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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2003.tde-17102003-133820
Documento
Autor
Nome completo
Silvia Faustino de Assis Saes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2003
Orientador
Banca examinadora
Santos, Luiz Henrique Lopes dos (Presidente)
Cacciola, Maria Lucia Mello de Oliveira
Ferraz Junior, Bento Prado de Almeida
Marques, Edgar da Rocha
Moreno, Arley Ramos
Título em português
Wittgenstein e o fim da epistemologia.
Palavras-chave em português
epistemologia
ontologia
realidade
subjetividade
Wittgenstein
Resumo em português
Procurando investigar as razões que justificam a ausência de uma epistemologia no Tractatus Logico-Philosophicus de Wittgenstein, o trabalho encontra na filosofia de Schopenhauer a raiz da metafísica que ele vincula à lógica. Descobre-se que esse vínculo constitui a verdadeira estratégia de dissolução do terreno no qual classicamente se constroem as epistemologias. A partir daí, duas direções são tomadas: de um lado, exploram-se certas teses centrais do Tractatus no sentido de saber se há, afinal, uma epistemologia compatível com a sua lógica; e, de outro, confrontam-se essas mesmas teses com os fundamentos de dois modelos epistemológicos clássicos: o de Russell e o de Kant. Com isso, o trabalho procura mostrar que, tanto no sentido de “telos”, quanto no sentido de “termo”, o “fim” da epistemologia no Tractatus marca a singularidade da obra no cenário geral da filosofia contemporânea
Título em inglês
Wittgenstein and the end of epistemology.
Palavras-chave em inglês
epistemology
ontology
reality
subjectivity
Wittgenstein
Resumo em inglês
This work investigates the reasons which justify the absence of an epistemology in Wittgenstein’s Tractatus Logico-Philosophicus, and encounters in Schopenhauer’s philosophy the root of the metaphysics which Wittgenstein connects to logic. This connection is found to constitute the true strategy of dissolution of the grounds in which epistemologies are classically built. Two directions are then taken: on the one hand, certain central theses of the Tractatus are explored, in order to see whether, after all, there is an epistemology that is compatible with its logic; on the other hand, these same theses are compared with the foundations of two classical epistemological models: Russell’s and Kant’s. In this way, the work attempts to show that the “end” of epistemology in the Tractatus, both in the sense of “telos” as in the sense of “finishing”, marks the singularity of the book in the overall background of contemporary philosophy.
 
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Data de Publicação
2003-11-07
 
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