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Tesis de Habilitación
DOI
Documento
Autor
Nombre completo
Maurilane de Souza Biccas
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2019
Tribunal
Boto, Carlota Josefina Malta Cardozo dos Reis (Presidente)
Moraes, Carmen Sylvia Vidigal
Rocha, Heloísa Helena Pimenta
Soares, Leoncio Jose Gomes
Souza, Rosa Fátima de
Título en portugués
A história da escolarização de adolescentes e adultos no Brasil (1870- 1950)
Palabras clave en portugués
Adolescente e adulto
Alfabetização de adultos
Educação de adultos
Escolarização
História da educação
Resumen en portugués
Esta pesquisa visa investigar as múltiplas estratégias de escolarização de adolescentes e adultos, atentando para as formas históricas de educação e alfabetização destas faixas etárias postas em circulação na sociedade paulista, entre 1870 e 1950, agenciadas pelos diferentes grupos, tanto situados nas esferas governamentais, quanto na iniciativa privada. Assim, não apenas as campanhas de alfabetização iniciadas nos anos 1940 e que tiveram grande visibilidade histórica, destacam-se sobretudo um momento anterior, na segunda metade do século XIX em que vários esforços também tiveram uma projeção na criação e difusão do ler e escrever a adolescentes e adultos, seja nas escolas noturnas oficiais, na ação das Lojas Maçônicas, nas iniciativas da igreja católica, do movimento negro e dos imigrantes. Desde os primeiros passos da constituição da forma escolar, no século XIX, a escola abre-se à população de várias idades. A distinção se opera pela exclusão do escravo e separação dos sexos no ambiente escolar. Nessa época, diferenciação etária não se coloca como problema nem no ingresso nos bancos escolares nem na determinação do conteúdo a ser ensinado. Foi somente com a criação dos grupos escolares em São Paulo (1893-1894), que associavam ano letivo a ano civil, série a idade, conhecimento a série, estabelecendo uma progressão homogênea do aluno no universo da escola, que a questão da idade começou a ser tematizada e os alunos maiores estigmatizados por inadequação às novas diretrizes impostas à escola primária. Ao mesmo tempo ao estender a cinco anos a escolarização primária, fez com que os alunos menos favorecidos fossem sendo progressivamente afastados, premidos pelo ingresso no mercado de trabalho (luta pela sobrevivência individual e familiar). A escola primária foi-se se consolidando, então, como lugar de passagem da infância. Simultaneamente, infância e adolescência foramse distinguindo, de tal sorte que apenas nos anos 1920 surgiram os primeiros tratados relativos às características próprias do adolescente. Ao circunscrever as análises à chamada adolescência (depois juventude), os estudos não operam com a constituição histórica do conceito e percebem a preocupação com a educação dessa faixa etárias a partir somente dos anos 1940. Buscou-se fazer uma ampla revisão bibliográfica sobre a temática da história da educação de adolescentes e adultos, procurou-se dar uma visibilidade a fontes pouco conhecidas e utilizadas em pesquisas sobre a história do alfabetismo em São Paulo.
Título en inglés
The history of the schooling of adolescents and adults in Brazil (1870-1950)
Palabras clave en inglés
Adult education
Adult literacy
History of education
Schooling
Teenager and adult
Resumen en inglés
This research aims to investigate the multiple schooling strategies of adolescents and adults, paying attention at the historical forms of education and literacy of these age groups placed into circulation in São Paulo society, between 1870 and 1950, organized by the different groups, one located in the government spheres, and the other in the privated sector. In this way, not only the literacy campaigns that began in the 1940s and which had great historical visibility, highligting specially an earlier moment in the second half of the nineteenth century, when several efforts also had a projection in the creation and diffusion of reading and writing to adolescents and adults, whether in official night schools, in the action of the Masonic Lodges, in the initiatives from the Catholic Church, the Black Movement and immigrants. From the first steps of the constitution of school form, in the nineteenth century, the school opens up to the population of various ages. The distinction is made by the exclusion of the slave and separation of the sexes in the school environment. At that time, the age range differentiation is not a problem either to get in the school benches or at the preparation of the content to be taught. It was only with the creation of school groups in São Paulo (1893-1894) that they associated the school year with a calendar year, the age series, the series knowledge, establishing a homogeneous progression of the student in the universe of the school, that the question of age began to be thematized and the older students stigmatized by inadequacy to the new guidelines imposed on elementary school At the same time, by extending elementary schooling to five years of age, the less advantaged students were gradually being pushed aside pressed by the entry into the job market (struggle for individual and family survival). The elementary school then became consolidated as a place of passage from childhood. Simultaneously, childhood and adolescence were distinguished, in a such way that only in the 1920s appeared the first agreements related to the personal characteristics of the teenage years. When circumscribing the analyzes to the called adolescence (later youth), the studies do not operate with the historical constitution of the concept and they perceive the concern with the education of this age range group from only the years 1940. It was sought to make a wide bibliographical review on the history of the education thematic of teenage and adults, sought to give visibility to the sources little known and used in research on the history of literacy in São Paulo.
 
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BiccasMaurilaneLD.pdf (1.83 Mbytes)
Fecha de Publicación
2019-07-26
 
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