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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.6.2019.tde-30082019-100551
Documento
Autor
Nome completo
Jefferson Santos Pereira
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Cabral, Cristiane da Silva (Presidente)
Barbosa, Regina Maria
Latorre, Maria do Rosario Dias de Oliveira
Villela, Wilza Vieira
Título em português
Mulheres vivendo com HIV: fatores associados ao planejamento da primeira gravidez após o diagnóstico
Palavras-chave em português
Aborto
Direitos Sexuais e Reprodutivos
Gravidez Não Planejada
HIV
Mulheres
Resumo em português
Este trabalho teve como objetivo descrever o perfil de mulheres vivendo com HIV que tiveram pelo menos uma gravidez após o diagnóstico e verificar os fatores associados ao planejamento da primeira gestação após o diagnóstico de HIV. Utilizaram-se dados da pesquisa de delineamento transversal "GENIH: Gênero e Infecção pelo HIV", um estudo com amostra probabilística que entrevistou mulheres de 18 a 49 anos, usuárias de serviços públicos de saúde no município de São Paulo. Neste estudo, foi analisada uma subamostra de 308 mulheres vivendo com HIV e com, pelo menos, uma gestação após o diagnóstico. A análise dessas mulheres foi segmentada a partir do planejamento da primeira gravidez após o diagnóstico do HIV: 31,3% dessas participantes declararam ter planejado a primeira gestação após o diagnóstico, enquanto 68,7% declararam não o ter feito. Foi realizado um modelo de regressão logística múltipla, em que os fatores estatisticamente associados ao planejamento da primeira gestação após o diagnóstico (p<=0,05) foram: coabitar com parceiro; ausência de aborto provocado antes do diagnóstico por HIV; e ter filho antes do diagnóstico pelo HIV. Tais resultados nos mostram que os fatores associados ao planejamento da gravidez no contexto do HIV são, em certa medida, similares aos fatores associados ao planejamento da gravidez na população em geral. Contudo, nota-se que a proporção de gravidez não planejada para mulheres vivendo com HIV foi maior do que a média geral do Brasil, a qual é de aproximadamente em torno de 55%. Essa alta proporção, por si só, já produz um quadro preocupante e desafiador, especialmente, por se tratar de mulheres inseridas em serviços de saúde especializados e no fato de que os riscos para transmissão vertical do HIV podem ser mais bem controlados em cenários nos quais a gravidez é planejada e acompanhada desde o início.
Título em inglês
Women living with HIV: factors associated with planning the first pregnancy after diagnosis
Palavras-chave em inglês
Abortion Women
Sexual and Reproductive Rights
Unplanned Pregnancy
Resumo em inglês
The present study aimed to describe the profile of women living with HIV who had at least one pregnancy after HIV diagnosis and to verify the factors associated with planning the first pregnancy after it. Data from the crosssectional study "GENIH: Gender and HIV Infection" was used, a study with a probabilistic sample that interviewed women aged 18 to 49 years, who use public health services in the city of São Paulo. For the present study, 308 women living with HIV and at least one gestation after HIV diagnosis were analyzed. The analysis of these women was segmented from the planning of the first pregnancy after HIV diagnosis: 68.7% of these participants reported having planned their first pregnancy after diagnosis, while 31.3% stated that they had not. A multiple logistic regression model was performed, in which the factors statistically associated with planning the first pregnancy after diagnosis (p<=0.05) were: cohabit with partner; absence of induced abortion prior to HIV diagnosis; and having a child prior to HIV diagnosis. These results show that the factors associated with planning for pregnancy in the context of HIV are similar to the factors associated with planning the pregnancy in the general population, but it is noted that the proportion of unplanned pregnancies for women living with HIV was higher than the general average of Brazil, which is 55%. This high proportion alone creates a worrying and challenging picture, especially when it is thought that women are involved in specialized health services, and the fact that risks for vertical HIV transmission can be better controlled in settings where pregnancy is planned and monitored from the start. However, there are similarities between the elements that compose trajectories of greater vulnerability to unplanned pregnancies and the elements that make up trajectories of greater vulnerability to HIV, such as the occurrence of induced abortion in the trajectory and low level of schooling observed in the study population.
 
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PereiraJS_MTR_R.pdf (2.28 Mbytes)
Data de Publicação
2019-12-06
 
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