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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.6.2020.tde-19022020-110200
Documento
Autor
Nome completo
Carla Roberta Ferraz Rodrigues
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2009
Orientador
Banca examinadora
Zioni, Fabiola (Presidente)
Chiesa, Anna Maria
Martins, Cleide Lavieri
Reis, Alberto Olavo Advincula
Silveira, Cássio
Título em português
Representações sociais de trabalhadores da Saúde da Família sobre família como unidade do cuidado e controle social, por meio dos Conselhos Gestores, zona leste da cidade de São Paulo
Palavras-chave em português
Conselho Gestor
Controle Social
Cuidado Familiar
Família
Saúde da Família
Resumo em português
A Estratégia Saúde da Família tem sido entendida e disseminada como a principal política pública destinada a estruturar atenção básica em saúde. Está presente em mais de 80% dos municípios brasileiros, representado uma importante capilaridade e uma tendência perene. Tem, na concepção do seu processo de trabalho, dois objetivos centralmente valorizados: a família como unidade do cuidado e o incentivo à participação da comunidade no controle social do Sistema Único de Saúde, que comportam, ao menos teoricamente, um grande potencial para democratizar as relações entre serviços de saúde e população e para promover melhores resultados na qualidade da assistência. Entendendo que a despeito das decisões políticas e orientações institucionais, é na dinâmica do funcionamento dos serviços que concretamente se estabelece a relação governo-população, onde se realiza efetivamente o "direito, ou não, à saúde"; os trabalhadores representam, medeiam e dão forma a tais direitos à população, configurando-se como atores fundamentais para efetivação de qualquer proposta ou projeto. Nesse sentido, entender essas dimensões, do ponto de vista dos seus trabalhadores, pode revelar concepções, impasses e intencionalidades, pessoais e coletivas sobre as dimensões citadas acima, assim como, reproduzir, mesmo que indiretamente, as diretrizes institucionais e políticas propostas para tais práticas. As Representações Sociais (RS) constituem material simbólico, fruto da cultura, imaginário e subjetividade atinentes aos indivíduos e grupos. As práticas no agir cotidiano dos serviços de saúde resultam da complexa interação entre a dimensão da RS e das condições necessárias à sua implementação. Desse modo, analisamos as RS de trabalhadores da Saúde da Família acerca da família como unidade do cuidado e do controle social por meio dos Conselhos gestores dos serviços de saúde. Desenvolvemos um estudo de Caso em Unidades da Zona leste da Cidade de São Paulo com os trabalhadores de equipes de Saúde da Família dos seis distritos administrativos que a compõem. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas, trabalhados segundo a análise de conteúdo e interpretados à luz da Teoria das RS. Quanto à família como unidade do cuidado, as RS revelaram pouca clareza em como conduzir essa prática do ponto de vista conceitual e instrumental, evidenciando-se a necessidade de reconstruir o discurso da cuidado familiar em Saúde da Família, efetivamente (re)conduzindo-o ao que se propõe, construindo uma práxis criadora, para assim, investigar-lhe a viabilidade, alcance e o potencial, tirando-o do campo das ideias/propostas, trazendo-lhe para o campo da vida cotidiana. Quanto ao controle social, o alcance da prática, operacionalizada no cotidiano das Unidades de Saúde, depende da incorporação progressiva e simultânea de uma cultura de participação e da efetivação' de uma prática cidadã, rompendo tendências cristalizadas e superando fatores limitantes, o que não se dará "naturalmente" mas, pelo investimento na formação e na capacitação de trabalhadores sob a ótica da saúde como um direito.
Título em inglês
Social Representations of the Family Health workers on family as the unit of care and social control, through management of the Councils, the eastern city of São Paulo
Palavras-chave em inglês
Council Manager
Families
Family Care
Family Health
Social Control
Resumo em inglês
The Family Health Strategy has been understood and disseminated as the main public policy to build basic health care. ls present in more than 80% of Brazilian municipalities, represented a major capillary and a perennial. Has, in the design of their work process, two goals centrally valued: the family as the unit of care and encouragement of community participation in social control of the Unified Health System, which include, at least theoretically, a great potential to democratize the relations between health services and population and to promote better results in the quality of care. Considering that in spite of política! decisions and institutional guidelines, is in the dynamics of the functioning of services that are specifically establishes the government-people relationship, which effectively makes the "right or not, health" workers represent, mediate and provide to such rights to the population, setting themselves as key actors for execution of any proposal or project. In this sense, understanding the dimensions, in terms of its employees, may reveal designs, deadlocks and intentionally, personal and collective dimensions of the above, as well as play, even if indirectly, the proposed policy and institutional guidelines for such practices. The Social Representations (SR) are symbolic material, fruit culture, imagination and subjectivity pertaining to individuais and groups. Acting in everyday practice of health services resulting from the complex interaction between the size of the RS and the conditions necessary for its implementation. Thus, we analyzed the SR of the Family Health workers about the family as the unit of care and of social control through the Councils management of health services. We develop a case study in units of the area east of the City of São Paulo with the workers of the Family Health teams from the six administrative districts that comprise it. Data were collected through semi-interviews, worked according to the content analysis and interpreted in light of the theory of SR. As the family as the unit of care, the SR showed little clarity on how to lead the practice from a conceptual and instrumental, highlighting the need to reconstruct the discourse of family care in Family Health, effectively (re)-the leading to what is proposed, building a creative practice, so, you investigate the feasibility, scope and potential, making it the field of ideas I proposals, bringing him to the field of everyday life. As for social control, the scope of practice, operationalized in the daily lives of health units, depends on the gradual and simultaneous incorporation of a culture of participation. and effectiveness of a practice citizen, breaking trends crystallized and overcoming limiting factors, what is it not "naturally", but the investment in education and training of workers from the perspective of health as a right.
 
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Data de Publicação
2020-02-19
 
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