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Tese de Livre Docencia
DOI
10.11606/T.42.2010.tde-01032010-154025
Documento
Autor
Nome completo
Edson Aparecido Liberti
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1996
Banca examinadora
Fujimura, Ikurou (Presidente)
Carvalho, Claudio Antonio Ferraz de
Ferreira, Nilson
Prada, Irvenia Luiza de Santis
Watanabe, Ii Sei
Título em português
Características morfológicas e quantitativas dos plexos viscerais: aspectos normais e fatores modificadores.
Palavras-chave em português
Anatomia clínica
Morfologia
Plexos viscerais (fatores modificadores)
Resumo em português
A morfologia normal, as alterações determinadas pelo envelhecimento, a doença de Chagas e a desnutrição e os aspectos evolutivos dos plexos viscerais em diferentes espécies animais são os objetivos da presente linha de pesquisa. O plexo mientérico é constituído por gânglios de tamanho e formas variadas de acordo com a região do tubo digestivo e a espécie estudada. Uma cápsula de tecido conjuntivo envolve os gânglios, sendo bem desenvolvida no plexo mientérico das diversas regiões do tubo digestivo humano. No interior dos gânglios, predominam neurônios ovalados ou arredondados, bem como uma grande quantidade de células satélites. A densidade neuronal aumenta no tubo digestivo no sentido crânio-caudal. No homem, os neurônios maiores são observados no esôfago. Neurônios de contorno alterado estão presentes nos gânglios mientéricos de indivíduos idosos. A densidade neuronal diminui com o envelhecimento e, especificamente no homem, a densidade dos componentes fibrosos ganglionares aumenta. A perda neuronal é verificada para todos os neurônios em relação ao tamanho, isto é, o envelhecimento determina uma diminuição das diversas populações dos neurônios mientéricos. Na doença de Chagas também ocorre uma diminuição da densidade neuronal do plexo mientérico. A área média dos neurônios de animais infectados diminui, caracterizando a perda de um tipo específico de população neuronal. Uma grande quantidade de neurônios imaturos é verificada no plexo mientérico de animais desnutridos. Além disso, a desnutrição determina a redução da média do corpo dos neurônios mientéricos. As malhas do plexo submucoso são irregulares quando comparadas às do plexo mientérico. Seus gânglios são pequenos e dispersos, e a área dos neurônios é menor quando comparada à área dos neurônios do plexo mientérico da mesma região. A densidade neuronal é maior no duodeno, ocorrendo uma proporção constante de 2,5 a 4 neurônios do plexo mientérico para cada neurônio do plexo submucoso em uma mesma região do intestino. O plexo ganglionar caracteriza-se por apresentar gânglios pequenos, semelhante ao observado no plexo submucoso. A densidade neuronal neste plexo é baixa, e a área média dos neurônios da traquéia e da vesícula biliar é maior que a verificada para os neurônios do plexo submucoso. Na bexiga urinária, a quantidade, o arranjo e a distribuição dos neurônios do plexo intramural diferem de acordo com a espécie animal, levando a crer que o meio ambiente seja um fator deteminante na diversidade do plexo verificada em animais da mesma ordem. O agrupamento dos neurônios em gânglios cada vez maiores, com a conseqüente elevação na densidade neuronal, parece ser uma tendência evolutiva.
Título em inglês
Morphological and quantitative visceral plexus: normal aspects and modifying factors.
Palavras-chave em inglês
Clinical anatomy
Morphology
Visceral plexuses (modifying factors)
Resumo em inglês
In the present study we examine the normal morphology and the changes with age, Chagas' disease and undernutrition as well as the evolutive aspects of the visceral plexuses in different animal species. The myenteric plexus consists of diverse size and shape ganglia according to the species or gut regions. In the human myenteric plexux each ganglion is surrounded by a well developed connective tissue capsule and inside the ganglia, oval or round neurons are present intermingled with many satellite cells. The neoronal density increases along the digestive tract. The largest neuron of the human myenteric plexus is observed in the esophagus. Most of the myenteric neurons in aging subjects have an irregular and horny appearance. With age a neuronal density decrease and an increase in the ganglionic connective tissue are observed. The neuronal density decrease affects all ganglionic neurons according to the neuronal profile. In the Chagas' disease in the neuronal density of the myenteric plexus is also verified. The mean of neuronal profile decreases in the animals with Chagas' disease. This aspect suggests the loss of an specific neuronal population. Many neurons of the myenteric plexus are immature with a decrease in the neuronal profile in undernourished rats. The meshes of the submucous plexus are more irregular than those of the myenteric plexus. The submucous ganglia are small and scattered, being the neuron area smaller than those of the myenteric plexus in the same gut region. The largest neuronal density of the submucous plexus is observed in the duodenum. The neuronal density of the myenteric plexus has a ratio of 2.5 to 4 neurons for each of the submucous plexus in the same region of the digestive tract. Small ganglia and neuronal density are verified in the ganglionated plexus of the trachea and the gallbladder. The mean of neuronal profile is larger than that of the submucous plexus. In the urinary bladder, the number, arrangement and distribution of intramural neurons are different according to the animal species. These observations suggest that the environment influences the intramural plexus diversity in same animal class. The neuronal gathering in large ganglia with the consequent increase in the neuronal density may be an evolutive aspect of the intramural plexus.
 
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Data de Publicação
2010-03-02
 
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