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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.7.2008.tde-03092008-121038
Documento
Autor
Nome completo
Silvia Moreira da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Soares, Cassia Baldini (Presidente)
Brites, Cristina Maria
Campos, Célia Maria Sivalli
Título em português
A unidade de redução de danos do município de Santo André: uma avaliação
Palavras-chave em português
Avaliação de serviços de saúde
Drogas de abuso
Problemas sociais
Redução do dano
Resumo em português
O objeto deste estudo é a Unidade de Redução de Danos (URD) da Secretaria Municipal de Saúde de Santo André, compreendida como instrumento do trabalho em saúde, que tem por finalidade transformar a situação de saúde de sujeitos, que fazem parte de um grupo social marginalizado; são indivíduos que circulam ou trabalham nas ruas - usuários de drogas, michês, mulheres profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, adolescentes em situação de exploração sexual, transexuais, travestis, lésbicas e mulheres que trabalham em casas de programas. O objetivo geral foi: avaliar a URD sob a ótica dos sujeitos que são alcançados pelo programa. Partindo da compreensão de que a "questão social" tomou na contemporaneidade novas feições, advindas do processo de reestruturação produtiva, que em maior ou menor grau repercutem na vida dos sujeitos alcançados pelo programa, e partindo do pressuposto de que a URD vai além da distribuição de insumos e orientações para prevenir doenças transmissíveis, procurando assegurar aos indivíduos o direito à saúde e apoiar o acesso a outros direitos sociais, esta pesquisa buscou compreender a situação familiar, de trabalho e de vida dos usuários, verificar como eles avaliam o programa e analisar as repercussões do trabalho da URD em suas vidas. Trata-se de uma pesquisa estratégica de natureza avaliativa que utilizou um método qualitativo para apreensão do objeto. Foram realizadas 19 entrevistas semi-estruturadas com usuários dos diferentes segmentos atendidos pelo programa. Os entrevistados mostraram que: encontram-se em composições familiares muito diversas; trabalhar nas ruas é conseqüência de uma trajetória marginal e da impossibilidade de acessar outros tipos de trabalho; almejam uma vida melhor. Como potencialidades da URD foram apontadas: melhora do cuidado com a saúde e do uso de preservativos; diminuição do consumo de drogas; melhora da procura e do acesso a serviços de saúde; diminuição do compartilhamento de material para uso de drogas; melhora da capacidade de decisão; a URD foi considerada um espaço humanizado, que dispõe de um trabalho regular e contínuo, o que dá aos usuários uma sensação de segurança e de proteção; a ação da URD perpassou a prevenção de danos à saúde, promovendo transformações mais amplas como a consciência de direitos sociais em geral e de saúde em particular, bem como ações no sentido de fazer valer esses direitos; os usuários sentem-se mais fortalecidos para a vida, procurando estudo, trabalho e moradia. Entre as fragilidades da URD estavam: presença inconstante e demora do programa em retornar em alguns dos campos; falta de profissionais de psicologia para acompanhamento dos usuários. Os serviços de saúde do município foram bastante criticados, sendo relatados vários episódios de preconceito e até mesmo de negligência na atenção à saúde. Sugeriu-se: expandir e divulgar o trabalho desenvolvido, agregando ações de RD nas unidades básicas de saúde; apoiar a implementação de associações para reunir as reivindicações dos que trabalham nas ruas ou nas casas de programas; um local mais adequado para o atendimento, entre outros
Título em inglês
The harm reduction unit of the municipality of Santo André: an evaluation
Palavras-chave em inglês
Harm reduction
Health service evaluation
Social problems
Street drugs
Resumo em inglês
The subject of this study was the Harm Reduction Unit (HRU) of the Municipal Health Department of Santo André, taking it to be a working tool for healthcare that has the purpose of transforming the health situation of individuals forming part of socially marginalized groups. These are individuals who spend their lives or work on the streets: drug users, prostitutes, female sex workers, men who have sex with men, sexually exploited adolescents, transsexuals, transvestites, lesbians and women working in brothels. The general objective was to evaluate the HRU from the viewpoint of individuals that the program reaches. This study started from the understanding that the "social question" has now taken on new features coming from production restructuring processes that, to a greater or lesser degree, impinge on these individuals' lives, and from the presupposition that the HRU goes beyond distributing supplies and guidance for preventing transmissible diseases, through seeking to ensure individuals' rights to health and support their access to other social rights. It sought to understand the users' family, work and life situations, find out how they rated the program and analyze the repercussions of the HRU's work on their lives. This was a strategic study of evaluative nature using a qualitative method to grasp this subject. Nineteen semi-structured interviews were held with users in the different segments attended by the program. The interviewees showed that: they were in a wide variety of family setups; working on the streets was consequential to their marginalized path through life and their impossibility of accessing other types of work; and they craved a better life. The HRU's potential benefits were indicated to be: improved healthcare and condom use; decreased drug use; improved seeking and access to healthcare services; and decreased material sharing for drug use; improved decision-making capacity. The HRU was deemed to be a humanized space performing regular and continuous work that gave users a sense of security and protection. The HRU's actions went beyond prevention of damage to health, through promoting broader transformations such as awareness of social rights in general and health rights in particular, along with actions towards making these rights apply. The users felt strengthened for life and for seeking education, work and housing. Among the weak points of the HRU were: non-constant presence and delay in program response in some of the fields; lack of psychology professionals to follow up users. The municipal health services were greatly criticized, and various episodes of prejudice and even negligence in healthcare attendance were reported. The following suggestions are made: expansion and dissemination of the work developed, adding the HRU's actions to primary healthcare units; support for the implementation of associations to bring together the demands of those who work on the streets or in brothels; and provision of a more suitable place for attendance, among others
 
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Silvia_Moreira.pdf (2.01 Mbytes)
Data de Publicação
2008-09-12
 
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