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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.6.2020.tde-12112019-135512
Documento
Autor
Nome completo
Rubens Carvalho Silveira
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Silva, Zilda Pereira da (Presidente)
Alencar, Gizelton Pereira
Flores, Luis Patricio Ortiz
Ventura, Deisy de Freitas Lima
Título em português
Mortalidade de imigrantes internacionais no Município de São Paulo, de 2006 a 2015
Palavras-chave em português
Imigrantes
Mortalidade
Sistemas de Informação
Resumo em português
Introdução: As mudanças advindas do processo de reestruturação da produção implicam a mobilidade do capital e da população, em diferentes partes do mundo. O processo de migração em busca de melhores condições de vida envolve uma série de eventos que podem ser traumatizantes e podem colocar o migrante em risco. As restrições relacionadas à situação laboral instável e precária, além da dificuldade em obter proteção social, podem influenciar sua saúde. Os custos associados aos cuidados de saúde podem constituir barreiras à utilização dos serviços de saúde. Objetivo: Avaliar a qualidade da informação e o perfil dos óbitos da população de imigrantes no Município de São Paulo, nos anos de 2006 a 2015. Métodos: Foi utilizado o banco de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM dos anos de 2006 a 2015 e os dados do censo demográfico de 2010. Foi analisada a incompletude das variáveis: sexo, idade, raça/cor, escolaridade, local do óbito, ocupação e médico atestante. A variável naturalidade foi utilizada para separar os óbitos entre imigrantes e brasileiros, além de classificá-los entre ondas migratórias antigas (portugueses, japoneses e italianos) e recentes (argentinos, bolivianos, chilenos, chineses e sul-coreanos). Foram analisados a mortalidade proporcional por sexo, idade e raça/cor e os indicadores de Swaroop & Uemura e Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP). Para mensurar o risco de óbito, foram calculadas as taxas de mortalidade bruta e padronizada por faixa etária, para o ano de 2010. Resultados: Em relação à qualidade do preenchimento da DO, as variáveis sexo, idade, local do óbito e raça/cor foram classificadas como excelentes para imigrantes e brasileiros. A variável médico atestante foi classificada como boa. Escolaridade e ocupação como regulares, com exceção da escolaridade entre os brasileiros, que foi ruim. A única variável que apresentou um crescimento na incompletude foi a médico atestante. Os óbitos de imigrantes somam 6,2% do total de óbitos no período, com maior volume para as ondas mais antigas (62,7%) em comparação com as mais recentes (7,1%). Em todas as nacionalidades estudadas, os óbitos masculinos foram mais frequentes, com destaque para a população chilena (63,6%). Os óbitos de ondas mais antigas apresentaram maior concentração de idosos, principalmente nas faixas etárias mais elevadas. O mesmo não ocorreu com as ondas mais recentes, em que bolivianos tiveram a menor idade média ao morrer (50,3 anos). As três principais causas de morte foram as mesmas, tanto em imigrantes quanto em brasileiros. Para os óbitos masculinos, as causas externas foram a terceira para brasileiros e a quarta para imigrantes, com exceção da população de bolivianos, em que estas foram a primeira causa. Os brasileiros, independente do sexo, apresentaram APVP por óbito maior comparado com os imigrantes; em ambos, a população masculina perdeu mais anos de vida do que a feminina. Conclusão: As ondas mais antigas apresentaram perfil de mortalidade com mais óbitos em idades mais elevadas do que as populações de brasileiros e das ondas mais recentes, com variabilidade entre as nacionalidades que compõem estas últimas, com destaque para a população de bolivianos, que apresentou pior perfil, com óbitos em idades jovens e proporção maior de causas externas do que as demais nacionalidades.
Título em inglês
Mortality of international immigrants in the city of São Paulo, from 2006 to 2015
Palavras-chave em inglês
Immigrants
Information Systems
Mortality
Resumo em inglês
Introduction: Changes arising from the process of restructuring production implies the mobility of capital and population, in different parts of the world. The process of migration in search of better living conditions involves a series of events that may be traumatic and may put the migrant at risk.Restrictions related to unstable and precarious employment situation, as well difficulty in obtaining social protection, can influence their health. Costs associated with health care can be barriers to the use of health services. Objective: To evaluate the quality of information and the death profile of the immigrant population in the city of São Paulo, from 2006 to 2015. Methods: We used the Mortality Information System - SIM database from 2006 to 2015 and the 2010 census data. The incompleteness were analyzed for variables: gender, age, race/ skin color, education, place of death, occupation and certifying physician . The naturalness variable was used to classify deaths among immigrants and nationals and to classify them between old (Portuguese, Japanese and Italian) and recent migratory waves (Argentine, Bolivian, Chilean, Chinese and South Korean). Proportional mortality by gender, age and race/ skin color, and Swaroop & Uemura and Potential Years ol Life Lost (PYLL) indicators were analyzed. To measure the risk of death, crude and standardized mortality rates were calculated by age group for 2010. Results: Regarding the quality of DO's completeness , the variables gender, age, place of death and race/skin color were classified as excellent for immigrants and Brazilians. The certifying physician variable was classified as good, education and occupation as regular, except for education among Brazilians, which was poor.The only one variable that showed an incompleteness growth was the certifying physician. Immigrant deaths accounted for 6.2% of total deaths in the period, with higher volume for older waves (62.7%) compared to more recent ones (7.1%). In all nationalities, male deaths were more frequent, especially the Chilean population (63.6%). Deaths from older waves presented higher concentration of the elderly, especially in the older age groups. The same did not happen with the most recent waves, in which Bolivians had the lowest average age at death (50.3 years). The three main causes of death were the same in both immigrants and Brazilians. For male deaths, external causes were third for Brazilians and fourth for immigrants,except for the Bolivian population, that were the first cause-of-death. Brazilians, regardless of gender, had higher PYLL compared to immigrants; in both, the male population lost more years of life than the female. Conclusion: The oldest migratory waves presented a mortality profile with deaths at older ages than the population of Braziliansand the recent waves, with variability between the nationalities that compose it, especially the Bolivian population with the worst profile, with deaths at a young age and a higher proportion external causes than other nationalities.
 
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SilveiraRC_MTR_R.pdf (1.44 Mbytes)
Data de Publicação
2020-02-07
 
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