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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.64.2016.tde-04072016-143635
Documento
Autor
Nome completo
André Luís Lima de Araujo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2013
Orientador
Banca examinadora
Fernandes, Elisabete Aparecida De Nadai (Presidente)
Dias, Carlos Tadeu dos Santos
Laurino, Marilda Cortopassi
Muradian, Ligia Bicudo de Almeida
Saiki, Mitiko
Título em português
Estudo da qualidade do mel de abelhas sem ferrão por análise por ativação neutrônica instrumental
Palavras-chave em português
Biomonitoração
Elementos traços
Meliponini
Nutracêutico
Pólen
Resumo em português
O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de mel, no qual sua produção é baseada principalmente na criação da espécie exótica Apis mellifera. A produção de mel da Apis mellifera é cerca de 10 vezes maior que das espécies de abelhas sem ferrão, contudo, o mel de abelhas nativas possui maior valor comercial. Embora pouco explorado, o mel de abelhas sem ferrão desperta interesse em indústrias de cosméticos e medicinas naturais. A sua produção se apresenta como uma ferramenta com grande potencial para agregar valor econômico aos ecossistemas brasileiros, em especial os florestais, de forma sustentável e com menor potencial de influências de contaminantes traços. A qualidade química do mel é um importante requisito comercial, principalmente o destinado à exportação. Como exemplo, a União Européia em 2006 decidiu suspender a importação do mel produzido no Brasil sob alegação de que o país não possuía equivalência ao bloco quanto as diretrizes para o controle de resíduos e qualidade do produto. Diante do potencial de produção comercial sustentável do mel de abelhas nativas brasileiras e a falta de conhecimento sobre possíveis resíduos encontrados em sua composição, em especial os elementos traços, como objetivo principal deste trabalho pretendeu-se caracterizar a composição de elementos químicos do mel de abelhas sem ferrão, comparar com o de Apis mellifera e verificar as possíveis variações causadas pelo ambiente. Este estudo investigou a composição química dos méis de abelhas sem ferrão de cinco estados brasileiros: Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo; compreendendo um total de 70 colméias de diferentes espécies: Melipona quadrifasciata, Melipona scutelaris, Melipona mandacaia, Melipona capixaba, Melipona rufiventris, Melipona compressipes, Melipona bicolor, Nannotrigona testaceicornis, Tetragona clavipes, Tetragonisca angustula e Scaptotrigona sp.. Pólen, a principal fonte de minerais para a colméia, e as próprias abelhas foram também coletadas para estudos de composição e correlação com os méis. A análise por ativação neutrônica instrumental permitiu a determinação de Br, Ca, Co, Cs, Fe, La, Na, Rb, Sc e Zn nos méis, Br, Ca, Co, Cs, Fe, K, La, Na, Rb, Sc, Se e Zn nas amostras de pólen e As, Br, Co, Cr, Cs, Fe, K, La, Na, Rb, Sb, Sc, Se e Zn em abelhas. Méis das abelhas da subtribo trigonina apresentaram maiores concentrações dos elementos alcalinos. Alta razão K/Na foram observadas nas amostras de mel e pólen. Pólen se apresentou como uma grande fonte de P e Se. Análises quimiométricas indicaram os méis e abelhas como bons indicadores de atividades antrópicas. Arsênio apareceu nas abelhas coletadas em áreas de maior atividade antrópica. Como resultado, este estudo tem demonstrado o potencial nutracêutico do mel e pólen meliponícola e o potencial das abelhas nativas como ferramentas de avaliação da qualidade ambiental. A proximidade a atividades antrópicas mostrou-se fator decisivo para concentrações mais elevadas de As mas abelhas
Título em inglês
Study of the quality of stingless bees honey by instrumental neutron activation analysis
Palavras-chave em inglês
Biomonitoring
Meliponini
Nutraceutical
Pollen
Trace elements
Resumo em inglês
Brazil is one of the largest producers of honey, which production is based mainly on the creation of exotic species Apis mellifera. Honey production of Apis mellifera hives is about 10 times higher than the stingless bees species, however, the native bees honey has greater commercial value in Brazil. Although the little exploitation, honey of stingless bees arouses interest in cosmetic industries and natural medicines. The honey production of stingless bees can represents an important tool to add economic value to Brazilian ecosystems, especially forests, sustainably and with less influence of contaminants. The chemical quality of honey is an important business requirement, mainly for exportaition. As an example, in 2006 the EU decided to suspend the importation of honey produced in Brazil alleging that the country had no equivalence to the european guidelines for honey quality control. Given the potential for sustainable commercial production of honey of Brazilian native bees and lack of knowledge about possible residues found in its composition, particularly the trace elements , the main objective of this work was intended to characterize the composition of chemical elements in stingless bees honey, comparing with that of Apis mellifera and assessing the possible variation caused by the environment. This study investigated the chemical composition of stingless bees honeys from five Brazilian states: Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Santa Catarina and São Paulo, comprising a total of 70 beehives of different species: Melipona quadrifasciata Melipona scutelaris, Melipona mandacaia, Melipona capixaba, Melipona rufiventris, Melipona compressipes, Melipona bicolor, Nannotrigona testaceicornis, Tetragona clavipes, Tetragonisca angustula and Scaptotrigona sp. Pollen, the main source of minerals to the bee hives, and the bees themselves were also collected for studies of chemical composition and correlation with their honeys . The instrumental neutron activation analysis allowed the determination of Br, Ca, Co, Cs, Fe, La, Na, Rb , Sc and Zn in honey, Br, Ca, Co, Cs, Fe, K, La, Na, Rb, Sc, Se and Zn in pollen samples and As, Br, Co, Cr, Cs, Fe, K, La, Na, Rb, Sb, Sc, Se and Zn in bees. Honey of the subtribe trigonina bees had higher concentrations of alkali elements. High ratio K/Na were observed in samples of honey and pollen. Pollen samples presented as an important source of P and Se. Chemometric analysis indicates the stingless bee honeys as good indicators of anthropogenic activities. Arsenic appeared in bees collected in areas of high human activity. As a result, this study has demonstrated the potential of honey and pollen of stingless bees as nutraceutical application and native bees as tools for assessment of environmental quality. The proximity to anthropic activies showed to be a decisive factor for higher concentrations of As in the bees
 
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Data de Publicação
2016-07-11
 
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