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Tese de Livre Docencia
DOI
10.11606/T.44.2013.tde-31102013-184927
Documento
Autor
Nome completo
Romulo Machado
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1997
Banca examinadora
Bettencourt, Jorge Silva (Presidente)
Hackspacher, Peter Christian
Nardi, Lauro Valentim Stoll
Teixeira, Wilson
Wernick, Eberhard
Título em português
Litogeoquímica e tectônica dos granitóides neoproterozóicos do cinturão Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro
Palavras-chave em português
Geocronologia
Geoquímica
Resumo em português
Os Granitóides Neoproterozóicos do Cinturão de Cisalhamento Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro são divididos regionalmente em quatro grupos tectônicos principais denominados, do mais antigo para o mais novo, de pré-F2, sin-F2, sin-F3 e sin-F4. Os pré- e sin-F2 são caracterizados por batólitos lineares, foliados, concordantes com a estruturação regional, de características orogênicas, posicionados em nível crustal profundo (fácies anfibolito/granulito), com os pré-F2 sendo de composição expandida (tonalítica-granodiorítica-granítica), e os sin-F2 de composição não expandida (granítica); os sin-F3 são caracterizados por maciços menores, igualmente alongados, foliados nas bordas, intimamente associados às zonas de cisalhamento dúcteis de alto ângulo do tipo Além-Paraíba do Sul, tendo composição dominante monzogranítica; os sin-F4 são caracterizados por maciços subarredondados, na forma de bossas ou de stocks, raramente como pequenos batólitos, em geral não foliados, de colocação mais rasa do que os anteriores, de composição entre monzogranitos a sienogranitos e álcali-feldspato granitos, sendo comum associação de enclaves microgranulares. Tais granitos são tectônicamente desvinculados das zonas de cisalhamento anteriores. Geoquimicamente, os granitóides pré-F2 representam um magmatismo meta-aluminoso a fracamente peraluminoso, com índice de Peacock cálcico (Bela Joana e Niterói) e cálcio-alcalino (Serra dos Órgãos, Angelim, Serra das Araras), com trends de evolução dominantemente cálcio-alcalinos no diagrama AFM. Nos diagramas de discriminação de ambientes tectônicos, classificam-se como granitos de arco vulcânico e sin-colisional, ou ainda como granitos pré-colisionais e fracionados mantélicos. São rochas mais evoluídas do que as séries cálcio- alcalinas típicas, com teores mais elevados em K, Rb e em elementos HFS, e mais empobrecidas em Mg, Ca e Na (entre 0,5-1% abaixo). A existência de um zoneamento geoquímico através do cinturão, para os granitóides pré-F2, com séries mais cálcicas na porção interna, a SE, e mais potássica na porção externa, a NW, é interpretada como o resultado de uma zona de subducção mergulhando para NW. As idades ao redor de 620 Ma, obtidas pelos métodos Rb/Sr, são consideradas como idades mínimas para este magmatismo. Os dados geocronológicos obtidos, juntamente com os disponíveis na literatura, permitiram caracterizar quatro intervalos principais de atividade granítica Neoproterozóica na região: (1) entre 600 e 620 Ma, podendo chegar até 650 Ma, definido como o período pré-colisional; (2) entre 600 e 590 Ma, podendo ter-se prolongado até 570 Ma; (3) entre 560 e 530 Ma, correspondendo ao período tardi-colisional e, (4) entre 520 e 480 Ma, relativo ao período pós-colisional. São propostos dois modelos tectônicos para explicação deste magmatismo, ambos envolvendo num primeiro estágio subducção de litosfera oceânica, com formação de batólitos cálcio-alcalinos, de composição expandida, comparáveis aos tipo-I Cordilheiranos; num segundo, ocorre colisão oblíqua de massas continentais, com geração dominante de granitóides do tipo-S; num terceiro, em regime essencialmente transpressional, em condições intracontinentais, se dá a geração de granitóides de composição não expandida, comparáveis aos tipo-I Caleidonianos ou tipo-I Hercínicos e, finalmente, num quarto estágio, marcado por um regime dominantemente extensional, há uma recorrência do magmatismo do tipo-I, porém já aparentemente desvinculados das estruturas NE-SW do cinturão. Os dois modelos propostos diferem fundamentalmente entre si com relação aos limites do segmento crustal situado atrás do arco magmático, a NW. No primeiro modelo, a Zona de Cisalhamento Paraíba do Sul aparece como uma presumível estrutura transforme transform faults no período pré-colisional, enquanto no segundo, ela representaria uma estrutura formada entre os períodos sin- e tardi-colisional, com a Zona de Cisalhamento Juiz de Fora aparecendo então como a provável estrutura transforme, e que teria sido uma estrutura ativa, posteriormente, e atuado como principal elemento de articulação entre os eventos de colagem ocorridos ao longo do cinturão de cisalhamento Paraíba do Sul.
Palavras-chave em inglês
Not available.
Resumo em inglês
Not available.
 
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Data de Publicação
2013-11-01
 
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