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Thèse de Doctorat
DOI
Document
Auteur
Nom complet
Saulo Nogueira Schwartzmann
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2018
Directeur
Jury
Lopes, Ivã Carlos (Président)
Oliveira, Lucia Teixeira de Siqueira e
Pinheiro, Olimpio Jose
Tatit, Luiz Augusto de Moraes
Titre en portugais
Semiótica da continuidade nas pinturas de vanguarda: graus de contrariedade entre rompimento forte e rompimento fraco
Mots-clés en portugais
Artes visuais
Linguística
Pintura
Rompimento
Semiótica
Sincronia e diacronia nas artes
Tensividade
Tradição
Vanguarda
Resumé en portugais
Esta tese, apoiando-se no quadro de referência da Semiótica Tensiva, se propõe examinar a existência de uma gramática tensiva regedora das obras de vanguarda, que se põem sob a égide da "tradição de rupturas". Focalizando a descrição e a análise das operações formais dos objetos pictóricos, examina os traços heterogêneos constitutivos do objeto visual e sua estruturação, bem como o par opositivo continuidade (tradição) e ruptura (modernidade) na arte, com base nas relações entre formantes mínimos da gramática visual, que engendram uma gramática de continuidade (a função), responsável por duas subgramáticas, a de rompimento forte e a de rompimento fraco (funtivos). Daí as questões: seria a arte de vanguarda uma continuidade de rompimentos fracos ou de rompimentos fortes? De que tipo de rompimento se está falando quando se focalizam objetos estéticos do século XX? Toda ruptura constituiria um ato de rompimento, de maneira imediata, com todos os procedimentos da tradição, ou apenas a triagem de alguns procedimentos, preservando outros como elo entre o passado e o futuro? Dessas questões, depreendeu-se que a figuratividade é ponto central nas vanguardas ditas de ruptura. Tomada como parâmetro, a figuratividade seria um dos reguladores da continuidade pictórica de vanguarda, pois seria ela a característica que mais se acentua tanto em sua construção, como em sua desconstrução. No caso de rupturas progressivas (chamadas de rupturas em desenvolvimento), nem tudo é triado como eliminação: alguns traços tensivos são preservados. Observou-se atenuação da ruptura em traços reiterativos tanto de figurativização (diminuição de plasticidade), quanto de abstração (aumento de plasticidade). A tese está dividida em quatro capítulos. No capítulo 1, abordam-se tradição e ruptura nas artes plásticas, ou seja, continuidade e descontinuidade de valores estéticos. No capítulo 2, focaliza-se o pêndulo tensivo que contempla a oscilação entre plástico e figurativo, salientando valores de evolução e revolução. No capítulo 3, apoiando-se no plano da expressão, contemplam-se análises de estudos de caso e verificam-se predominâncias de plasticidade ou figuratividade, homologando-as com elementos do nível tensivo, como tonicidade e andamento. No capítulo 4, considera-se a emancipação plástica brasileira em relação à arte predominantemente europeia. Para reduzir o risco de viés teórico de ver na realidade apenas o que a teoria permite ver, bem como minimizar imperfeições analíticas, procedeu-se ao exame dos objetos estéticos considerando um percurso de dupla direção: da teoria ao objeto e do objeto à teoria. Foram comparados objetos de estéticas diferentes, objetos diferentes de uma mesma estética, objetos de um mesmo artista, mas postos em confronto e, por fim, um só objeto, considerando suas partes constitutivas. Para esse exame, além da teoria tensiva, serviram de base textos teóricos de artistas de variadas épocas, bem como manifestos teóricos. Esses procedimentos permitiram propor a substituição do conceito de ruptura pelo conceito de rompimento de dupla valência: uma de tônus mais forte e outra de tônus mais fraco, controladores da continuidade e da descontinuidade, que seriam reguladas por traços tensivos de mais e menos, duas forças que impediriam a chegada ao extremo do continuum.
Titre en anglais
Semiotics of continuityin avant-garde paintings: degrees of contrariety between strong and weak disruptions
Mots-clés en anglais
Avant-garde
Disruption
Linguistic
Painting
Semiotic
Synchrony and diachrony in the arts
Tensivity
Tradition
Visual arts
Resumé en anglais
This thesis, based on the reference framework of the Tense Semiotics, proposes to examine the existence of a tense grammar that rules the vanguard studies, which are placed under the aegis of the "tradition of ruptures". Focusing on the description and analysis of the formal operations of the pictorial objects, it examines the heterogeneous features constituting the visual object and its structuring, as well as the opposing pair continuity (tradition) and rupture (modernity) in art, based on the relationships between grammar, which generates a grammar of continuity (the function), responsible for two sub grammars, the one of strong rupture and the one of weak rupture (funtives). Hence the questions: would vanguard art be a continuation of weak disruptions or strong disruptions?What kind of breakthrough is being talked about when focusing on 20th century aesthetic objects? Would every rupture constitute an act of immediate rupture with all the procedures of the tradition, or only the screening of certain procedures, preserving others as a link between the past and the future? From these questions, it has been deduced that figurativeness is central to the so-called ruptured vanguards. Taken as a parameter, figurativity would be one of the regulators of the avant-garde pictorial continuity, since it would be the characteristic that is more accentuated both in its construction and in its deconstruction. In the case of progressive ruptures (called ruptures in development), not everything is classified as elimination: some tensile traces are preserved. It was observed attenuation of the rupture in repetitive traits of both figurativization (decrease of plasticity) and abstraction (increase of plasticity). The thesis is divided into four chapters. In chapter 1, tradition and rupture in the plastic arts are approached, that is, continuity and discontinuity of aesthetic values. In chapter 2, the tensile pendulum that contemplates the oscillation between plastic and figurative is focused, emphasizing values of evolution and revolution. In chapter 3, based on the expression plane, analyzes of case studies are contemplated and there are predominance of plasticity or figurativeness, homologating them with elements of the tensile level, such as tonicity and tempo. In chapter 4, the Brazilian plastic emancipation is considered in relation to the predominantly European art. In order to reduce the risk of a theoretical bias of actually seeing only what the theory allows us to see, as well as minimizing analytical imperfections, we proceeded to the examination of aesthetic objects considering a dual direction course: from theory to object and from object to theory. Objects of different aesthetics, objects different from the same aesthetics, objects of the same artist, but confronted, and finally, a single object, considering their constituent parts, were compared. For this examination, in addition to the tensive theory, theoretical texts of artists of various epochs, as well as theoretical manifestos, were used as basis. These procedures allowed proposing the replacement of the concept of rupture by the concept of double valence rupture: one of stronger tone and one of weaker tone, controllers of continuity and discontinuity, which would be regulated by tensor numbers of plus and minus two forces which would prevent the arrival at the extreme of the continuum.
 
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Date de Publication
2019-04-26
 
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