; compliance and transgression; autonomy and heteronomy; - Drug and the desire: symbolic efficiency and efficacy; - Drug and the consumption relationship. The hypothesis concerning these six topics are considered as starting points for future works in which the purpose would be to make attemps to check out, in target populations, the veracity and pertinency of the statements. It is hoped that the present work provides the basis for a new research field in Public Health Education, focusing the meaning of Healht, socially produced, in the brazilian contemporaneous society.
 
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Data de Publicação
2016-08-03
 
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