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Habilitation Thesis
DOI
10.11606/T.47.2011.tde-30052011-100039
Document
Author
Full name
Sonia Beatriz Meyer
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2009
Committee
Silvares, Edwiges Ferreira de Mattos (President)
Assumpcao Junior, Francisco Baptista
Banaco, Roberto Alves
Gomide, Paula Inez Cunha
Nunes, Maria Lucia Tiellet
Title in Portuguese
Análise de 'solicitação de informação' e 'recomentação' em banco de dados de terapias comportamentais.
Keywords in Portuguese
Metanalise
Processos terapêuticos
Terapia comportamental
Abstract in Portuguese
Para permitir melhor entendimento daquilo que o terapeuta analítico-comportamental faz para produzir mudanças o estudo propôs nova organização de categorias de comportamento do terapeuta, criou um banco de dados de sessões de terapia comportamental, analisou as categorias 'Solicitação de Informação' e 'Recomendação'. As categorias propostas foram Solicitação de informação, Facilitação, Informação, Recomendação, Interpretação, Empatia, Aprovação, Discordância e Outros. A meta-análise agrupou resultados de 626 sessões de 19 pesquisas brasileiras de terapias analítico-comportamentais usando as categorias do Estudo 1. Alguns dos resultados foram: 'Solicitação de informação' teve alta porcentagem no banco de dados, que foi ainda maior no início da terapia sendo que quanto mais experiente o terapeuta, menor a proporção de perguntas. Nem toda pergunta é 'Solicitação de informação', perguntas também promovem auto-observação, aliança terapêutica, bloqueio de esquiva, recomendações e discordâncias. O terapeuta pergunta diferencialmente de acordo com atividade, tema e sentimentos abordados e as informações prestadas por clientes podem se seguir a diferentes modalidades de perguntas. Quanto à 'recomendação' cinco pesquisas sobre mudanças por regras foram apresentadas. A primeira verificou se terapeutas comportamentais experientes utilizam recomendação, sua freqüência e sua forma. A segunda comparou seu emprego por terapeutas experientes e pouco experientes. A terceira categorizou 45 terapias realizadas pela Internet. A quarta analisou detalhadamente os dados da segunda pesquisa e a quinta analisou 'recomendação' no banco de dados. Em todas elas os terapeutas variaram bastante no número de recomendações por sessão e por clientes. Recomendar foi uma das estratégias menos usadas, mas presente na maioria das terapias e empregada por terapeutas de diferentes abordagens. Sua ocorrência na primeira sessão era baixa, aumentou e voltou a diminuir após quatro meses de terapia. A forma mais freqüente foi para executar ações específicas e prescrição de tarefas teve poucas ocorrências. Terapeutas experientes recomendaram mais que os menos experientes, mas os dados não foram conclusivos. Episódios de recomendação iniciavam-se com relato de uma situação ao terapeuta que solicitava reflexão e interpretava antes de recomendar. As respostas dos clientes que antecediam a recomendação indicavam que eles não se responsabilizavam pela situação geradora do problema, não a enfrentavam, não sabiam avaliar se sua resposta era adequada, não sabiam o que deveriam fazer em situações similares. Após uma recomendação os clientes concordavam, ou se opunham, ou recebiam nova recomendação. Estas foram dadas para todos os temas abordados voltando-se para problemas do cotidiano. Clientes motivados e cooperativos receberam mais recomendações, as para ação específica foram mais freqüentes para os que estudaram menos e as para ação genérica para os que estudaram mais. Quanto às outras categorias a mais freqüente foi 'interpretação' que teve tendência crescente. A segunda mais freqüente foi 'Prover conseqüências' ('empatia'+ 'aprovação' + 'discordância') que não apresentou tendências. 'Facilitação' foi estável no tempo e 'informação' teve tendência decrescente. Terapeutas experientes facilitaram mais nas primeiras sessões que os menos experientes, informaram mais no início da terapia, mas depois menos, proviam mais conseqüências e interpretaram com freqüências similares. Questões metodológicas e novas possibilidades de pesquisa foram discutidas.
Title in English
Analysis of 'requesting information' e 'recommendation' based on data base of behavior therapy.
Keywords in English
Analytic behavior therapy
Behavior categorization
Meta analysis
Therapeutic interaction
Abstract in English
In order to better understand how the behavior-analytic therapist produces changes, this study proposed a reviewed set of behavior categories of the therapist, created a data base of behavior therapy sessions, analyzed 'information request' and 'recommendation' categories. The proposed categories were 'information request', 'facilitation', 'information', recommendation', 'interpretation', 'empathy', approval' 'discordance' and 'others'. Meta analysis grouped results from 626 sessions of 19 Brazilian behavior analytic researches using Study 1 categories. Some results were the following: 'Information request' showed high percentage in the data base, which was even higher in the beginning of therapy; the more experienced the therapist the lower the proportion of questions. Not every question refers to 'information request'. Questions also stimulate self observation, therapeutic alliance, avoidance blocking, recommendations, and discordances. The therapist asks differentially according to the activity, theme and discussed feelings and information provided by clients can follow different ways of questioning. With reference to 'recommendation' five researches on changes by rules were presented. The first whether experienced behavior therapists use recommendation, its frequency and its form. The second compared its usage by experienced and less experienced therapists. The third categorized 45 therapies carried out by the internet. The fourth analyzed in detail the data of the second research and the fifth analyzed 'recommendation' in the data base. In all studies the therapists varied considerably in the number of recommendations per session and by client. Recommendation was one of the least used strategies but present in the majority of therapies and used by therapists of different approaches. Its occurrence in the first session was low, increased and then dropped after four months of therapy. The most frequent form was to carry out specific actions, task prescriptions had few occurrences. Experienced therapists recommended more than the less experienced but data were not conclusive. Episodes of recommendation began with a report of a situation to the therapist who requested reflection and interpreted before recommending. The replies of the clients that came before recommendation indicated that they did not take responsibility for the situation that generated the problem, they didn't face it, they didn't know how to evaluate whether their reply was adequate, and they didn't know what to do in similar circumstances. After recommendations, clients agreed or disagreed or received a new recommendation. Recommendations were given relative to all themes covered and were directed towards everyday problems. Motivated and cooperative clients received more recommendations; those to specific actions were more frequent for Who studied less and those to generic actions for who studied more. With reference to the other categories the most frequent was 'interpretation' which showed an increasing tendency. The second most frequent was 'provide consequences' ('empathy' + 'approval' + 'discordance') that showed no tendency. 'Facilitation' was stable through time and 'information' showed a decreasing tendency. Experienced therapists facilitated more during the initial sessions than the less experienced; informed more in the beginning of therapy but then less; provided more consequences and interpreted with similar frequencies. Methodological issues and new possibilities of research were discussed.
 
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SoniaMeyer.pdf (1.99 Mbytes)
Publishing Date
2011-06-03
 
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