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Mémoire de Maîtrise
DOI
10.11606/D.8.2016.tde-23032016-134741
Document
Auteur
Nom complet
Bruno Martins Morais
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2016
Directeur
Jury
Marques, Ana Claudia Duarte Rocha (Président)
Pereira, Leví Marques
Silva, Fabiola Andrea
Titre en portugais
Do corpo ao pó: crônicas da territorialidade Kaiowá e Guarani nas adjacências da morte
Mots-clés en portugais
Corpo
Kaiowá e Guarani
Morte
Pessoa
Territorialidade
Violência
Resumé en portugais
O debate em torno da territorialidade guarani no Mato Grosso do Sul chegou a um impasse teórico: de um lado, há os que a entendem a partir das concepções próprias dos indígenas das categorias territoriais; do outro, estão os que posicionam essas categorias, sobretudo a expressão tekoha, como contingências das políticas de Estado que historicamente vincularam os Kaiowá e Guarani a um território específico e produziram como efeito um movimento de retomada das áreas tradicionais. Esta dissertação pretende avançar neste impasse tentando percorrer, a partir de reflexões sobre a violência, e a morte, esses dois modelos de territorialidade. Os primeiros capítulos dão um panorama da disposição atual dos Kaiowá e Guarani por sobre o seu território, com foco no corpo: impondo uma segregação no espaço, a colonização impôs aos índios uma disciplina corporal. É como estratégia de resistência a essa disciplina que eles tentam reorganizar o espaço a partir dos acampamentos de retomada. A relação com a morte e com os mortos emerge como um eixo orientador da vida sobre o território, e os dois últimos capítulos vão dedicados a etnografar essas relações e as concepções de pessoa, de corpo, e os elementos escatológicos e proféticos envolvidos nos ritos funerários. Dividido entre uma parte substantiva, e uma parte imaterial, o corpo aparece no fim como o elemento organizador da produção e da reprodução da vida social, da territorialidade, e do cosmos. Do mesmo modo, é o corpo o eixo organizador da destruição do que há nesta terra. Traduzindo um registro no outro, os Kaiowá e Guarani operam uma crítica histórica que sugere uma conciliação entre as teorias já não como opostas, mas como complementares e variadas em perspectiva.
Titre en anglais
From body to dust: chronicles of Kaiowá and Guarani territoriality on the threshold of death
Mots-clés en anglais
Body
Death
Kaiowa and Guarani
People
Territoriality
Violence
Resumé en anglais
The debate regarding the guarani territoriality in Mato Grosso do Sul has come to a theorical impass: in one hand, there are those who see it from the indigenous own conceptions of Territorial categories; on the other hand are those that put these categories, most of all the expression tekoha, as State policies contingences that through history have connected the Kaiowá and Guarani to a specific territory and as an effect produced a movement for the reocupation of traditional areas. This dissertation aims at advancing in this impasse by trying to go through these two territorial concepts from the perspective of reflections about violence and death. The first chapters show the panorama of the current diaposition of the Kaiowa and Guarani people in their territory, focusing on the body: by forcing a physical segregation, the colonization imposed to the indigenous a body discipline. It is as a kind of resistance strategy to this diacipline that they try to reorganize the space through the retaking campings. The relation with death and their dead emerge as an orientating axis to the life over the territory, and the last two chapters arr dedicated to an ethnography of these relations the conceptions of person, body ans the escatological and prophetical elements involved in the funeral rites. Divided between a substantial part and an immaterial part, the body appears in the end as an organizing element of social life, territoriality and cosmos production and reproduction. In the same way, the body is the organizing element of the desteuction of every single thing in this land. Translating a register on another, the Kaiowa and Guarani operate a historical critic that suggests a conciliation between the theories no longer as opposites, but as complementaries and varied in perspectives.
 
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Date de Publication
2016-03-23
 
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