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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.99.2020.tde-06032020-085550
Documento
Autor
Nome completo
Tassila Patricia Salomon Sangy
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Sabino, Ester Cerdeira (Presidente)
Silva, Vivian Helena Iida Avelino da
Bierrenbach, Ana Luiza de Souza
Luna, Expedito José de Albuquerque
Título em português
Fatores sóciocomportamentais de doadores de sangue associados a resultados sorológicos de HIV em quatro hemocentros brasileiros
Palavras-chave em português
Comportamento psicossexual
Doadores de sangue
HIV
Segurança do sangue
Triagem
Resumo em português
A transmissão sexual é a principal rota de contaminação por HIV / AIDS, com a maioria dos casos atribuídos ao sexo desprotegido entre homens que fazem sexo com homens (HSH). No Brasil, HSH são indeferidos de doações de sangue por um período de 12 meses desde o último contato sexual. Existe um caso no Supremo Tribunal que pode obrigar os bancos de sangue a retirarem a orientação sexual e questões relacionadas aos parceiros dos doadores. Fatores contextuais, tais como onde e como os doadores conhecem seus parceiros e o impacto do número de parceiros, são ainda mal compreendidos. Objetivo: Este estudo teve como objetivo avaliar o risco de ser HIV/AIDS positivo em homens de acordo com o número de parceiros e ser HSH. Também objetivou avaliar se existem diferenças nas práticas sóciocomportamentais entre doadores de sangue do sexo masculino. Além disso, também avaliamos quais questões relacionadas aos fatores de risco podem prever se um doador é HIV/AIDS positivo, a fim de verificar o impacto de possíveis mudanças na triagem clínica. Metodologia: Este estudo analisou os dados coletados no estudo caso-controle de HIV/AIDS - REDS-II, que recrutou doadores por dois anos usando perguntas sobre doadores e seus últimos cinco parceiros. A análise do presente estudo utilizou métodos transversais e de caso-controle. Respostas de 772 doadores do sexo masculino foram analisadas. Resultados: Na regressão logística, comparados com os heterossexuais que relataram 0-1 parceiros, HSH com 0-1 parceiros sexuais tiveram OR = 7,37 (3,9-14,2), HSH com>1 parceiro apresentaram OR = 78,01 (35,5-206,3) e heterossexual> 1 parceiro OR = 3,57 (2,4-5,3). Na análise da classe latente, os entrevistados foram divididos em três classes distintas de acordo com os perfis de risco: Classe 1 com doadores heterossexuais (96,4%), HIV negativos (88,7%), com parceiro principal (99,4%) e praticantes de sexo desprotegido (77,8%). Classe 2 com HSH / doadores bissexuais (100,0%), HIV positivo (97,4%) e que não conheciam o estado sorológico de seus parceiros (80,3%). Classe 3 com doadores heterossexuais (84,1%), praticantes de sexo vaginal / anal desprotegido (66,8% vs 40,9%) e distribuição similar entre HIV positivos e negativos (49,5% vs. 50,5%). Na análise da Floresta de Decisão Aleatória, descobrimos que questionar os doadores sobre o estado de HIV de seus parceiros poderia substituir questões relacionadas à orientação sexual e tipos de parceiros, com mudanças relativamente pequenas na sensibilidade (0,76 vs. 0,58), especificidade (0,89 vs. 0,94) e valor preditivo positivo (VPP) (0,85 vs. 0,88) na triagem clínica. Os doadores HSH eram mais propensos a serem HIV positivos em comparação aos doadores heterossexuais, mesmo quando consideramos doadores HSH com 0-1 parceiros. Conclusão: Comportamentos sociais e sexuais de doadores e seus parceiros podem ser usados para investigar o risco de infecção pelo HIV/AIDS e podem ajudar a modificar as questões atualmente usadas na triagem clínica. No entanto, o impacto de outras questões para investigar o risco de infecção pelo HIV/AIDS por unidade de sangue na janela imunológica deve ser avaliado antes de qualquer alteração na política de deferimento de doadores HSH.
Título em inglês
Sociobehavioral factors of blood donors associated with HIV serological outcomes in four Brazilian blood centers
Palavras-chave em inglês
Blood donors
Blood safety
Donor screening
HIV
Psychosexual behavior
Resumo em inglês
Sexual transmission is the main route of HIV / AIDS contamination, with most cases attributed to unprotected sex among men who have sex with men (MSM). In Brazil, MSM are deferred from donations for 12 months since the last sexual contact. There is a case in the Supreme Court that may compel blood banks to withdraw questions about sexual orientation and issues related to donor partners. Contextual factors, such as where and how donors know their partners and the impact of the number of partners, are still poorly understood. This study aimed to assess the risk of being HIV / AIDS positive in men according to the number of partners and being MSM. It also aimed to assess whether there are differences in socio-behavioral practices between male blood donors. In addition, we also assessed which issues related to risk factors can predict whether a donor is HIV / AIDS positive, in order to verify the impact of possible changes in clinical screening. Methodology: This study analyzed data collected in the HIV / AIDS case-control study - REDS-II, which recruited donors for two years using questions about donors and their last five partners. The analysis of the present study used cross-sectional and case-control methods. Responses from 772 male donors were analyzed. Results: In logistic regression, compared with heterosexuals who reported 0-1 partners, MSM with 0-1 sexual partners had OR = 7.37 (3.9-14.2), MSM with> 1 partner had OR = 78.01 (35.5-206.3) and heterosexual> 1 partner OR = 3.57 (2.4-5.3). In the latent class analysis, the participants were divided into three distinct classes according to the risk profiles: Class 1 with heterosexual donors (96.4%), HIV negative (88.7%), with main partner (99.4% ) and practicing unprotected sex (77.8%). Class 2 with MSM / bisexual donors (100.0%), HIV positive (97.4%) and who did not know the serological status of their partners' (80.3%). Class 3 with heterosexual donors (84.1%), practicing unprotected vaginal / anal sex (66.8% vs 40.9%) and similar distribution between HIV positive and negative (49.5% vs. 50.5%). In the Random Forest analysis, we found that asking donors about their partners' HIV status could replace issues related to sexual orientation and type of partners, with relatively small changes in sensitivity (0.76 vs. 0.58), specificity (0.89 vs. 0.94) and positive predictive value (PPV) (0.85 vs. 0.88) in clinical screening. MSM donors were more likely to be HIV positive compared to heterosexual donors, even when considering MSM donors with 0-1 partners. Conclusion: Social and sexual behaviors of donors and their partners can be used to investigate the risk of HIV / AIDS infection and can help to modify the questions currently used in clinical screening. However, the impact of other issues to investigate the risk of HIV / AIDS infection per blood unit in the immunological window must be assessed before any changes to the MSM donor deferral policy.
 
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Data de Publicação
2020-03-10
 
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