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Tesis de Habilitación
DOI
10.11606/T.8.2014.tde-10042014-105250
Documento
Autor
Nombre completo
Selma Martins Meireles
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2012
Tribunal
Azenha Junior, Joao (Presidente)
Bluhdorn, Hardarik Gerhard Juergen
Bolognini, Carmen Zink
Mendes, Eliana Amarante de Mendonça
Tagnin, Stella Esther Ortweiler
Título en portugués
Negação sintática e pragmática: um estudo a partir da prosódia e estrutura informacional em alemão
Palabras clave en portugués
Língua alemã (gramática)
Prosódia
Resumen en portugués
A pesquisa tem por objetivo relacionar os níveis sintático e pragmático da negação em alemão através da prosódia e da estrutura informacional, a partir de um estudo empírico. "Negação" é entendida como a exclusão de um determinado conteúdo do conjunto parcial de alternativas potenciais adequadas ao momento discursivo em questão. A interação entre a negação sintática e a estrutura prosódica é investigada com referência a duas unidades paralelas: a frase entoacional (uma unidade informacional estruturada a partir de um acento nuclear (Moroni 2010; Blühdorn 2012) e caracterizada como o material compreendido entre as projeções de dois acentos nucleares) e a oração (simples ou composta por subordinação, nos casos em que se completa a valência do verbo da oração principal). A partir de uma anotação prosódica (Moroni 2006) de trechos de três diálogos do Datenbank gesprochenes Deutsch, foram identificados 135 enunciados (correspondentes às frases entoacionais) contendo ao menos um dos elementos sintáticos negativos listados na Duden Grammatik (2005). Há clara predominância da partícula nicht, a qual pode dever-se ao tipo de texto (discussões orais), com um possível uso maior de expressões referenciais com fins argumentativos e reflexos sobre a seleção do elemento negativo em nível sintático. A partir do posicionamento do elemento negativo na oração estabeleceu-se o âmbito sintático da negação (o constituinte posicionado à sua direita na serialização básica da oração - Blühdorn 2012) nos enunciados do corpus e procedeu-se à análise das saliências prosódicas presentes neste intervalo à luz da estrutura informacional. A partir da consideração de que a negação em nível sintático manifesta-se através de uma partícula de foco, sendo sua atuação restrita ao seu âmbito sintático, foram analisados apenas os acentos de tópico e foco (Büring 1997, 2005) referentes a elementos pertencentes ao mesmo. As demais saliências prosódicas porventura presentes não foram incluídas na análise, por referirem-se ao todo do enunciado e não especificamente à negação. A presença ou não de marcações prosódicas no âmbito sintático e sua posição em relação ao elemento negativo permitiu identificar 20 padrões prosódicos, com distribuição de frequência de ocorrência diversa. Os cinco padrões mais frequentes respondem por 62% de todas as ocorrências, com os três primeiros apresentando negação sem marcação prosódica e os dois seguintes, negação como tópico do enunciado. A estrutura informacional estabelecida para os diversos padrões foi então analisada em referência ao enunciado, a fim de estabelecer relações entre os níveis sintático e pragmático de atuação da negação. 39% do total dos enunciados (46% considerando-se os períodos compostos por subordinação) são formados por uma oração, apresentando sincronização entre estrutura sintática e prosódica. Outros 16% do total de frases prosódicas englobam material referente a apenas parte de uma oração. Nestes, a multiplicação de vii marcações nucleares empresta peso à contribuição do falante, com vários elementos da mesma proposição apresentados como respostas a questões básicas individuais. Por outro lado, em 45% dos enunciados a reunião de várias orações em uma frase prosódica possibilita manter o turno por mais tempo e apresentar uma unidade de sentido mais complexa, obrigando o interlocutor a seguir a estratégia argumentativa do falante. Em 78% dos enunciados, o foco permanece dentro do âmbito sintático da negação. Há, portanto, uma intersecção direta entre a negação e a questão básica do enunciado, mesmo quando o elemento negativo não recebe marcações prosódicas. Nos padrões com negação sem saliências prosódicas, a negação é usada apenas como opção de apresentação do conteúdo em questão (i.e. em sua forma negativa). Enquanto não há alterações em termos de negação sintática ou semântica, há uma diferença pragmática importante entre fazer da negação o centro ou parte integrante da intenção comunicativa ou apenas apresentá-la como base para uma intenção comunicativa diversa. A adição de uma marcação de tópico à mesma sílaba que recebe a saliência de foco, quando aliada à negação, mostrou-se extremamente produtiva, permitindo ao falante destacar elementos presentes na base comum de conhecimento como devendo ser ativados e reavaliados - no caso, como não adequados a um determinado contexto -, com efeitos comunicativos importantes a partir da geração de implicaturas (Levinson 2000). Com relação à ilocução, foram identificadas duas possibilidades comunicativas fundamentais do uso da negação sintática: como forma de bloquear o andamento da interação e/ou a argumentação do interlocutor e como informação da não-aplicabilidade de um conteúdo, com fins argumentativos. Detalhando-se a dicotomia em onze funções comunicativas (como contradizer, por em dúvida etc.) é possível estabelecer relações entre a estrutura informacional codificada pelos padrões prosódicos e sua função na interação. A partir da interação entre estrutura informacional e função comunicativa, é possível identificar intenções específicas que tornam os padrões adequados em maior ou menor medida a cada uma das diversas funções comunicativas. Estas são selecionadas de acordo com estratégias retóricas e para a criação de implicaturas, especialmente com vistas ao gerenciamento das relações interpessoais.
