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Tesis Doctoral
DOI
10.11606/T.9.2017.tde-07122016-111738
Documento
Autor
Nombre completo
Tania Cristina de Sá Dias
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2015
Director
Tribunal
Velasco, Maria Valeria Robles (Presidente)
Bedin, Valcinir
Leonardi, Gislaine Ricci
Matos, Jivaldo do Rosario
Nunes, Jadir
Título en portugués
Avaliação in vitro do efeito de diferentes processos de alisamento químico/térmico na fibra capilar
Palabras clave en portugués
Ácido glioxílico
Alisantes
Cabelos
Formaldeído.
Relaxantes
Resumen en portugués
A aparência dos cabelos é de fundamental importância na sociedade atual. Estando em moda, cabelos mais lisos e com menos volume, os consumidores que antes os alisavam com produtos químicos e força mecânica, passaram a utilizar um tratamento térmico, além do secador de cabelos: as piastras ("chapinhas") que atuam em valores de temperatura ao redor de 230°C. Esse procedimento ocasiona além dos danos mecânicos e químicos também dano térmico, tornando os cabelos ainda mais fragilizados. O escopo deste estudo foi avaliar o dano na fibra capilar, de amostras não tratadas e nas que receberam aplicação de alisantes/relaxantes tradicionais e alternativos. O estudo foi dividido em cinco capítulos que avaliam: aplicação dos alisantes/relaxantes com ingredientes ativos distintos; danos mecânicos, perda Protéica; análise térmica e microscopia eletrônica de varredura. As amostras de cabelo utilizadas em todos os estudos foram tratadas como descrito no primeiro capítulo. Foram aplicados produtos comerciais contendo os seguintes ingredientes ativos: Hidróxido de Sódio, Tioglicolato de Amônio, Hidróxido de Guanidina (reação de hidróxido de cálcio com carbonato de guanidina), formaldeído e ácido glioxílico isolado e em combinação com carbocisteína. O uso de formaldeído e ácido glioxilico em formulações de alisantes/relaxantes está proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os produtos aplicados alisaram os cabelos; os procedimentos que utilizaram a piastra tornaram os fios mais lisos. Os alisantes/relaxantes à base de ácido glioxilico e formaldeído reduziram de forma expressiva a tensão de ruptura dos cabelos tornando-os mais frágeis. A maior perda protéica foi observada na amostra tratada com carbocisteína (1,74 mg/g cabelo). Nos estudos de análise térmica, na fase de desidratação a amostra tratada com carbocisteína apresentou maior perda de massa (15,17%); na fase de denaturação da proteína, a tratada com hidróxido de sódio (51,06%); e na fase de eliminação do material carbonáceo, todas as amostras apresentaram perda de massa maior que a amostra não tratada; as menores temperaturas de pico foram as das amostras sem tratamento alisante (630°C) e ácido glioxílico (640°C). Observando-se as imagens de microscopia eletrônica nota-se modificação nas bordas das cutículas das amostras indicando que sofreram agressão; o hidróxido de guanidina deixou adicionalmente resíduo; as amostras tratadas com ácido glioxílico e formaldeído apresentaram a formação de filme superficial como um "envelopamento" da fibra. Os resultados sugerem que não há predominância de um procedimento mais danoso que os demais; porém os que utilizaram a piastra (alisamentos/relaxamento ácidos) acentuaram os danos.
Título en inglés
In vitro evaluation of the straightening effect by different chemical/thermal processes in the hair fiber.
Palabras clave en inglés
Formaldehyde.
Glyoxylic acid
Hair
Hair straighteners
Relaxers
Resumen en inglés
The appearance of the hair is of fundamental importance in today's society. Being in fashion, hair straight and with less volume, consumers that before straighted hair with chemicals products and mechanical strength began to use a heat treatment, in addition to hair dryers: the hot plates ("chapinhas") acting on temperature values around 230°C. This procedure causes not only mechanical and chemical damage but also thermal one, making the hair more fragile. The scope of this study was to evaluate the damage to the hair fiber, in untreated samples and these receiving straighteners/relaxers application of traditional and alternative products.The study was divided into five chapters that evaluated: application of straighteners/relaxers with different active ingredients; mechanical damage, protein loss; thermal analysis and scanning electron microscopy. The hair samples used in all studies were treated as described in the chapter one. Commercial products containing the following active ingredients were used: Sodium Hydroxide, Ammonium Thioglycolate, Guanidine Hydroxide (calcium hydroxide reaction with guanidine carbonate), Formaldehyde and Glyoxylic Acid alone and in combination with Carbocysteine. The use of Formaldehyde andGlyoxylicAcid in straightening/relaxing formulations are prohibited by the National Agency for Sanitary Vigilance. All applied products, straight the hair samples; the procedures that used the hot plates become the hair more straight. The straightening/relaxing based on Glyoxylic Acid and Formaldehyde reduced significantly the hair break point making them more fragile. Most protein loss was observed in the sample treated with Carbocysteine (1.74mg/g hair).In the thermal analysis studies at the dewatering stage, Carbocystein treated samples showed greater weight loss(15.17%), at the protein denaturation stage this treated with Sodium Hydroxide (51.06%) and in the carbonaceous material elimination phase all samples showed mass loss greater than the untreated sample;. The lower peak temperatures were observed in the samples without treatment (630°C) and with Glyoxylic Acid (640°C). Observing the images of electron microscopy is noted the change in the cuticle aspect of the samples showing that the edges were damaged, Guanidine Hydroxide, left further residue: the samples treated with Glyoxylic Acid and Formaldehyde showed the formation of surface film as an "enveloping" fiber. The results suggest that there is not a predominance of a more harmful treatment than other, but those using hot plates(straightening/relaxing acids) emphasize the damage.
 
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Fecha de Publicación
2017-03-09
 
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