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Mémoire de Maîtrise
DOI
Document
Auteur
Nom complet
Aline Tótoli Molina
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2018
Directeur
Jury
Chaves, Rita de Cassia Natal (Président)
Can, Nazir Ahmed
Macêdo, Tania Celestino de
Muraro, Andréa Cristina
Titre en portugais
Uma curva pela mão esquerda: autoficção e alteridade na trilogia Os filhos de Próspero de Ruy Duarte de Carvalho
Mots-clés en portugais
Alteridade
Autoficção
Literatura angolana
Ruy Duarte de Carvalho
Resumé en portugais
O trabalho aqui proposto apresenta a hipótese de que na obra de Ruy Duarte de Carvalho, especialmente nos livros que compõem a trilogia Os filhos de Próspero, autoficção é utilizada como uma espécie de artíficio para representar o outro, o não ocidental. Nos três romances que compõem a trilogia, Os Papéis do Ingles, As paisagens propícias e A terceira metade, é possível observar um narrador-personagem, identificado com o autor, que se desloca pelo sul de Angola e norte da Namíbia, contando ao leitor sobre as paisagens que percorre e as pessoas que encontra em seu caminho. Pretendemos analisar dois aspectos centrais dessas narrativas: o modo como se configura o narrador e a forma encontrada por Ruy Duarte de Carvalho para representar o outro em suas narrativas, tomando como base a fortuna crítica escrita sobre sua obra do autor, textos teóricos sobre a autoficção como gênero literário e a discussão sobre alteridade e etnografia presente na literatura antropológica do fim do século XX.
Titre en anglais
A curve to the left: autofiction na alterity in the trilogy Os filhos de Próspero by Ruy Duarte de Carvalho.
Mots-clés en anglais
Alterity
Angolan literature
Autofiction
Ruy Duarte de Carvalho
Resumé en anglais
This paper looks through Ruy Duarte de Carvalho's work - highlighting the Os Filhos de Prospero trilogy - in order to analyze how autofiction is used as a literary device to represent the non-Western other. In these three novels - Os Papeis do Inglês, As Paisagens Propicias and A Terceira Metade - one can notice a narrator/character, identified with the author himself, travelling from Southern Angola to Northern Namibia as he tells the reader about the landscape and the people he meets during the trip. Based on the critical canon about the novelist, on theoretical texta on autofiction as a genre and also on the discussion about alterity and etnography one can find in 20th century antropology, we intended to analyze two central aspects in his telling: the configuration of the narrator and the path Ruy Duarte de Carvalho followed when representing the other in his literature.
 
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Date de Publication
2019-07-24
 
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