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Tesis de Habilitación
DOI
10.11606/T.25.2007.tde-22082007-163230
Documento
Autor
Nombre completo
Carlos Ferreira dos Santos
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Bauru, 2006
Tribunal
Trindade Junior, Alceu Sergio (Presidente)
Castro, Joao Cesar Bedran de
Maringoni, Roberto Loureiro
Salgado, Maria Cristina de Oliveira
Souza, Gloria Emilia Petto de
Título en portugués
Articaína 4% com adrenalina 1:100.000 ou 1:200.000: avaliação do efeito analgésico, sangramento intra-operatório e parâmetros hemodinâmicos em exodontias de terceiros molares inferiores
Palabras clave en portugués
Analgesia
Resumen en portugués
Este estudo teve como objetivo comparar a eficácia clínica do anestésico local articaína 4% com duas concentrações diferentes de adrenalina, 1:100.000 (10 μg/mL; A1) e 1:200.000 (5 μg/mL; A2), em exodontias de terceiros molares inferiores. Foram avaliados: início de ação das soluções anestésicas, tempo de duração da analgesia pós-cirúrgica, tempo de duração da anestesia pós-cirúrgica sobre tecidos moles, sangramento intra-operatório, parâmetros hemodinâmicos durante as cirurgias, abertura bucal dos pacientes e cicatrização dos sítios operados 7 dias após a realização das cirurgias. Para tanto, 50 voluntários saudáveis com média de idade de 21,8±0,63 anos (de 18 a 40 anos) foram submetidos, em sessões cirúrgicas distintas (com intervalo de 1 a 2 meses), à extração de dois terceiros molares inferiores com posições semelhantes sob anestesia local com A1 ou A2, de forma duplo-cega, randomizada e cruzada. A1 e A2 apresentaram início de ação bastante similar (1,64±0,08 e 1,58±0,08 min, respectivamente; p>0,05). Volumes idênticos de ambas as soluções anestésicas foram utilizados em todos os pacientes [2,7 mL = 108 mg de articaína + 27 μg (A1) ou 13,5 μg (A2) de adrenalina]; em nenhum paciente foi necessária a complementação da anestesia durante as cirurgias. As soluções anestésicas proporcionaram tempo de analgesia pós-cirúrgica similar (aproximadamente 200 min; p>0,05), independentemente da necessidade, ou não, de remoção de tecido ósseo (osteotomia) durante as exodontias. A duração da ação anestésica sobre tecidos moles também foi bastante similar para A1 e A2 (em torno de 250 min; p>0,05) em todos os pacientes. O sangramento intra-operatório, no julgamento do cirurgião, foi muito próximo do escore mínimo durante todas as cirurgias. As mudanças transitórias nos valores de pressão arterial, freqüência cardíaca e saturação de oxigênio não tiveram relevância clínica e não puderam ser atribuídas a nenhuma das soluções anestésicas locais utilizadas (p>0,05). Não foram observadas diferenças significativas entre a abertura de boca conseguida pelos pacientes no 7° dia pós-cirúrgico e os valores obtidos no período pré-cirúrgico quando os pacientes foram operados sob anestesia local com A1 ou A2 (p>0,05). A cicatrização dos sítios operados foi classificada como normal para todos os pacientes, independentemente da solução anestésica empregada na cirurgia (p>0,05). Em conclusão, estes resultados demonstram que a concentração de adrenalina (1:100.000 ou 1:200.000) na solução de articaína 4% não influencia a eficácia clínica deste anestésico local. Portanto, é possível utilizar com sucesso a solução de articaína 4% com a concentração mais baixa de adrenalina (1:200.000) para exodontias, com ou sem necessidade de osteotomia, de terceiros molares inferiores.
Título en inglés
4% articaine with 1:100,000 or 1:200,000 adrenaline: evaluation of the postoperative analgesic effect, intraoperative bleeding and hemodynamic parameters in lower third molar removal
Palabras clave en inglés
Analgesia
Resumen en inglés
The present study compared the use of 4% articaine in association with two different concentrations of adrenaline, 1:100,000 (10 μg/mL; A1) and 1:200,000 (5 μg/mL; A2), for the extraction of lower third molars. Onset, duration of postoperative analgesia, duration of anesthetic action on soft tissues, intraoperative bleeding, hemodynamic parameters, postoperative mouth opening and wound healing were evaluated. Fifty healthy volunteers, with a mean age of 21.8±0.63 years (range 18-40), underwent removal of symmetrically positioned lower third molars, in 2 separate appointments (1 to 2 months apart), under local anesthesia with either A1 or A2, in a double-blind, randomized and crossed manner. A1 and A2 presented very similar onset (1.64±0.08 and 1.58±0.08 min, respectively; p>0.5). Identical volumes of both anesthetic solutions were used [2.7 mL = 108 mg of articaine + 27 μg (A1) or 13.5 μg (A2) of adrenaline]; no patient required additional injections during the surgical procedures. Both solutions provided similar duration of postoperative analgesia (around 200 min; p>0.05) regardless the need of bone removal. The duration of anesthetic action on soft tissues evoked by A1 and A2 was also similar (around 250 min; p>0.05) for all the patients. The surgeon's rating of intraoperative bleeding was considered very close to minimal throughout all the surgeries. Transient changes in blood pressure, heart rate and oxygen saturation were observed, but they were not clinically significant, nor were the changes attributable to the type of local anesthetic used (p>0.05). There were no significant differences between preoperative and 7th postoperative day values of mouth opening when the patients were operated with either A1 or A2 (p>0.05). Wound healing was rated normal for all the patients regardless the local anesthetic employed in the surgery (p>0.05). In conclusion, these results demonstrate that adrenaline concentration (1:100,000 or 1:200,000) in 4% articaine solution does not influence the clinical efficacy of this local anesthetic. Therefore, it is possible to successfully use A2, the formulation with a lower concentration of adrenaline, for lower third molar extraction with or without bone removal.
 
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Fecha de Publicación
2007-08-23
 
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