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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2016.tde-22122015-120933
Documento
Autor
Nome completo
Bruno Ochman Lustoza
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Izarra, Laura Patricia Zuntini de (Presidente)
Gonçalves, Marcos Tadeu Fabris
Wolkoff, Gisele Giandoni
Título em português
Ritmos oceânicos do consciente: memória, arte e metaficção em O mar, de John Banville
Palavras-chave em português
John Banville
Literatura irlandesa
Resumo em português
Em uma entrevista feita por Travis Elborough para uma edição especial de quarenta anos da editora Picador, exatamente no ano em que o romance The Sea (2005), de John Banville, recebe o Booker Prize, o escritor irlandês responde da seguinte maneira a uma indagação sobre o título da obra: Acho que eu tinha o título antes de qualquer coisa, e gosto de pensar num ritmo oceânico através de cada página (p.2, tradução nossa). Realmente Banville consegue produzir o deslumbrante efeito de um movimento marítimo que percorre ciclicamente os três eixos espaço-temporais e narratológicos do romance. Entretanto, não há linearidade cronológica na orquestração desses momentos. Apresentam-se na realidade os percursos criativos de uma mente irrequieta, revelando assim os diferentes estados de consciência de Max Morden, o narrador e estudioso dos quadros de Pierre Bonnard. Nota-se, sobretudo, que essa passagem fluida de informações mnemônicas e cognitivas dentro do universo subjetivo do herói é mediada pela presença de outras artes essencialmente as visuais, tais como a pintura e a fotografia , resultando não apenas numa prosa poética que é a marca registrada de Banville, mas igualmente numa rica linguagem interartística, as quais tornar-se-ão o instrumento essencial para a construção metaficcional da narrativa do romance. Não menos relevante é o centro catalisador dessas memórias, ou seja, o recorrente e doloroso sentimento de perda de pessoas queridas, o qual impulsiona Morden na escrita de seu diário. Portanto, buscaremos investigar as características, propósitos e desdobramentos dessa estética multiforme na obra Banvilliana, considerando, mediante noções teóricas sobre ekphrasis, como a interface entre uma linguagem incrivelmente embuizada de poeticidade e o recurso de representações visuais contribuem para uma nova síntese narratológica diante de um mundo mnemônico que tende a se esfacelar, e como a metaficção de The Sea reconstitui, reproduz e, em última instância, celebra os processos intrigantes das memórias de um ser humano.
Título em inglês
Oceanic rhythms of consciousness: memory, art and metafiction in The Sea, by John Banville
Palavras-chave em inglês
Irish literature
John Banville
Resumo em inglês
In an interview carried out by Travis Elborough for a special edition celebrating Picadors 40th anniversary, in the same year the novel The Sea (2005) by John Banville is awarded the Booker Prize, the Irish writer gives the following answer to a question concerning the title of his work: I think I had the title before I had anything else, and I like to think an oceanic rhythm through every page (p. 2). In fact, Banville is able to convey a mesmerising effect of an oceanic movement that cyclically flows through the novels three narratological and spatiotemporal axes. However, there is no chronological linearity in the orchestration of these moments. Actually the creative meanderings of a restless mind are shown, thus revealing the different states of Mordens conscience, the narrator who studies Pierre Bonnards paintings. It is seen, above all, that this fluidic passage of mnemonic and cognitive pieces of information within the heros subjective domain is mediated by the presence of other forms of art especially the visual ones, such as painting and photography , resulting not only in a poetic prose that is Banvilles hallmark, but similarly in a rich interartistic language. These formal aspects will serve as the essential tool for the metafictional construction of the novel narrative. The galvanising centre of these memories has equal importance, that is, the recurrent and painful feeling of losing endeared people, which propels Morden to write his diary. Therefore, we will investigate the characteristics, purposes and unfoldings belonging to this multiform aesthetics of the Banvillian novel, considering by means of theoretical notions of ekphrasis how the interface between an incredibly poeticised language and the resource of visual representations contributes to a new narratological synthesis in the face of a mnemonic world that tends to fall apart, and how the metafiction of The Sea reconstitutes, reproduces and ultimately celebrates the intricate processes of a human beings memories.
 
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Data de Publicação
2016-02-05
 
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