Título en inglés
Syntactic negation and pragmatics: from a study of prosody and informational structure in German
Palabras clave en inglés
German language (grammar)
Prosody
Resumen en inglés
The study aims to relate the syntactic and pragmatic levels of German negation thorough prosody and informational structure, based on empirical data. "Negation" is understood as the exclusion of an item from the partial set of potential alternatives appropriated to a given communicative moment, and the interaction between syntactic negation and prosodic structure is being investigated in reference to two parallel unities: the prosodic phrase (an informational unity structured from a nuclear accent, the focus - Moroni 2010; Blühdorn 2012 -, and characterized as the material comprehended between the projections of two nuclear accents) and the sentence (simple or complex). The basis for the study is a prosodic notation (Moroni 2006) of part of three dialogues from the Datenbank gesprochenes Deutsch. For the study, 135 utterances (corresponding to prosodic phrases) were identified, containing at least one of the negative syntactic elements listed in Duden Grammatik (2005). There is a clear predominance of the particle nicht, possibly due to the text type (oral discussions), with a higher use of referential expressions for rhetorical purposes and the consequent reflexes of the selection of the syntactic element. Starting from the position of the negative element in the sentence, the syntactic scope of negation (the constituent to its left in syntactic basic serialization - Blühdorn 2012) was established. The prosodic saliences in this interval were analyzed according to the informational structure, having, as initial parameters, the position of the nuclear accent relative to the negative syntactic element. Considering that syntactic negation is built through a focus particle and restricted to its scope, focus and topic accents (Büring 1997, 2005) were considered only at this interval. Other prosodic saliences were not included in the analysis, as they refer to the utterance as a whole and not to negation in particular. The presence or absence of prosodic marks in the syntactic scope and their relative position to the negative element allowed the identification of 20 prosodic patterns with a differentiated distribution of frequency of occurrence. The five most frequent patterns respond to 62% of all occurrences, with the first three presenting negation without prosodic marks and the following two, negation as a topic in utterances. The informal structure established for the several patterns was then analyzed in reference to the utterance in order to establish a relationship between the syntactic and pragmatic levels of negation. 39% of the utterances (or 46%, including complex sentences) are identical to a sentence and show synchronization between prosodic and syntactic structures. Another 16% of the utterances were comprised of material corresponding to only part of a sentence, where the multiplication of nuclear marks lends power to the speaker's contribution, with elements of the same proposition presented as answers to individual basic questions. On the other hand, in 45% of utterances the reunion of several sentences in a prosodic phrase allows the speaker to keep his turn ix longer and to present a more complex unity of meaning, forcing the interlocutor to follow the speaker's argumentative strategy. In 78% of utterances, the focus remains within the scope of negation, thus displaying a direct intersection between negation and the basic question of the utterance, even when the negative element does not become a prosodic salience. In the patterns where negation has no prosodic marks, it is used only as an option for the presentation of the issue at hand (i.e. in its negative form). While there are no differences in syntactic or semantic negation, there is an important pragmatic difference between presenting negation as the center or an integrant part of the communicative intention and just presenting it as a basis for a diverse communicative intention. The addition of a topic accent to the same syllable that holds the focus accent has been proved especially productive, allowing the speaker to mark elements belonging to the common knowledge basis as needing to be reactivated and reevaluated - with important communicative effects due to the generation of implicatures (Levinson 2000). As for illocution, two fundamental communicative possibilities for the use of syntactic negation were identified: as a way to block the flow of the interaction and/or the interlocutor's argumentation and as information about the non-applicability of an item, for argumentative purposes. By detailing the dichotomy in eleven communicative functions (such as dissent, doubt etc.) it is possible to establish relations between the informational structure codified by the prosodic patterns and their function in the interaction. From the interaction between informational structure and communicative function, specific speech intentions can be identified and make the patterns more or less suited to each communicative intention. These are chosen by the speaker according to rhetoric strategies and for the generation of implicatures, especially for Face-work purposes.
 
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Fecha de Publicación
2014-04-10
 
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